terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Filme de Santa Rita de Cássia (Dublado)


Bakhita A Santa - Filme Completo


CINEMA E ANIMAÇÃO - PAULO MUNHOZ



Publicado em 18 de jan de 2015
Cinema e Animação - Entrevista com Paulo Munhoz

Paulo Roberto Munhoz é um dos mais famosos cineastas brasileiros de animação. Dentre as suas produções mais conhecidas, destacam-se o curta-metragem "Pax" de fama e reconhecimento mundial e a série "Brichos" que foi escolhida como a Melhor Animação do Cinema Brasileiro de 2013

ALTERIZAR É :Acolher é abrir as portas... é abrir espaço em nosso coração para acolher o outro. Acolher significa hospedar, agasalhar, abrigar...



Acolher é abrir as portas... é abrir espaço em nosso coração para acolher o outro. Acolher significa hospedar, agasalhar, abrigar, amparar, dar atenção, receber bem, atender prontamente, é trazer para a intimidade.
 É dar oportunidade da pessoa se sentir amada.
Tudo isso é sinônimo de acolhimento.
Quando a gente acolhe,Deus visita."

https://www.facebook.com/SemCoresNada?fref=photo

Diversidade





Esse vídeo encontrado pela professora da rede Karin Willims para seu blog Ensino Religioso na Sala de AULA que está bombando ,eu diria que tem a cara deste blog me apaixonei com o vídeo! É muito PLURAL como nosso planeta o é, como nosso Brasil é .

É isso ai vamos respeitar amar mais e sofre menos ,refletir e enriquecermos com a DIVERSIDADE !!!Sem demagogias, sem preconceitos ,sem INTOLERANCIA RELIGIOSA OU PARA COM QUALQUER DIVERSIDADE!!!

2015 já estou doida para COMECAÇARRRRRRR o coco pensando, pensando querendo aplicar quanta coisa linda chegando para DESPERTARMOS!!Venha ano letivo!!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões



INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

Segundo o site: www.guiadedireitos.org.br

     A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes ofensivas a diferentes crenças e religiões. Em casos extremos esse tipo de intolerância torna-se uma perseguição. Sendo definida como um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana, a perseguição religiosa é de extrema gravidade e costuma ser caracterizada ...pela ofensa, discriminação e até mesmo atos que atentam à vida de um determinado grupo que tem em comum certas crenças.
      As liberdades de expressão e de culto são asseguradas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal. A religião e a crença de um ser humano não devem constituir barreiras a fraternais e melhores relações humanas. Todos devem ser respeitados e tratados de maneira igual perante a lei, independente da orientação religiosa.
      O Brasil é um país de Estado Laico, isso significa que não há uma religião oficial brasileira e que o Estado se mantém neutro e imparcial às diferentes religiões. Desta forma, há uma separação entre Estado e Igreja; o que, teoricamente, assegura uma governabilidade imune à influência de dogmas religiosos. Além de separar governo de religião, a Constituição Federal também garante o tratamento igualitário a todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas crenças. Dessa maneira, a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada.
      É importante salientar que a crítica religiosa não é igual à intolerância religiosa. Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e ódio ao grupo religioso a que é direcionada a crítica. Como há muita influência religiosa na vida político-social brasileira, as críticas às religiões são comuns. Essas críticas são essenciais ao exercício de debate democrático e devem ser respeitadas em seus devidos termos.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Uma Breve História do Islã (parte 1 de 5): O Profeta do Islã

Descrição: A vida pregressa do Profeta antes de sua missão profética e um vislumbre de sua missão em Meca.
Por Ismail Nawwab, Peter Speers, e Paul Hoye (editado por IslamReligion.com) Publicado em 23 Mar 2009 - Última modificação em 19 Apr 2009
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Categoria: Artigos > História Islâmica > Resumo

Em torno do ano 570 a criança que seria chamada de Muhammad e que se tornaria o Profeta de uma das maiores religiões mundiais, o Islã, nasceu de uma família que pertencia ao clã dos Coraixitas, uma tribo governante de Meca, uma cidade na região do Hijaz no noroeste da Arábia. Originalmente o local da Caaba, um templo de origens antigas, Meca tinha, com o declínio do sul da Arábia, se tornado um centro importante de negócios do século seis com poderes como os sassânidas, os bizantinos e os etíopes.  Como resultado a cidade foi dominada por famílias de comerciantes poderosos, entre os quais os homens dos Coraixitas se sobressaíam.
O pai de Muhammad, “Abd Allah ibn” Abd al-Muttalib, morreu antes de o menino nascer; sua mãe, Aminah, morreu quando ele tinha seis anos.  O órfão foi então colocado aos cuidados de seu avô, o chefe do clã dos Hashimitas.  Após a morte de seu avô, Muhammad foi criado por seu tio, Abu Talib.  Como era de costume, o menino Muhammad foi enviado para viver por um ano ou dois com uma família beduína.  Esse costume, seguido até recentemente por famílias nobres de Meca, Medina, Taif e outras cidades do Hijaz, teve implicações importantes para Muhammad.  Além de suportar as dificuldades da vida no deserto, ele adquiriu um gosto pela linguagem rica tão amada pelos árabes, sendo o discurso a arte da qual mais se orgulhavam, e também aprendeu a paciência e indulgência dos pastores, cuja vida de solidão inicialmente compartilhou, e então passou a compreender e apreciar.
Por volta do ano 590, Muhammad, então na casa dos vinte anos, passou a prestar serviços a uma comerciante viúva chamada Khadija como seu agente comercial, envolvido ativamente com caravanas de comércio para o norte.  Algum tempo depois ele se casou com ela e teve dois filhos, dos quais nenhum sobreviveu, e quatro filhas.
Quando estava na casa dos quarenta anos ele começou a se afastar para meditar em uma caverna no Monte Hira, fora de Meca, onde os primeiros grandes eventos do Islã ocorreram.  Um dia, enquanto estava sentado na caverna, ouviu uma voz, posteriormente identificada como a do anjo Gabriel, que lhe ordenou:
“Recite: Em nome do teu Senhor que te criou, criou o homem de um coágulo de sangue.” (Alcorão 96:1-2)
Por três vezes Muhammad alegou sua incapacidade para fazê-lo, mas cada vez a ordem se repetiu.  Finalmente Muhammad recitou as palavras que são agora os primeiros cinco versículos do capítulo 96 do Alcorão – palavras que proclamam Deus como o Criador do homem e Fonte de todo o conhecimento.
Inicialmente Muhammad divulgou sua experiência apenas para sua esposa e seu círculo imediato.  Mas, à medida que mais revelações o exortavam a proclamar a unicidade de Deus universalmente, seus seguidores cresceram, primeiro entre os pobres e os escravos, mas depois, também entre os homens mais proeminentes de Meca.  As revelações que recebeu na época e aquelas que recebeu depois estão todas incorporadas no Alcorão, a Escritura do Islã.
Nem todos aceitaram a mensagem de Deus transmitida através de Muhammad.  Até em seu próprio clã havia aqueles que rejeitavam seus ensinamentos e muitos comerciantes se opuseram ativamente à mensagem.   A oposição, entretanto, serviu meramente para aguçar o sentido de missão de Muhammad, e seu entendimento de como exatamente o Islã diferia do paganismo.  A crença na Unicidade de Deus era suprema no Islã; a partir disso tudo o mais deriva.  Os versículos do Alcorão enfatizam a unicidade de Deus, alertam àqueles que a negam da punição iminente, e proclamam Sua compaixão irrestrita com aqueles que se submetem à Sua vontade.  Afirmam que o Último Julgamento, quando Deus, o Juiz, colocará na balança a fé e as obras de cada homem, recompensando o crente e punindo o transgressor.  Como o Alcorão rejeitava o politeísmo e enfatizava a responsabilidade moral do homem, em imagens poderosas, ele apresentava um grave desafio para os habitantes mundanos de Meca.
  Próximo >Uma Breve História do Islã (parte 2 de 5): A Hégira
Partes deste Artigo
Uma Breve História do Islã (parte 1 de 5): O Profeta do Islã
Uma Breve História do Islã (parte 2 de 5): A Hégira
Uma Breve História do Islã (parte 3 de 5): A Conquista de Meca
Uma Breve História do Islã (parte 4 de 5): O Califado de Abu Bakr e Umar
Uma Breve História do Islã (parte 5 de 5): O Califado de Uthman ibn Affan
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