domingo, 13 de março de 2016

Hana Matsuri 2016

http://www.tadaimacuritiba.com.br/hana-matsuri-2016/


Hana Matsuri 2016
Acólitos e monges logo após o cortejo do Hana Matsuri 2015
É chegado aquele momento do ano em que anunciamos o primeiro festival japonês do sul do mundo! O Hana Matsuri 2016 acontecerá dias 09 e 10 de abril, das 11h às 19h, no Parque São José dos Pinhais (assim como no ano passado). O evento é conhecido como Festival das Flores, pois celebra o nascimento de Buda (Xaquiamuni), comemorado todos os anos no dia 08 de abril.

Confirme sua presença no evento

A praça de alimentação com pratos típicos e a feira de artesanatos e produtos orientais já são marca registrada em todos os festivais. No entanto, vale sempre ressaltar que o Hana Matsuri é um evento mais compacto, quando comparado com o Imin Matsuri e o Haru Matsuri dos últimos anos. Por isso, meu conselho é que você chegue cedo ao festival caso queira aproveita-lo ao máximo.
As principais atrações do evento são o cortejo dos acólitos, que ocorrerá no sábado por volta das 14h e o banho de chá doce no pequeno Buda. Os participantes do ritual do Kambutsu-e (灌仏会) podem fazer seus pedidos enquanto banham a imagem de Buda no Hanamido.
Hana Matsuri 2016
Hanamido com a imagem do pequeno Buda cercado por flores, assim como em seu nascimento

Sobre a origem do Hana Matsuri

De acordo com a sua biografia, no momento de seu nascimento, uma música celestial ecoou pelos quarto cantos do universo e todos os seres que habitavam o mundo sentiram uma grande bem aventurança. As flores desabrocharam mostrando todo o seu colorido e do céu caiu uma suave chuva de nectar.
Existem várias denominações para o Buda : Xaquiamuni, Oshakasama, Shakuson que significam “ pessoa venerável da família Shaka”.
O nascimento do Buda ocorreu há aproximadamente 2630 anos, no nordeste da India e quando criança era chamado de Sidharta Gautama. Sidharta era filho de rei Sudhodana e da rainha Maya.
O seu nascimento é precedido por um fenômeno muito interessante. Certa noite a rainha Maya teve um sonho estranho. Um elefante branco surgira e entrara em seu corpo através de sua axila direita. Muitos interpretaram o sonho como um bom presságio, pois entendiam que em breve a rainha conceberia um filho. Assim, os budistas do mundo inteiro fazem questão de incluir nas comemorações do nascimento do Buda a imagem de um elefante branco, pois ele é o mensageiro do seu nascimento.

sábado, 12 de março de 2016

BENDITAS MANDALAS -Arte sagrada oriental

Mandala é uma palavra que vem do sânscrito - significa círculo. Também possui outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia. É o símbolo da totalidade, da integração e da harmonia.

Em várias épocas e culturas, a mandala foi usada como expressão científica, artística e religiosa. Podemos ver mandalas na arte rupestre, na arte sacra, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras indianos, nas mandalas e thankas tibetanas, em vitrais e abóbadas das grandes catedrais européias, em porcelanas chinesas e gregas, na arte indígena e rupestre, nas danças circulares, nos rituais de cura e arte indígenas, na alquimia, na magia e nos escritos herméticos.

Também a astrologia utiliza a forma mandálica para diagramar o zodíaco. O diagrama astrológico contém doze setores de 30 graus cada um, onde estão colocados os signos do zodíaco. Quando o astrólogo faz a leitura de um mapa natal, percorre cada um desses setores.

A forma mandálica pode ser encontrada em todo lugar, na Terra e no Cosmo: a célula, o embrião, as sementes, o caule das árvores, as flores, os cristais, as conchas, as estrelas, os planetas, o Sol, a Lua, as nebulosas, as galáxias. A própria Terra foi formada por uma explosão de forma mandálica.

Se observarmos à nossa volta, perceberemos estruturas mandálicas onde nunca pensaríamos haver: o pão ou o macarrão que comemos começam com a massa que depois de amassada vira uma bola – mandala tridimensional – para crescer. O prato onde comemos tem a forma circular, e quando nos servimos formamos uma mandala colorida, que irá nos alimentar e nos nutrir.
Para que serve a Mandala?
Pode ser utilizada na decoração de ambientes, na arquitetura, ou como instrumento para o desenvolvimento pessoal e espiritual. A mandala pode restabelecer a saúde interior e exterior. Podemos usar uma mandala como terapia para a cura emocional. Também para a cura de ambientes, para contemplação espiritual-religiosa ou para preparar um espaço especial, dedicado à meditação ou sessões de cura.

Muitos templos usam a geometria sagrada e a forma circular em suas construções. Desta forma criam uma aura protetora e especial no lugar. Os budistas construíram as famosas Stupas, que são lugares consagrados à oração. Dentro delas há relíquias de mestres iluminados, orações, pedras especiais e outros apetrechos sagrados. Elas possuem forma mandálica e os seguidores as reverenciam. Também é pratica dentro do budismo a oferenda de mandalas para divindades.

Jung diz: “A mandala possui uma eficácia dupla: conservar a ordem psíquica se ela já existe; restabelecê-la, se desapareceu. Nesse último caso, exerce uma função estimulante e criadora.”

Qualquer pessoa pode trabalhar com mandalas, tanto com a ajuda de um terapeuta, quanto sozinho. Podemos confeccionar e colorir mandalas ou apenas meditar com elas. A mandala irá colocar, de forma sutil, no lugar certo aquilo que se encontra fora de lugar.

Outros benefícios deste trabalho:
- Curar e prevenir o estresse;
- Preservar e organizar a saúde psíquica;
- Aumentar a capacidade de atenção e de concentração;
- Aumentar a capacidade de receptividade;
- Proporcionar harmonia, calma e paz interior;
- Aumentar a criatividade;
- Ampliar a consciência;
- Desenvolver a ligação com o Eu Superior;
- Integrar e harmonizar o lado esquerdo do cérebro (racional) com o lado direito (sensível).

O trabalho com mandalas é uma forma carinhosa de abrir o coração para a criatividade, a intuição e o amor.

(Obs: as mandalas deste post não são de minha autoria, foram colhidas em pesquisa no google)
http://www.marcelodalla.com/2010/04/benditas-mandalas.html

VIA CRUCIS -Arte sacra crista catolica

VIA CRUCIS 2



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OITAVA ESTAÇÃO- JESUS ENCONTRA AS MULHERES DE JERUSALÉM

 

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NONA ESTAÇÃO- JESUS CAI PELA TERCEIRA VEZ 

 

 

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 DÉCIMA ESTAÇÃO - JESUS É DESPOJADO DE SUAS VESTES

 

 

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DÉCIMA PRIMEIRA ESTAÇÃO- JESUS É PREGADO NA CRUZ 

 

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DÉCIMA SEGUNDA ESTAÇÃO- JESUS MORRE NA CRUZ

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DÉCIMA TERCEIRA ESTAÇÃO- JESUS É DESCIDO DA CRUZ

 

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DÉCIMA QUARTA ESTAÇÃO- JESUS É SEPULTADO 

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DÉCIMA QUINTA ESTAÇÃO- JESUS RESSUSCITA

http://rqbezz.blogspot.com.br/2014/04/via-crucis-2.html

sexta-feira, 11 de março de 2016

Bem Vindo !!! Ahlan Wa Sahlan

A caligrafia é a mais sublime das artes islâmicas e a expressão mais típica do espírito muçulmano. “O teu Senhor – revela o Alcorão -, ensinou ao homem o que ele não conhecia”.Como Deus, por intermédio do anjo Gabriel, falou em árabe e as Suas palavras foram escritas em árabe, a língua e a escrita são consideradas tesouro inestimável por todos os muçulmanos. Só entendendo-as os homens poderiam esperar compreender o pensamento de Deus. Os muçulmanos não podiam ter uma missão mais importante que a de conservar e transmitir tesouro tão valioso.
Por isso, usaram a caligrafia como expressão religiosa e, no decorrer do tempo, a escrita tornou-se uma arte muito respeitada.
A caligrafia árabe foi considerada, para o Islã, como uma arte estética de grande importância, pois reflete o espírito da civilização árabe-islâmica. Ao formar os caracteres da escrita à sua maneira, com muito gosto e finura, a caligrafia provou que as letras podiam se transformar em um instrumento dócil capaz de fazer resplandecer a beleza e extrema delicadeza dos caracteres árabes. Em pouco tempo a caligrafia árabe progrediu e se tornou um meio de ornamentação.
“Os caracteres árabes, fazem parte integrante de duas artes importantes de que se orgulha a civilização árabo-islâmica: o arabesco e a arte de formar as letras”. É, portanto uma simbiose de múltiplos elementos. Isto, naturalmente, contribui para fazer sobressair o seu esplendor estético.
Para atingir o ideal, o calígrafo inspirou-se na arquitetura árabe, nos valores espirituais do Islã e nas formas abstratas que são muito apreciadas no mundo islâmico. Estas formas, no entanto, são os símbolos de uma espiritualidade avançados e de um sentido da estética refinados.
Os caracteres árabes são de uma maleabilidade incomparável. Podem ser talhados de diferentes maneiras para tomar, finalmente, a forma de um monumento, de uma flor, de um vaso, de um pássaro, de um qualquer animal. Isto lhe confere, praticamente, uma riqueza ornamental ilimitada.
A caligrafia árabe possui seis estilos principais:

ما را بس majid derakhshani mahbanoo ensemble ma ra bas