sábado, 23 de janeiro de 2016

Um Passeio Pelos Símbolos Celtas

A Irlanda é o país, dentre os que ainda guardam os traços das civilizações celtas, que os têm de forma mais evidente nos dias de hoje. A rica mitologia desses povos alimenta histórias como as do Rei Artur, Avalon e também a Espada de Escalibur.
A cultura celta, embora recheada de rituais até hoje desconhecidos e polêmicos, era uma das mais avançadas do seu tempo. Isso por que os celtas tinham traços artísticos muito fortes e conheciam bem a astrologia e a astronomia. Para realizar seus rituais e canalizar as energias mágicas, eles criaram alguns símbolos que são referência na Irlanda até hoje. Com certeza você já viu ou ainda vai ver alguns deles pela Ilha. Como os celtas deixaram pouca coisa escrita, é difícil precisar o significado dos símbolos. Muitos são apenas palpites, mas despertam curiosidade e encanto.
Triskel ou Espiral Tripla:
A junção de três espirais é um antigo símbolo indo-europeu, também usado pelos germânicos e gregos. O número 3 era considerado sagrado pelos celtas e a tríade está repleta de significados diferentes; o céu, o mar e a terra; o corpo, a mente e o espírito; primavera, verão e inverno; as três faces da deusa: donzela, mãe e anciã; o nascimento, a vida e a morte. Em todos eles há a representação do movimento e do equilíbrio.
Triketra ou Triquetra:
Novamente uma tríade, as três pontas entrelaçadas estão associadas à deusa-mãe. Mais tarde foi adotado pelos cristãos para simbolizar a santíssima trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Outras representações de nós também são encontradas em peças de arte celtas, com diferentes significados. Acredita-se que os nós representam a ligação entre as energias da natureza.
Cruz Celta:
A cruz é um símbolo antigo, que surgiu muito antes do cristianismo. As interpretações da simbologia da cruz celta, que leva um círculo no centro, são várias e divergentes. Na Irlanda, uma lenda muito conhecida diz que São Patrício misturou a cruz católica ao círculo, que seria o símbolo do Sol, cultuado pelos pagãos da época. Outras histórias dizem que o círculo é apenas um símbolo da eternidade ou ainda que a cruz sobre o anel representa a repressão do catolicismo às religiões pagãs. Outros historiadores alimentam a crença de que a cruz celta é um símbolo pagão, criado pelos celtas e “roubado” pelos cristãos.
Árvore da Vida:
Como os celtas reverenciavam a natureza, as árvores eram sagradas para eles. As raízes cravadas na terra e o ciclo da vida representado na árvore eram fortes simbologias. A árvore da vida não é exclusividade dos celtas. Assim como outros símbolos, ela aparece em uma infinidade de culturas e religiões.
Por Elaine Wzorek
Fonte original do texto: e-Dublin.com.br
Fontes: A cura pelo Reiki, The Everything Celtic Wisdom Book, Stephen Walker – Celt Arts.

Guia de Visitação ao Cemitério Municipal São Francisco de Paula Claris...

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Convite: XVIII Conferência Estadual Espírita do Paraná

El Arte de la pintura tibetana. Tiffany Gyatso

Links de artistas e projetos com todas a formas e expressões de arte ligadas ao budismo e ao trabalho social. Acesse nossas páginas no facebook: budismo engajado e budismo petrópolis

https://budismopetropolis.wordpress.com/arte/
Matthieu Ricard

Monge budista, professor, empreendedor social e fotógrafo. Veja o belo trabalho fotográfico de Matthieu Ricard, no alto da página há um menu com os diferentes lugares que Ricard fotografou. O Monge fotógrafo tem alguns livros em português sobre o caminho budista e a meditação. “A Arte de Meditar”, “Felicidade” e “Altruísmo”. Saiba mais sobre seu trabalho social. 
Ani Choying Drolma
choying-drolmaMonja budista nepalesa. Musicista com vários trabalhos. Veja algum dos seus trabalhos aqui. Empreendedora social, fundou a Arya Tara School, para crianças no Vale de Kathmandu, Nepal. Fundou um hospital, trabalha em projetos de purificação da água para a populaçãoe produção de bio gás, e ainda conduz um projeto de assistência aos animais de rua. Leia sobre os projetos. Tem publicado em português o livro “Cantando para a Liberdade”. Saiba mais sobre Ani Choying Drolma. Ajude e apoie o trabalho social de Ani Choying Drolma, clique aqui.
Norbulinka Institute – Escola de artes tibetanas, preservação e cultura.
norbulinkaO Instituto se localiza em Dharamsala, Índia, próximo à residência de Sua Santidade o Dalai Lama. É possível fazer cursos e se hospedar, bem como adquirir os trabalhos artísticos, thangkas do Norbulinka. Ao adquirir os produtos do Instituto você contribui para os projetos sociais.clique aqui e veja os produtos. Clique aqui e saiba mais sobre os cursos.

Tiffani Gyatso
tiffani
Artista plástica, estudou arte tibetana no Norbulinka Institute, durante 3 anos, em Dharamsala, Índia. Coordenou e executou o trabalho de pintura do Templo Caminho do Meio em Viamão-RS. Tiffani estará ensinando em janeiro de 2015 na Índia, saiba mais… Tiffani faz cursos regulares de pintura tibetana, no Brasil. Clique aqui e saiba mais.
Assista um trailler da pintura do Templo Caminho do Meio.
Melissa Flores
Cineasta, filmou o documentário “YATRA – uma viagem externa, interna e secreta”. Jornada espiritual aos locais por onde Buda passou na Índia. Filmou o trailler acima, do trabalho de Tiffani Gyatso.
Michael Ash
Fotógrafo (foto acima), criou o Yogini Project, que apoia a prática e preserva a memória da mulher no budismo. Co-participante e co-fundador do projeto Dharma Eye, onde um grupo de fotógrafos budistas apoiam e preservam a prática e história do Dharma.

Transformando a Raiva em Bondade Amorosa - Mingyur Rinpoche

Tudo o que você gostaria de saber sobre macumba e nunca teve coragem de ...