sexta-feira, 8 de abril de 2016
terça-feira, 5 de abril de 2016
Sugestoes sobre Danças Sagradas do blog Ensino Religioso -Um desafio para Ensino Fundamental
Pedir que os alunos pesquisem, com familiares e/ou líderes da comunidade se as religiões do entorno da escola também possuem uma dança sagrada, se sim, como e em que momentos ela acontece. Sugerir que os alunos tragam estas informações e dividam com os colegas. Levar os alunos ao laboratório de informática para que pesquisem mais sobre os dados coletados e confeccionem, em grupos, cartazes com as informações obtidas e também as passadas pela professora.
* Fazer uma exposição sobre dança sagrada e dança secular (neste caso as professoras/professores de arte e educação física podem contribuir com os conhecimentos acerca da dança como atividade física e como arte.
Á principio na escola Linneu farei uma leitura em circulo .num espaço agradável da escola .Passarei alguns trechos dos videos na mídia em outro dia .E na sequencia este encaminhamento.
* Fazer uma exposição sobre dança sagrada e dança secular (neste caso as professoras/professores de arte e educação física podem contribuir com os conhecimentos acerca da dança como atividade física e como arte.
Á principio na escola Linneu farei uma leitura em circulo .num espaço agradável da escola .Passarei alguns trechos dos videos na mídia em outro dia .E na sequencia este encaminhamento.
* Outra ideia que tenho tentado e explorar as Danças Circulares Sagradas.MAS ESTÁ FICA PARA OUTRO MOMENTO.
DANÇA DE OYÁ.wmv
DANÇA NO CANDOMBLÉ
A Dança tem papel fundamental na religião do candomblé, logo que, é uma religião musical e culturalmente rica, é através da dança que o povo de santo cultua e homenageia seus orixás.
A dança tem um sentido particular porque é a expressão da divindade e da identidade mais verdadeira da filha ou do filho-de-santo. Cada um possui a própria "identidade-sonora", o próprio duplo no orum, que o fiel encontra no momento da possessão e que aprende a reconhecer e a conhecer através da dança e da música. E pelo corpo que o ser humano começa o caminho do conhecimento e o papel por ele desempenhado no cosmo e na sociedade. Sendo no corpo que o ser humano vivência a própria experiência da vida e junta as várias informações simbólicas sobre o mundo, é no corpo divino, que vivenciando as energias sagradas, ele pode se comunicar com o sagrado, pode juntar o lado sensível com aquele material, porque não dados cognitivos, mas as cores, as formas, os sentimentos internos dão forma á matéria.
No Candomblé as danças são estruturadas a partir de coreografias executadas no xirê ou até mesmo nas incorporações. Pode-se observar que as movimentações executadas são relacionadas às letras das canções e as características dos orixás, as trocas das coreografias são feitas quando se começa a cantar outra canção.
A dança tem um sentido particular porque é a expressão da divindade e da identidade mais verdadeira da filha ou do filho-de-santo. Cada um possui a própria "identidade-sonora", o próprio duplo no orum, que o fiel encontra no momento da possessão e que aprende a reconhecer e a conhecer através da dança e da música. E pelo corpo que o ser humano começa o caminho do conhecimento e o papel por ele desempenhado no cosmo e na sociedade. Sendo no corpo que o ser humano vivência a própria experiência da vida e junta as várias informações simbólicas sobre o mundo, é no corpo divino, que vivenciando as energias sagradas, ele pode se comunicar com o sagrado, pode juntar o lado sensível com aquele material, porque não dados cognitivos, mas as cores, as formas, os sentimentos internos dão forma á matéria.
No Candomblé as danças são estruturadas a partir de coreografias executadas no xirê ou até mesmo nas incorporações. Pode-se observar que as movimentações executadas são relacionadas às letras das canções e as características dos orixás, as trocas das coreografias são feitas quando se começa a cantar outra canção.
Dança Israelita - Masculina
DANÇA JUDAICA
A dança em Israel surgiu como uma fusão entre estilos de dança judaico e não judaico de diversas partes do mundo. Enquanto em outros países a dança é estimulada para preservar velhas tradições rurais, em Israel é uma arte recém desenvolvida, que vem evoluindo desde os anos 40, baseada em fontes históricas e modernas. Inspira-se também na bíblia e em estilos de danças contemporâneas. Os pioneiros que trocaram a vida urbana da Europa Oriental pela vida rural em um ambiente coletivo trouxeram com eles danças que foram adaptadas à nova situação. A dança popular é aquela que o povo cria para o povo, e que consequentemente uma parte considerável da população dança. Os estudiosos do folclore costumam definir o processo de criação em uma cultura popular, como um processo coletivo anônimo e desconhecido, de que se pode deduzir que as danças populares se formaram no passado seguindo o mesmo caminho.Em uma sociedade algum membro se destaca, encontra novos movimentos expressivos e cria uma nova dança. Numa ocasião qualquer ele a apresenta à sociedade e esta o imita. Se a dança agrada a maioria ela é aceita e anexada ao resto das danças anteriormente aceitas. Com o passar dos anos a dança passará a fazer parte da tradição, sendo conservada durante muitos anos.
Dança do kuarup,índios celebram seus mortos -Luiz de castro
DANÇA INDÍGENA
O índio dança para celebrar atos, fatos e feitos relativos à vida e aos costumes. Dançam enquanto preparam a guerra; quando voltam dela; para celebrar um cacique, safras, o amadurecimento de frutas, uma boa pescaria; para assinalar a puberdade de adolescentes ou homenagear os mortos em rituais fúnebres; espantar doenças, epidemias e outros flagelos.
As danças indígenas podem ser realizadas por um único individuo ou em grupo e, salvo raras exceções no alto Xingu, não é executada em pares. As mulheres não participam de danças sagradas, executadas pelos pajés ou grupos de homens. São utilizados, ainda, símbolos mágicos, totens, amuletos, imagens e diversos instrumentos musicais e guerreiros em danças religiosas, dependendo do objetivo da cerimônia.
Em algumas delas muitos usam máscaras, denominadas dominós, que lhes cobrem o corpo todo e lhes servem de disfarce. A linguagem do corpo em movimento, sua organização estética e coreográfica, além do canto, ocupam um lugar fundamental no desempenho do ritual indígena.
As danças indígenas podem ser realizadas por um único individuo ou em grupo e, salvo raras exceções no alto Xingu, não é executada em pares. As mulheres não participam de danças sagradas, executadas pelos pajés ou grupos de homens. São utilizados, ainda, símbolos mágicos, totens, amuletos, imagens e diversos instrumentos musicais e guerreiros em danças religiosas, dependendo do objetivo da cerimônia.
Em algumas delas muitos usam máscaras, denominadas dominós, que lhes cobrem o corpo todo e lhes servem de disfarce. A linguagem do corpo em movimento, sua organização estética e coreográfica, além do canto, ocupam um lugar fundamental no desempenho do ritual indígena.
Renata Loyolla - Dança do Ventre (A Águia Sagrada)
DANÇA DO VENTRE
A história da dança do ventre é tão antiga quanto a história do homem, ou melhor, da mulher. É a primeira dança feminina de que se tem registro. Na antiguidade, os rituais sagrados eram dançados para expressar as mais profundas emoções, honrar as divindades ligar-se ao sagrado e pedir aos Deuses a fertilidade da terra e do homem, o sol, a chuva e o vento para as colheitas. Os movimentos de contração, ondulação e vibração foram desenvolvidos pelas mulheres como um culto à Grande Deusa (natureza) em prol da fertilidade - do ventre e da terra. E também em função de aliviar dores menstruais e preparar os músculos para a sustentação da gestação e o trabalho de parto.
(texto completo em: http://magiasdeisis.blogspot.com.br/p/blog-page.htm
domingo, 3 de abril de 2016
MANDALA ESTRELA DE DAVI E SEU SIGNIFICADO
❤ " Dar um presente artesanal é evitar a espera nas filas das grandes lojas e nos shoppings, mas também é algo que possui um significado muito maior. Quem compra presentes artesanais tem a satisfação de apoiar diretamente o trabalho do artista ou artesão. Já quem recebe, ganha algo único, feito com carinho e atenção que podem ser sentido e vistos no próprio produto. Um presente artesanal é o resultado do talento e dedicação, fatores que estão ausente nos produtos provinientes da fabricação em massa/industrial!" ❤ ( Tradução livre de texto do site do movimento BUY HANDMADE-por Andrea Superziper )
Sobre Mandalas
◎ Mandala é a palavra sânscrita que significa círculo, uma representação geométrica da dinâmica relação entre o homem e o cosmo. De fato, toda mandala é a exposição plástica e visual do retorno à unidade pela delimitação de um espaço sagrado e atualização de um tempo divino. As mandalas oferecem um equilíbrio visual, simbolizando união e harmonia. Ela representa plenitude, e pode ser visto como um modelo para estrutura organizacional da própria vida, é um diagrama cósmico que lembra a nossa relação com o infinito, o mundo que se estende para além de nossa existência e ao mesmo tempo, para dentro de nossos corpos e mentes. Resumindo uma mandala pode ser vista como um meio hipnótico, deixando o hemisfério criativo da nossa mente correr um pouco mais livre, enquanto a nossa mente analítica tem um pequeno descanso. A mandala é muita usada para meditação, ajuda na concentração, os nossos olhos se fixam no centro da mandala e na beleza de seus desenhos , permitindo a nossa mente vagar com maior facilidade. Atualmente a mandala é muito usada na decoração, aparece em diferentes formas e modelos, as minhas preferidas são as tibetanas ou nepalesas, perfeitas, minuciosas e muito coloridas, encantam os olhos e o coração. ◎ Fonte: http://www.webtelas.xpg.com.br/
Sobre Kusudamas
☆ Uma antiga lenda oriental conta que o Festival Tanabata teve origem a partir de uma história de amor entre a linda princesa Orihime e Kengyu. Eles se apaixonaram profundamente e a partir daí a vida de ambos girava apenas em torno do amor, esquecendo completamente de suas obrigações. Os deuses vendo a atitude deles resolveram castigá-los e transformá-los em estrelas, separando-os em pontos distantes da Via Láctea. Para aliviar o sofrimento do casal apaixonado, foi concedido um encontro anual que ocorre no sétimo dia do sétimo mês do ano. Neste período comemoramos o Festival Tanabata ou Festa das Estrelas. E os ornamentos que compõem a decoração do evento são os bambus e os Kusudamas. O bambu representa a Via Láctea, já os Kusudamas simbolizam as estrelas. ☆ Origem: http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/scultura/tanabata/i14principal.asp?pagina=/scultura/tanabata/I14kusudamas.htm
Mandala Estrela de Davi
Postado por ૐ Adriana Sanches ૐ às 12:16





Sobre a Estrela de Davi: A estrela de seis pontas recebe forma e substância através de seu centro. A parte interna representa a dimensão espiritual, cercada pelas seis direções universais. (Uma idéia semelhante se aplica ao Shabat, o sétimo dia que dá equilíbrio e perspectiva ao seis dias de semana).
Há um significado maior na estrela de David, pois muitos afirmam que ela é um símbolo do próprio Messias, Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele mesmo diz no livro do Apocalipse(22, 16): “Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos atestar estas coisas a respeito das igrejas. Eu sou a raiz e o descendente de Davi, a estrela radiosa da manhã.”
O hexagrama representava “equilíbrio e harmonia” em todas as facetas do mundo. Outra publicação maçônica associa o hexagrama com o infame símbolo chinês do Yang e Yin.


A cultura árabe

A cultura árabe
A cultura árabe manifestou-se principalmente na arquitetura e na literatura. A arquitetura árabe foi grandemente influenciada pela arquitetura persa, indiana e bizantina. As edificações mais célebres foram as mesquitas, construções requintadas e decoradas luxuosamente com fragmentos das sentenças do Alcorão, figuras geométricas, plantas e flores, formando belíssimos arabescos. A representação de figuras humanas ou de animais era proibida.
Na poesia destacou-se Muttanabi, que viveu nos fins do século X, porém o mais conhecido foi Omar Kayam, autor do famoso Rubaiyat (quadras ou quartetos), que ficaram conhecidos a partir da tradução de Edward Fitzgerald, em 1839. O mais famoso exemplo da prosa muçulmana é a coleção de histórias denominada Mil e uma noites que reúne fábulas, histórias de aventuras, anedotas e contos familiares, geralmente reflexos da vida requintada do califado de Bagdá.
Na matemática, os árabes desenvolveram os algarismos arábicos, a álgebra e o emprego do zero. Na medicina, os alquimistas árabes foram os precursores da química moderna. Conta-se que as preocupações com a natureza e a transformação ocorrida nos corpos fizeram com que os alquimistas buscassem o elixir da longa vida. Os resultados obtidos foram bem mais modestos, mas permitiram a descoberta de novos compostos químicos como o álcool, assim como as propriedades fundamentais dos ácidos e sais.
Na filosofia, os árabes foram sensíveis à influência de Aristóteles. Aliás, foi através desse povo que a Idade Média Ocidental se impregnou do pensamento aristotélico. Seus maiores pensadores foram os médicos Avicena e Avirrois, muito lidos, sobretudo, nas escolas e universidades medievais até o século XVII. A efervescência cultural durante a Idade Média foi alvo de forte influência desses médicos. Então poderíamos dizer que a cultura ocidental do período se desenvolveu graças à grande influência da civilização árabe – e mais do que da civilização bizantina, foi dela que a cristandade no medievo herdou os legados da ciência e da filosofia helênica.
A contribuição árabe foi fundamental para a construção da cultura ocidental tal como é hoje. Ao longo de oito séculos, os muçulmanos traduziram, por vezes corrigiram e difundiram o conhecimento clássico grego entre si, salvando e entregando aos europeus, que viviam então na Idade Média, um vasto saber. No livro A Casa da Sabedoria, o americano Jonathan Lyons, se dedica a mostrar como os árabes foram inclusive responsáveis pela Renascença, período cuja autoria os humanistas europeus procuraram tomar.
A cultura árabe manifestou-se principalmente na arquitetura e na literatura. A arquitetura árabe foi grandemente influenciada pela arquitetura persa, indiana e bizantina. As edificações mais célebres foram as mesquitas, construções requintadas e decoradas luxuosamente com fragmentos das sentenças do Alcorão, figuras geométricas, plantas e flores, formando belíssimos arabescos. A representação de figuras humanas ou de animais era proibida.
Na poesia destacou-se Muttanabi, que viveu nos fins do século X, porém o mais conhecido foi Omar Kayam, autor do famoso Rubaiyat (quadras ou quartetos), que ficaram conhecidos a partir da tradução de Edward Fitzgerald, em 1839. O mais famoso exemplo da prosa muçulmana é a coleção de histórias denominada Mil e uma noites que reúne fábulas, histórias de aventuras, anedotas e contos familiares, geralmente reflexos da vida requintada do califado de Bagdá.
Na matemática, os árabes desenvolveram os algarismos arábicos, a álgebra e o emprego do zero. Na medicina, os alquimistas árabes foram os precursores da química moderna. Conta-se que as preocupações com a natureza e a transformação ocorrida nos corpos fizeram com que os alquimistas buscassem o elixir da longa vida. Os resultados obtidos foram bem mais modestos, mas permitiram a descoberta de novos compostos químicos como o álcool, assim como as propriedades fundamentais dos ácidos e sais.
Na filosofia, os árabes foram sensíveis à influência de Aristóteles. Aliás, foi através desse povo que a Idade Média Ocidental se impregnou do pensamento aristotélico. Seus maiores pensadores foram os médicos Avicena e Avirrois, muito lidos, sobretudo, nas escolas e universidades medievais até o século XVII. A efervescência cultural durante a Idade Média foi alvo de forte influência desses médicos. Então poderíamos dizer que a cultura ocidental do período se desenvolveu graças à grande influência da civilização árabe – e mais do que da civilização bizantina, foi dela que a cristandade no medievo herdou os legados da ciência e da filosofia helênica.
A contribuição árabe foi fundamental para a construção da cultura ocidental tal como é hoje. Ao longo de oito séculos, os muçulmanos traduziram, por vezes corrigiram e difundiram o conhecimento clássico grego entre si, salvando e entregando aos europeus, que viviam então na Idade Média, um vasto saber. No livro A Casa da Sabedoria, o americano Jonathan Lyons, se dedica a mostrar como os árabes foram inclusive responsáveis pela Renascença, período cuja autoria os humanistas europeus procuraram tomar.
https://www.facebook.com/lojafilhosdolibano/?fref=photo
Assinar:
Postagens (Atom)