terça-feira, 9 de junho de 2015

DEUS SEGUNDO VÁRIAS RELIGIÕES_SÉRIE SAGRADO

Kymatica | Full Legendado HD Brasil | Cimática



O UNIVERSO SOMOS NÓS
Este documentário produzido por Benjamin e Daniel Stewart no ano de 2009, sintetiza teorias e defende que eventos no planeta são nossa consciência evoluindo.

Avança mais em aspectos metafísicos e conecta antigos mitos e a história escondida com as modernas falsas crenças.

Explicando a razão da humanidade permanecer em um constante estado de competição em vez de cooperação.
Afinal o que é Kymatica ou (Cimática em português) ?
O termo Kymatica ou cimática em português foi cunhado pelo cientista suíço Hans Jenny.

Deriva do grego kyma (κύμα), que significa "onda", e ta kymatika (τα κυματικά), que significa "assuntos referentes a ondas".

Tudo que capturamos como informação do ambiente através dos 5 sentidos são recebidos através de vibrações, frequências, ondas bioenergéticas que nos direcionam para nosso destino quando agem coerentemente com nossa programação.

Se há medo Global -- há uma ressonância negativa.

Se há alegria e confiança Global -- há uma ressonância positiva.

Certas frequências afetam a nossa estrutura genética, nosso DNA.

Qual é o objetivo?

Entender o TODO e sair desse sofrimento carnal.

Mas para entender seus benefícios é preciso ter

CONHECIMENTO!
Nosso cérebro enxerga holograficamente através de informações matemáticas que são enviadas e captadas pelos 5 sentidos.

Sair dessa programação agora, não é tarefa fácil.

Levamos bilhões de anos para sermos do jeito que somos e não é de uma hora para outra que vamos mudar radicalmente essa programação.

Ela está entranhada em nosso DNA!

Precisamos desprograma-la para tal.

Como?

Conhecimento!

Aprofunde nas pesquisas!

Empenhe-se!

"O conhecimento LIBERTA, mas é a AÇÃO que realiza".
É necessário transformar a informação em conhecimento,

depois, transformar conhecimento em sabedoria!
"Toda verdade passa por três estágios.

No primeiro, ela é ridicularizada.

No segundo, é rejeitada com violência.

No terceiro, é aceita como evidente por si própria."

( Schopenhauer )
"Conhecer a nossa própria escuridão é o melhor método para lidar com a escuridão de outras pessoas."

( Carl Jung )
É importante que saiba:

Todo o áudio do vídeo foi remasterizado para a frequência

harmônica de 432 Hertz, incluindo as músicas.

Ou seja, está afinado com o universo!

Mas... isso é assunto para um novo vídeo...

Projeto que combate bullying nas escolas tem 87 mil estudantes envolvidos

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Projeto que combate bullying nas escolas tem 87 mil estudantes envolvidos


Postado por: TÁLITA RASOTO 
Fonte: Por Cristiane Guancino
Data de publicação: 09/06/2015



http://www.cidadedoconhecimento.org.br/cidadedoconhecimento/cidadedoconhecimento/index.php?subcan=7&cod_not=41585&PHPSESSID=bfffef5564620f0110a810ef932dc66e









O projeto Bullying não é Brincadeira da Secretaria Municipal da Educação completa um ano nesta terça-feira (9). Envolve 81 mil estudantes de 107 escolas municipais e dezenas de professores promovendo a cultura da paz, respeito à singularidade e à diversidade no ambiente educacional, em especial entre as pessoas com deficiência.

A adesão ao projeto é opcional, cabendo às escolas decidirem pela proposta de prevenir as agressões entre os estudantes a partir de duas frentes. A primeira, de orientar os profissionais das escolas, centros municipais de educação infantil (CMEIs) e demais unidades escolares sobre o que deve ser feito para evitar bullying. A segunda é envolver de forma lúdica e atrativa os estudantes e suas famílias na discussão sobre a necessidade de respeito à singularidade e diversidade de todos no ambiente educacional. “A intenção é de que todos os 140 mil estudantes façam parte do projeto, porém, chegarmos a 107 unidades em apenas um ano, com tantos estudantes envolvidos demonstra que oprojeto tem sido bem aceito e muito bem desenvolvido nas escolas”, diz a secretária municipal da Educação, Roberlayne Borges Roballo.

Bullying é o termo em inglês adotado para definir os atos violentos, intencionais e repetidos cometidos contra uma pessoa indefesa que causam danos físicos e psicológicos aconteçam. Para discutir o assunto tão sério e contar com o envolvimento das crianças foram produzidos pela Coordenadoria de Atendimento as Necessidades Especiais (Cane) kits compostos por cinco bonecos coloridos, confeccionados em material plástico e acompanhados de uma apostila que apresenta as singularidades de cada personagem.

Lilo, Max, Nina, Teco e Lisa tornam mais dinâmica e divertida a abordagem do assunto com as crianças. Embora fictícios, os personagens têm características que são facilmente encontrados no ambiente escolar. Lilo é uma pessoa com autismo, o colega Teco tem deficiência visual, Lila não ouve e não fala, enquanto Max é usuário de cadeira de rodas. Devido ao tratamento de uma leucemia, Nina perdeu os cabelos e é careca.

A escola que adere ao projeto recebe um kit com cartilhas que orientam o trabalho do professor. Cada unidade desenvolve atividades conforme suas necessidades de abordar o tema. Desde o lançamento, que contou com uma palestra proferida pelo psicólogo e mestre em educação, Marcos Meier, muitas atividades foram desenvolvidas. Entre elas a formação e orientação para os profissionais trabalharema temática e a promoção de discussões e práticas relacionadas ao bullying.

“A implantação do projeto comprovou a possibilidade de mudança de cultura por meio da sensibilização e reflexão sobre a importância do tema para a convivência pacífica entre estudantes e na sociedade”, disse uma das idealizadoras do projeto e integrante da Coordenadoria de Atendimento às Necessidades Especiais, Viviane Maito.

Neste um ano, os personagens do projeto ilustraram desenhos e produções dos estudantes. Também fizeram parte de pinturas e grafitagem em muros e paredes de algumas escolas. O quinteto virou tema de letra de rap escrito e cantado por estudantes, inspirou a criação de peças teatrais, atividades nas aulas de arte, entre outras ações.

Uma das atividades de grande repercussão dentro do projeto foi a criação da vacina antibullying, realizada em algumas escolas e estendida em uma ação na Praça Rui Barbosa.

Equidade

No início deste ano, 65 escolas se integram ao projeto sendo destas 47 integrantes também do projeto Equidade, recentemente lançados para promover a diminuição da desigualdade e ao reforço das singularidades nas escolas da rede.

Os representantes escolhidos pelas unidades assistiram a palestras sobre o tema, além de receber os kits. As próximas ações do projeto Bullying não é Brincadeira são a efetivação de atividades nas unidades que ainda não tinham o projeto proporcionando momentos de formação com todas as unidades participantes.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Tabu para os católicos, sacerdotisas são comuns em outras religiões

Tabu para os católicos, sacerdotisas são comuns em outras religiões

27/07/2014 16:58
Cristiane Sagioratto, Da Redação 
Num mundo em que a igualdade entre os sexos é tida com um direito, muitos questionam se um dia a Igreja Católica abrirá a possibilidade de ordenação sacerdotal para as mulheres. O Vaticano não admite a ordenação de mulheres como sacerdotes, por outro lado é admitida em outras igrejas brasileiras como a Batista, Metodista, Anglicana e Luterana. Estas denominações religiosas vêem um número crescente de pastoras ocuparem cargos cada vez mais importantes nos templos religiosos.   O Vaticano se baseia no exemplo bíblico, de que Jesus escolheu homens para serem ordenados sacerdotes
Já os metodistas aceitam pastoras há 40 anos no Brasil e, em 2001, uma mulher foi nomeada bispo pela primeira vez. A chance de mulheres assumirem igrejas católicas, sinagogas e mesquitas, porém, permanece reduzida. Segundo a pastora Elisângela Borthardt Rower, 36, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil com sede no Bairro Araés em Cuiabá, a sua Igreja foi a primeira no país a iniciar a ordenação feminina. Conforme Rower, já foram eleitas 18 pastoras ao cargo de bispas em todo o Brasil. As últimas duas concorreram ao bispado no Rio Grande do Sul e em Rondônia.  Em Cuiabá, não há registros de bispas eleitas. Elisângela iniciou como ministra da Igreja luterana em fevereiro de 2006. “Comemoramos este ano 32 anos de ordenação de mulheres. A primeira vez que teve o chamado feminino para pregar a palavra de Deus foi em 13 de novembro de 1982”. Diz ainda que na denominação luterana existem hoje 350 ministras ordenadas pastoras, catequistas, diáconas e missionárias em todo o país. Já em Cuiabá, somente Rower. “As mulheres pregam na Igreja luterana porque elas são tão capazes quanto os homens. São mais de três décadas de conquistas da ordenação feminina em levar a palavra de Deus às pessoas”, frisou Elisângela. A pastora avalia que a determinação e a vontade das mulheres em exercer o ministério foi criando possibilidades na denominação Luterana. “Foi um longo processo, com muitas discussões, orações e quebra de paradigmas. Com confiança em Deus e com um trabalho incansável aos poucos brechas foram sendo abertas e mais mulheres foram ingressando no estudo da teologia e no ministério ordenado”. 
Avanço feminino 
A decisão da Igreja Anglicana da Inglaterra em permitir a ordenação de mulheres como bispas, revela o avanço das vocações femininas em templos de todo o mundo, incluindo o Brasil. A pastora Márcia da Silva Santos, 43, da Igreja Batista Shekinah, localizada no Bairro Dr. Fábio II, em Cuiabá, conta que iniciou seus trabalhos evangélicos aos 17 anos. Em seguida formou-se em teologia no Rio de Janeiro. “Fui convidada pelo pastor da Igreja Batista de Cuiabá para ser missionária na unidade do CPA II no dia 27 de julho de 1997”, lembra.  Em 1999, ela deu início a um trabalho evangelístico no Jardim Vitória, onde surgiu a oportunidade da construção de um novo templo no bairro. “Não é só a palavra de Deus que temos que levar às pessoas e sim uma mudança de comportamento”, enfatiza a pastora. Questionada porque é mais fácil a mulher ser ordenada a levar a palavra de Deus aos fieis na igreja evangélica comparada a denominação católica, a pastora justifica que é pela questão cultural e bíblica.  “Na nossa visão o correto é se casar. É bíblico. Nós cremos que a família é benção de Deus. No meu entendimento, Deus criou a família”. Em Mato Grosso são mais de 300 mil evangélicos. Já em Cuiabá, são mais de 100 mil adeptos à religião evangélica. Na capital são mais de 30 denominações desta religião. “É um chamado de Deus. Para ser missionária tem que ter dom, assim como é com o médico e em outras profissões”, diz a pastora Márcia. Para Karina Leite Santana, 35, da Igreja Metodista, em Primavera do Leste, a mulher já deu um grande passo ao assumir um cargo de pastora na Igreja. Ela é pastora desde 2006. Recorda que teve uma experiência com Deus em Campinas, interior de São Paulo, aos 17 anos.  Antes de iniciar a faculdade de Teologia, Karina atuava como missionária na Igreja. “Senti muito forte o chamado de Deus no meu coração. A denominação Metodista reconhece o ministério Pastoral feminino. Não queremos ocupar o cargo do homem, e sim ao cargo ao qual somos chamadas. A mulher não veio para substituir a figura masculina, mas para exercer seu papel tão bem quanto ele”, observa Karina.
 Outro Lado 
A reportagem tentou contato por inúmeras vezes com diversas igrejas católicas em Cuiabá, mas não obtivemos êxito. No dia 24 de junho, conseguimos, por telefone, falar com o arcebispo Dom Milton. Porém, ele não quis falar sobre o assunto. Tentamos ainda contato no seminário da capital, mas nenhum padre quis se pronunciar sobre o tema. 
http://www.copopular.com.br/cidades/id-115932/tabu_para_os_catolicos__sacerdotisas_sao_comuns_em_outras_religioes

Cristãs lançam campanha para se referir a Deus como 'Ela'

Cristãs lançam campanha para se referir a Deus como 'Ela'

Emma Percy, uma das líderes do movimento pela igualdade de gênero para Deus - Reprodução/Twitter(@emmapercy3)
Um grupo de cristãs lançou campanha para incentivar os fiéis a se referirem a Deus como "Ela". 

Batizado de Watch e mais conhecido como Mulheres e a Igreja, o grupo afirma que usar apenas o "Ele" nos rituais e nas orações faz com que Deus seja mais parecido com homens, o que configura um caso de sexismo. 

Uma das líderes do movimento é a pastora anglicana Emma Percy, responsável pela capela do Trinity College, em Oxford (Inglaterra). Ela disse ao "Sunday Times": 

"Quando usamos apenas o masculino para Deus reforçamos a ideia de que Deus é como um homem. Assim, sugerimos que Deus é mais semelhante aos homens do que às mulheres".
Outra pastora, Kate Bottley, já está retirando, quando possível, todas as referências a "Ele" e "Dele" durante a pregações, contou o "Metro".
Muito popular nas redes sociais, Kate Botley (entre noivos) já se refere a Deus como 'Ela' em pregações - Reprodução/Twitter(@revkatebottley)
http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2015/06/01/cristas-lancam-campanha-para-se-referir-deus-como-ela-567614.asp

A Linguagem Sagrada do Corpo

TEMPLO HARE KRISHNA - VISITA MONITORADA