sábado, 15 de junho de 2013

Você que está em Minas Gerais poderá participar da Semana do Programa de Ciências da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora


GPER


O final do semestre aproxima, as páginas do Ensino Religioso demonstram que entre conquistas e desafios a sua história está sendo construída. Entre os desafios o modelo confessional proselitista apoiado por diversos eclesiásticos que não percebem a diversidade do país e a importância de afirmarmos o Estado laico como princípio para a construção da democracia. 

Simultaneamente núcleos religiosos que apoiam a regressão na política de direitos humanos, que desejam que a sociedade brasileira comporte como seus espaços religiosos. Porém, persiste a discussão do diálogo nas escolas sobre a leitura do religioso na sociedade a partir das Ciências da Religião, visando compreender a construção da cultura brasileira. 

Este processo de desafios e conquistas fazem parte da história do ensino religiosa como um componente curricular na escola brasileira. Um exemplo deste processo são os eventos nacionais e regionais para discutir a questão religiosa na sociedade. 

Esta semana ocorreu em Vitória na Faculdade Unida o Congresso de Ciências da Religião. Você que está em Minas Gerais poderá participar da Semana do Programa de Ciências da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora – maiores detalhes no
 http://semanappcir.blogspot.com.br/p/programacao.html.
                                                         
                      A história continua !!!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

♥♥ RADHA KRISHNA ♥♥ Artist: Yogendra rastogi .Amor em todas Diversidades Religiosas


"Um dia dedicado aos casais recentes ou eternos, que vibrem muito amor um ao outro! E quem esta solteiro que vibre o auto amor! E que tudo e todos vibrem amor!!


                                                                                                       Via face Renata Luci Pereira

segunda-feira, 3 de junho de 2013

OS PAÍSES ÁRABES E OS DJIN




A palavra "Djin" se traduz como "gênio". Por exemplo, o ser que sai da lâmpada de Aladim, é um djin. Os djin são a terceira raça criada por Alá, sendo esta uma das peculiaridades mais interessantes do Islã frente aos outros dois grandes monoteísmos: o Judaísmo e o Cristianismo. Os djin são uma espécie amoral, não necessariamente maligna. Estão presentes nos contos e lendas de toda região de influência Islã. Sendo assim, nos lugares onde o Mazdeísmo esteve antes que o Islã, os djin são protagonistas de diversas práticas mágicas pouco comuns em outros lugares. Para os beduínos, são os tentadores do deserto e ladrões noturnos e para os muçulmanos da Índia podem ser invasores do lar que devem ser expulsos usando certos versículos do Corão em uma cerimônia não muito diferente do exorcismo cristão.
A prática diária muçulmana da oração contêm referências aos djin, já que segundo a tradição todos temos dois djin, um em cada ombro, que registra nossas ações (o direito as boas, o esquerdo as más), tendo o crente que saudar a cada um deles antes de inclinar-se para rezar. Essa crença se transmitiu à Europa através de Al-Andaluz e se reflete em certas manifestações da cultura popular ocidental. Os djin possuem múltiplos atributos distintos segundo as épocas e os lugares. Podem se transformar em pequenos animais, atravessar paredes sólidas e os seres vivos, correr em grande velocidade, adotar a forma de seres humanos. O estado normal de um djin é invisível para os humanos, já que Alá lhes proporcionou muitas habilidades, porém dificultou desta forma que pudéssemos nos relacionar normalmente com eles. Conta a tradição que no final dos dias essa situação se inverterá e serão os humanos que poderão vê-los.
É importante ressaltar que os djin não são tão somente uma amostragem do folclore, mas o certo é que estão presentes no dia a dia da maioria dos muçulmanos do planeta e na maior parte das ramificações do Islã. Nas regiões islamizadas mais orientais (e mais zelosas com a ocultação da mulher) é costume que o varão tome sua esposa e cubra a cabeça dela com um véu, para impedir que os djin pousados em seus ombros vejam o que só ele, como marido, está autorizado à contemplar. Inclusive as leis atuais de alguns países islâmicos fazem referência a esses seres, por exemplo, se uma mulher cometer adultério e disser que ela foi seduzida por um djin, a sua pena rebaixa sensivelmente.

O mundo das fadas e da Natureza é um mundo indômito e precioso. Aproximar-se dele é vibrar com sua sintonia e notar a vida em seu estado mais selvagem. As fadas e todos os seres da natureza possuem uma missão, sua vida possui um sentido e uma direção muito clara.
Todos eles buscam expandir a vida e oferecer toda a sua riqueza. Elfos e fadas atuam juntos para que a terra nasça uma e outra vez, para que o ciclo da vida continue e se expanda, porém e o ser humano? Qual é sua missão? A resposta a esta pergunta a têm cada um, porém está escondida em um lugar onde nunca se procura, em seu coração.
A cabeça (razão) nos fala e nos diz o que temos que fazer, porém é o coração que dá sentido as coisas, ele possui a magia da intuição e do inexplicável. Porém nunca ouvimos sua voz para as coisas mais importantes.
Todos temos uma missão que se alinha com a vida. Você já encontrou a tua? Se a resposta for afirmativa tens a chave da felicidade, porém cuidado, a missão não deve ser realizada como resignação e sem vontade, porque se converteria em uma experiência negativa. Por isso devemos voltar nossos olhos para as fadas, pois todas elas realizam suas missões com muito entusiasmo.
A mensagem das fadas está em nos ensinar que é importante ter uma missão na vida e realizá-la com alegria.

Texto pesquisado e desenvolvido por
ROSANE VOLPATTO
Rosane Volpatto
Alma Celta

segunda-feira, 27 de maio de 2013

“No Brasil os negros são livres, mas não têm dignidade”, comenta protagonista de “Faroeste Caboclo

Estefani Medeiros
Do UOL, em São Paulo
27/05/2013    05h00
O ator Fabricio Boliveira diz que João de Santo Cristo de "Faroeste Caboclo" é um espelho do povo brasileiro
O ator Fabricio Boliveira diz que João de Santo Cristo de “Faroeste Caboclo” é um espelho do povo brasileiro
Dos nove minutos de “Faroeste Caboclo”, um verso costura a história de Fabrício Boliveira a João de Santo Cristo, personagem da música do Legião Urbana que é apresentado ao público na estreia da adaptação cinematográfica homônima nesta sexta (31). Migrante nordestino da Bahia, Boliveira também sofreu “discriminação por causa de sua classe e sua cor”.
“Tem uma coisa da dignidade do João que acho que é quase rara no Brasil e consigo me ver um pouco”, diz Boliveira em entrevista ao UOL. “Que é de uma família negra e que de algum jeito tem a autoestima resolvida. Lembro que quando era pequeno, a minha mãe falava: ‘Fabrício, veste a camisa! Já viu preto sem camisa?’. É muito forte você crescer com isso. Por que eu sou preto preciso vestir uma camisa e representar alguma coisa que não sou? Isso é uma coisa que era um comentário da minha mãe. Mas por outro lado, me deixava muito fortalecido, muito seguro das minhas escolhas, das minhas opções.”
O protagonista acredita que apesar de o Brasil ser um país democrático, o preconceito racial está enraizado no dia a dia, e o filme mostra isso em diferentes cenas. Em uma delas, depois de conhecer João, o senador Ney (Marcos Paulo), pai de Maria Lucia (Isis Valverde), questiona se a filha está metida em confusão. De prontidão ela responde com uma pergunta: “Só porque ele é preto?”.
“O João traz isso muito forte na dignidade dele. Que é o que falta no Brasil, é uma diferença entre liberdade e dignidade. Aqui no Brasil, os negros são livres, mas não têm dignidade, não têm condição de sustento básico para olhar horizontalmente para alguém”, comenta o ator em tom de desabafo, como se quisesse falar com a presidente.
Em “Faroeste Caboclo”, o baiano se transforma em um anti-herói de cordel inspirado no bang bang do sertão brasileiro. O diretor René Sampaio disse que a escolha de Fabrício ajudou a dar um contexto político ao filme, o que o ator concorda.
“Era mais ‘West Side Story’ no começo, eu achava. Uma briga de gangues jovial”, comentou, com gestos expressivos em conversa em São Paulo na última semana. “Mas esse filme se passa no Brasil, né? Nós temos muitas questões para poder abordar e não tem por que não abordar e ser um filme leve. Foi bacana contribuir com minhas experiências pessoais para fazer um filme mais profundo.”
Para ele, o amor entre Maria e João é um “exemplo de como lidar com as diferenças e atravessar o preconceito para mostrar o que está atrás dos olhos dos outros”.
“É o caminho mais óbvio que a gente tem pra sobreviver nesse mundo. Uma linda história de amor que parece que não pode dar certo, que no filme não dá certo, mas é um mito de como poderia dar certo um pouco mais a frente. O filme não é derrotista e sim abre possibilidades e questões. Muitos caminhos podem ser atingidos antes que a gente puxe uma arma e dê um tiro em alguém só por uma diferença ou por acreditar em um mito darwinista que é totalmente obsoleto.”
René disse que não procurou estereótipos nos atores que poderiam viver o carpinteiro. Mas Fabrício conta que a ideia da mãe de Renato, Carmem Manfredini, era que o papel fosse de um ator mulato. “A gente visitou a casa dela, falamos muito sobre o Renato. E foi engraçado que ela questionava o fato do João ser negro. Por que ela achava que o Renato tinha pensado num ator mestiço. A ideia do Renato era que o João fosse o Ângelo Antonio e a Maria Lucia, a Letícia Sabatella, a princípio. Então ela ficou com esses personagens na cabeça, mas eu rapidamente disse pra ela que o que importava era ter um ator que os olhos brilhassem, e os meus estavam brilhando por essa história. Então, eu assumia a responsabilidade. E foi muito bom encontrar ela na pré-estreia em Brasília, ela estava mega realizada e feliz.”
Ator acredita que João de Santo Cristo é um alter-ego de Renato Russo
Boliveira conta que o contato com as informações passadas pela família de Renato ajudaram a criar sua teoria de que o personagem da música era um alter-ego do líder da Legião Urbana. “É uma interpretação minha. O João como trovador solitário, uma coisa que o Renato também era. A diferença é que o Renato estava numa situação diferente em Brasília. Era filho de um militar, envolvido com política, um cara que tinha uma boa condição social, era branco e nascido no Rio de Janeiro, ou seja, estava lá em uma boa situação. E acho que na década de 80 ele se questionou como seria se ele fosse um dos caras que ajudou a construir Brasília, um candango, se fosse negro, nordestino e pobre. Ele se questionou como essa cidade tratava essas pessoas, como a cidade o tratava na década de 80. E trazemos isso pro hoje com o filme. Quem são os Joãos que estão nas cidades satélites e espalhados por esse Brasil?”.
Para chegar a essas conclusões, Boliveira diz que foi essencial o processo de imersão na obra do poeta. “Foi muito bonito poder dialogar com um artista como o Renato Russo, poder cruzar meu trabalho com o trabalho dele. Para mim, é a maior honra de todas. E, é claro, mexer com o que está na mente das pessoas. Materializar um mito, isso é muito forte também. Para mim é inusitado, eu nunca fui mito”, comenta entre risos.
Outro ponto mencionado é o fato de João tê-lo feito crescer como protagonista. “É muito bom ser também corifeu de uma história, poder contar uma história com meu recorte, com meu olhar. Tenho mais de doze anos de carreira e é a primeira vez que protagonizo. Acho que já estava preparado pra falar um pouquinho das minhas experiências misturadas com outras histórias. Espero que venham muitos outros.”
Boliveira se prepara para viver Skunk em filme sobre o início do Planet Hemp
No segundo semestre, Boliveira deve continuar contando histórias, mas dessa vez em filme sobre Skunk, fundador e melhor amigo de Marcelo D2 no Planet Hemp. O longa é dirigido por Jhonny Araújo e deve chegar aos cinemas no próximo ano.
“A gente teve umas pequenas reuniões e leituras de texto com o Marcelo, ele contando histórias incríveis do Skunk. Estou excitadíssimo”, comenta. “E é um filme que abre outras discussões. O filme fala sobre o começo da banda, da história do Planet Hemp, do Planeta Maconha, dentro do Brasil, superousados, querendo discutir a droga, o crime aliado a droga. Têm histórias de banda, da tentativa, da amizade dos dois. O Marcelo sempre fica emocionado quando ele fala do Skunk, o filme é quase uma homenagem ao Skunk. Quando a banda faz sucesso o Skunk morre, então é tipo: ‘tudo que nós somos hoje e o cara não ta aqui para ver’. Para eles é muito forte.”
Fabrício, que já atuou em “Tropa de Elite”, é um rosto conhecido da televisão brasileira. Seu último trabalho foi o gari Cleiton na série “Subúrbia”. E apesar de já ter quase doze anos de carreira, o que incluiu atuações nas novelas “Sinha Moça” e “A Favorita”, é no ano que termina em um número de azar que Fabrício concentra a sua maior parte de trabalhos nas telonas. Até o início de 2014, Boliveira viverá Milton Nascimento, atuará em “Nise da Silveira: Senhora das Imagens” e terá feito participações na cinebiografia do carnavalesco Joãosinho 30 e da banda Calypso. Ainda existem especulações de que pode viver Pelé no filme sobre o jogador.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Biblia de 1500 anos é encontrada e pode mudar o Cristianismo



Uma Bíblia de mais de 1500 anos foi descoberta na Turquia e causa preocupação ao Vaticano. Isso porque a tal bíblia contém o evangelho de Barnabé, que teria sido um dos discípulos de Cristo que viajava com  o apóstolo Paulo e descreve Jesus de maneira semelhante à pregada pelareligião islâmica.


O livro teria sido descoberto no ano 2000, e foi mantido emsegredo na cidade de Antara. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo. De acordo com as notícias; peritos avaliaram o livro e garantiram que o artefato é original

Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.

O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo.

Acredita-se que a igreja Católica durante o Concílio da Nicéia tenha feito a seleção dos Evangelhos que fariam parte da Bíblia, suprimindo alguns, dentre deles possivelmente o Evangelho de Barnabé. Há ainda a crença de que existiram muitos outros evangelhos, conhecidos como Evangelhos do Mar morto.



FONTE: : Daily Mail