segunda-feira, 22 de abril de 2013

ISLAM NA REVISTA CLÁUDIA

Com a colaboração da jornalista Monica Nasser e outras da USP, a revista Cláudia, publicada pela editora abril, de circulação nacional, publicou na edição deste mês de abril de 2013 uma matéria sobre as muçulmanas que vivem na cidade de Foz do Iguaçu, interior do Paraná. 

A cidade foi escolhida por abrigar o maior número de muçulmanos de todo o país, e foram entrevistada na revista libanesas, descendentes de libaneses com brasileiras, e brasileiras, todas muçulmanas.


http://islamismobr.blogspot.com.br/2013/04/islam-na-revista-claudia.html?showComment=1366682704997#c2978817296406287932

Confira blog de Adriana Mello,assim Ensino Religioso é pluralista!Tema:SAGRADO


Confira a atividade realizada com os alunos, com o tema SAGRADO.
http://ensinoreligiosoemsala.blogspot.com.br/2013/04/o-que-e-sagrado-para-voce.html

POVO JUDEU E O SEU LIVRO SAGRADO



Curtam >> Coisas de Judeu <<
Chat com músicas judaicas 24 horas: http://xat.com/CoisasdeJudeu2

Jornal "O Transcendente"


Jornal o Transcendente


um produto da Editora Mundo e Missão
www.otranscendente.com.br

“Uma boa ação é aquela que faz aparecer um sorriso no rosto do outro”. Maomé

Foto: “Uma boa ação é aquela que faz aparecer um sorriso no rosto do outro”.

Maomé

Rachel Hyman sings Kedusha.cURTAM A MÚSICA JUDAICA LINDAMENTE !!

The Kedushah (Hebrew: קדושה‎) is traditionally the third section of all Amidah recitations. In the silent Amidah it is a short prayer, but in the repetition, which requires a minyan, it is considerably lengthier. The liturgy varies among different communities and during different services, but they all hold in common three lines from the Bible (though translations vary): Kadosh Kadosh Kadosh Adonai Tz'vaot M'lo Khol Ha'aretz K'vodo ("Holy, Holy, Holy, The Lord of Hosts, The entire world is filled with His Glory"), Baruch K'vod Adonai Mim'komo ("Blessed is the Glory of the Lord in Its Place"), and Yimloch Adonai L'Olam, Elohayich Tziyon L'dor Vador Hall'luyah ("The Lord shall reign forever, Your G-d, O Zion, from generation to generation, Hallelujah")
The Kedushah is enhanced during the morning and Musaf services of Shabbat and Festivals and between the biblical verses there are more praises. The Musaf service of Shabbat and Festivals as well as all of the Kedushahs of Yom Kippur additionally contain the opening line of the Shema.
There is also something called the Kedushah D'Sidrah which is recited at the conclusion of weekday morning services, at the beginning of the afternoon services of Shabbat and Festivals, the conclusion of the evening service of Saturday night, and the beginning of the Neilah service at the end of Yom Kippur. This is different than the Kedushah of the Amidah as it does not require a minyan and it includes an Aramaic recapitulation (Targum) of the three aforementioned biblical verses of the Kedushah.[1]

Cantora Rachel Hyman canta a oração do Kedushah, particulparmente perfeitamente bem. (quando eu achei que sabia cantar...) 

domingo, 21 de abril de 2013

RETÃ PORÃ: O ESPAÇO SAGRADO


Awaju Poty omombeu:
          Todo tempo e todo espaço é sagrado quando consagramos nossas vidas. Porém, sempre há um lugar ou um tempo que é especialmente sagrado para cada um de nós. O meu espaço/tempo sagrado, por excelência, é o Tekowa, a minha aldeia; ou, qualquer outro Tekowa Ñandewa Guarani, ou seja, o território onde vivemos a nossa maneira de ser em plenitude. E, o coração do meu espaço sagrado é o Tata Portã do Opy, a casa de reza/meditação/dança; mas também o Ma’ety, lugar onde esta o desenho de plantio do Awaxy, o milho sagrado e as plantas sagradas.
          Porém nos últimos tempos tenho viajado muito, dando recitais de canto e harpa Guarani. E aprendi a criar o meu espaço sagrado em qualquer circunstância. Muitas vezes faço isso em um quarto de hotel.
          Em um quarto de hotel não posso acender um Tata Porã, fogo sagrado, então acendo um Tataendy, uma vela. Não posso acender o Petyngua, o cachimbo, então acendo um incenso. Sento em meu Apyka, meu Apyka é uma pele de cordeiro que me foi ofertada por meus irum, irmãos do Uruguai. Quando estou com a harpa, toco e canto; toco a harpa e canto baixinho para não incomodar os outros hóspedes; quando não estou com a harpa, toco o berimbau, monocórdio.
          Quando canto um Mborai, evoco o sagrado, então o tempo e o espaço se tornam para mim sagrado; mesmo no caso de ser um quarto de hotel ou um teatro. No caso do teatro, para muitas das pessoas que me assistem aquele é o momento de um recital, para mim, um Ara Porã, um momento sagrado.
          Há ocasiões em que não posso fazer nenhum ritual, nenhuma cerimônia e, nem cantar ou tocar, como por exemplo, dentro de um avião; nesse caso apenas respiro silenciosamente o nome evocativo de um Mboruwyxawete, espírito ou anjo, força telúrica, numinosa que me coloca em uma dimensão tempo/espacial sagrada.
          Assim, diria que espaço sagrado e, tempo sagrado é algo que desfruto com prazer infindo e que é tudo quanto necessito. Então, tudo e, qualquer lugar se torna sagrado; em última instância, quase tudo se torna um deleite continuo e crescente todo o tempo e em qualquer lugar. Isto foi o que aprendi nas circunstâncias em que Ñamandu, a “natureza de todos os mundos”, me colocou.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Livros Sagrados e Textos Sagrados:


Conhecemos pelo menos dois livros sagrados que são a Torá do Judaísmo e a Bíblia do Cristianismo que disponho logo abaixo. A seguir veremos mais três livros sagrados.


A Torah: 

A Torá ou Pentateuco, de acordo com os judeus, é considerado o livro sagrado que foi revelado diretamente por Deus. Fazem parte da Torá : Gênesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronômio. O Talmude é o livro que reúne muitas tradições orais e é dividido em quatro livros: Mishnah, Targumin, Midrashim e Comentários.


A Bíblia:


Uma das mais antigas obras literárias da humanidade, a Bíblia é o também o mais disseminado livro de todos os tempos, pelo menos metade da humanidade já teve a oportunidade de examinar uma, já foi traduzida em praticamente todas as línguas e está disponível em quase todos os cantos do mundo.


 O Alcorão:

Livro fundador da religião islâmica, o Alcorão ou Corão teria sido composto a partir das revelações de Deus a Maomé, mediadas pelo arcanjo Gabriel. A palavra vem do árabe qur'ãn (leitura), e todo mulçumano deve conhecê-lo profundamente.


O Dhammapada:

Vários livros são essenciais para a religião budista, mas o Dhammapada (caminha da virtude) pode ser considerado o conjunto de ensinamentos básicos do Budismo. Isso se deve ao fato de ser a coletânea de provérbios que o próprio Buda teria proferido durante 45 anos de pregação espiritual.


O Bhagavad Gita:

É o livro mais influente da religião hindu. O título significa "canção do Senhor", e a obra faz parte do monumental Mahabhárata, o maior épico já escrito, com 100.000 estrofes. O Bhagavad Gita teria aparecido pela primeira vez no século III  a.C. E é tão importante para os seguidores da religião hindu que se acredita que a leitura dos versos é capaz de aniquilar todos os pecados.

Veja no vídeo entrevista com o teólogo Erni Seibert que fala sobre um dos livros mais vendidos no mundo: a Bíblia, no programa OLGA BONGIOVANNI da REDE APARECIDA.






                                 TEXTOS ORAIS E ESCRITOS – SAGRADOS

“A regra de ouro consiste em sermos amigos
do mundo e em considerarmos toda família humana
como uma só família. Quem faz distinção
entre os fiéis da própria religião e os de outra,
deseduca os membros da sua religião e abre caminho
para o abandono, a irreligião”. 
Mahatma Gandhi

Os textos sagrados são uma forma de
expressar e disseminar os ensinamentos
das diversas tradições/manifestações
religiosas. Ao articular os textos sagrados,
por exemplo, aos ritos, às festas
religiosas e às situações de nascimento
e morte, as diferentes tradições/manifestações
religiosas visam criar mecanismos
de unidade e de identidade do seu grupo
de seguidores, de modo a assegurar
que os ensinamentos sejam consolidados
e transmitidos às novas gerações e aos
novos adeptos. Podem ser retomados em
momentos coletivos e individuais para
responder às problemáticas do cotidiano, bem como para orientar
a conduta de seus seguidores. Diversificadamente, todas as pessoas,
particularmente ou em sociedade, procuram, dentro de suas
possibilidades e contingências, caminhos para bem conduzir a vida.
Por isso é que se deve ter em mente a necessidade de se respeitar
os rumos encontrados por cada um.
Entendendo esta perspectiva, os textos sagrados registram os
fatos relevantes da tradição/manifestação religiosa: as orações, os
sermões, a doutrina, a história, etc. Constituindo-se, desta feita, o
fundamento no substrato social, tanto no cotidiano coletivo como
na orientação das práticas religiosas, da crença de seus seguidores.
Assim, o que caracteriza um texto como sagrado é o reconhecimento,
pelo grupo que o acolhe, de que transmite uma mensagem ou,
ainda, de que favorece uma aproximação, uma religação, entre os
adeptos e o sagrado.
A compreensão, a interpretação e a significação do texto podem
ser modificadas, conforme a passagem do tempo para corresponder
às demandas do tempo presente, contextualizando-se a cada momento.
Pode, também, sofrer alterações de juízo, de conceitualização, causadas pelas diversas interpretações secundárias, diferentes
das intenções do texto original.
O sagrado expresso e comunicável está presente nas mais diferentes
tradições religiosas, apresentado sob muitas formas. Culturas
ágrafas, por exemplo, possuem o texto oral, que, pela chegada
da escrita, foi ou não registrado.
Os textos sagrados nascem do mito, pois, nesta forma simbólica
de expressão, as pessoas buscam encontrar explicações para a sua
realidade, orientações para a vida e para o pós-morte.
Entre as funções dos textos sagrados, está também a tentativa
de se manter os sonhos e utopias das pessoas. Os textos sagrados
fazem com que elas mantenham vivas suas esperanças, seus ideais,
acreditando ser possível realizar suas expectativas de construção
de uma existência o melhor possível, enfim, de um mundo melhor.
A palavra escrita, ao ser interpretada, pode trazer um único sentido
ou múltiplos sentidos, podendo ou não estar disponível a possibilidade
de interpretação por parte dos fiéis ou seguidores. Para
aquelas que argumentam que o texto não pode ser interpretado pelos
fiéis, a revelação do divino é tida como única e inquestionável.