quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Um chamado à todas Mulheres dos 4 cantos!

Um chamado à todas Mulheres dos 4 cantos!

Pachamama está junta no apoio e na difusão amplamente desta iniciativa de grande valia para o movimento de resgate do Sagrado Feminino e honra a sabedoria ancestral de nossas Abuelas.

Agradecemos a difusão colaborativa e convidamos todas as mulheres em rede, a participarem deste momento de fortalecimento da energia feminina, conectando-nos em um propósi...to maior de integração.

Estaremos presentes na Feira de Economia Solidária durante o evento expondo os produtos de ecologia feminina Pachamama.

Primeiro Festival Sul Americano dos Sagrados Saberes Femininos
de 03 a 07 de Dezembro de 2014 em Curitiba/PR
Um lindo encontro de 5 dias com abuelas de toda américa latina, anciãs e lideranças indígenas,cerimônias com plantas de poder, temazcais, círculos de mulheres, artes, troca de saberes, terapias, tendas de cura, bazar, alimentação natural, cantos, celebração de encerramento com bandas e grupos musicais de vários cantos do Brasil... Enfim uma grande oportunidade de estarmos juntos celebrando o sagrado feminino. Tudo isso em meio a natureza.

Homens e crianças são bem vindos também!
Inicio dia 03 de Dezembro as 17h e termino dia 07 de Dezembro a noite. Durante todo o dia serão realizadas atividades.

Link para baixar a Ficha de Inscrição com as orientações: http://saberesfemininos.wix.com/site#!ficha-de-inscrio/c7eg
 
 
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ZUMBI VIVE! DANDARA VIVE!

O dia 20 de novembro simboliza uma luta negra que vem sendo traçada há muito tempo, significa , principalmente, uma homenagem à luta e a morte de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares. O Quilombo era um lugar onde os escravos se refugiavam ...quando conseguiam escapar das mãos dos senhores de escravo.

Por causa da escravidão os negros foram arrancados de sua terra tendo que, forçadamente, se desligar das suas raízes, logo o 20 de novembro serve nos fazer também honrar as raízes negras que foram soterradas, a história negra que foi constantemente apagada dos livros de história e nos lembrar que Zumbi ainda vive dentro de todos os negros que resistem dentro desse sistema racista.

Fonte: http://blogueirasnegras.org/2013/11/20/dia-consciencia-luta-resistencia/ Ver mais

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

lançamento do Livro de Ensino Religioso: Diversidade Cultural e Religiosa. Agradecimentos de Carolina Nizer

Foto de Carolina Nizer.




Depois de uma longa trajetória, ontem dia 17/11/2014 chegou o momento tão esperado que foi o lançamento do Livro de Ensino Religioso: Diversidade Cultural e Religiosa.
Um dia mais que especial pois consolida uma trajetória de trabalho que venho realizando na disciplina de Ensino Religioso em parceria com a equipe da Assintec.
Meu sentimento é de total alegria pois tive a oportunidade de ser autora e estar na organização dessa obra.
Foram dias e dias de trabalho, de leitura ...dos textos, escolha das imagens, do nome do livro e da capa. Confesso que em cada página consigo visualizar uma contribuição minha, ou seja, me sinto pertencente e orgulhosa desse material.
Conseguimos em cada capítulo tratar de um conteúdo específico e contemplar as quatro matrizes religiosas: afro brasileira, indígena, ocidental e oriental. Um ponto que quero destacar é que o material não é confessional, ou seja, não se presta a doutrinação, mas sim, aborda as tradições religiosas do ponto de vista do conhecimento, tratando todas as tradições religiosas com paridade, pois o nosso objetivo é fomentar o respeito a diversidade cultural e religiosa e superar as tradicionais aulas de religião doutrinárias que não possuem mais lugar na escola pública.
Mas tudo isso foi possível porque o material foi realizado por muitas mãos, acredito que o trabalho em equipe traz grandes frutos.
Finalizo com agradecimentos, aos autores que são professores da rede estadual que aceitaram o desafio de participar da construção desse livro e confiaram no meu trabalho. Também a todos que contribuíram ou me ajudaram de alguma forma para que fosse possível a realização desse sonho e as pessoas que ontem participaram do evento.

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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Cultura afro-brasileira

Apresentar artistas afro-brasileiros pode ser um bom gancho para discutir outros temas das relações étnico-raciais



No passado e no presente, as manifestações culturais representam uma forma de resistência. Para os escravizados, preservar a língua, as músicas, as histórias e a religião trazidas da África significava não aceitar passivamente sua condição. Hoje, os movimentos negros utilizam a cultura também como uma demarcação de sua identidade e, por consequência, de sua luta. Apesar disso, muitas de suas manifestações não são conhecidas da maior parte da população. Por isso, é importante apresentá-las à turma.
A ideia do Brasil como um país miscigenado, que predominou durante boa parte do século 20, teve consequências também na negação da participação negra no que se convencionou chamar cultura brasileira. Diversas manifestações típicas dos descendentes de africanos, como o samba, foram incorporadas à perspectiva nacional e não são reconhecidas mais como originadas em grupos específicos. “A partir da década de 1930 no Brasil, houve um processo de clareamento de uma série de elementos culturais identificados com o protagonismo negro. Assim, o batuque e a feijoada deixaram de ser coisas de escravos e se tornaram símbolos nacionais, da mesma forma a capoeira, que não mais foi reprimida pela polícia, sendo considerada modalidade esportiva nacional”, explica Juliano Custódio Sobrinho, professor da Universidade Nove de Julho (Uninove).
Até hoje, discute-se a existência ou não de uma cultura negra. “A cultura não tem cor, mas é importante discutir quem produz e também o contexto em que ela é feita”, explica Martha Abreu, docente da Universidade Federal Fluminense (UFF). Portanto, o material selecionado para trabalhar esse tema com as turmas deve ser aquele produzido por artistas e intelectuais negros. (Veja exemplos de personalidades de diversas áreas no quadro abaixo.)



Os hábitos dos próprios alunos podem ser o ponto de partida do trabalho. “Muito do que eles consomem – e até produzem – tem influência negra, como o funk e o rap”, explica Paola Prandini, fundadora da Afroeducação. A partir do que eles gostam, é possível discutir e ampliar o repertório dos alunos, apresentando outros artistas.
Ao lidar com músicas, textos ou filmes produzidos por negros ou que tratem da questão racial, a turma precisa refletir sobre alguns tópicos: quem produziu determinado conteúdo, em que contexto e com qual finalidade. Nesse momento, podem surgir aspectos importantes da história do país e dos afro-brasileiros. Por exemplo: na canção Haiti, Caetano Veloso faz um retrato de como ele enxerga o tratamento dado aos negros e sua posição na sociedade. Já em Que Bloco É Esse?, do bloco Ilê Aiyê, a valorização da cultura negra pode ser discutida, principalmente com base nos versos: “Branco, se você soubesse o valor que o preto tem/Tu tomavas banho de piche, branco, e ficava negrão também”.

Intelectualidade e ciência

Diversos cientistas, intelectuais e pensadores importantes na história do país também são negros. Apresentá-los, assim como suas produções, também pode ser uma boa maneira de mostrar a presença desse segmento da sociedade em diversos campos de atuação. Alguns exemplos: Manuel Querino (historiador), Antonio e André Rebouças (engenheiros), Milton Santos (geógrafo) e Juliano Moreira (médico e psiquiatra). Conheça outros no site do Instituto Geledés.

http://revistaescola.abril.com.br/consciencia-negra/africa-brasil/cultura-afro-brasileira.shtml

África e Brasil:unidos pela história e pela cultura

A costa oeste africana e o litoral brasileiro já estiveram conectados. Há 200 milhões de anos, os dois territórios começaram a se separar e assumiram as atuais posições, afastados milhares de quilômetros pelo Oceano Atlântico. O mar que os separa é também o responsável pela ligação entre eles nos tempos modernos: 4,4 milhões de africanos o cruzaram contra a vontade entre os séculos 16 e 19 em direção ao Brasil. Essas pessoas tiveram um papel importante na construção do nosso país. “A África está em nós, em nossa cultura, em nossa vida, independentemente de nossa origem pessoal”, defende Mônica Lima e Sousa, coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Leáfrica/UFRJ), no artigo História da África, publicado na Revista do Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira, da Universidade Federal Fluminense (UFF). Por isso, as tradições, a cultura e a trajetória dos descendentes dos africanos escravizados compõem um objeto de estudo importante para todas as crianças e os jovens, negros ou não.
O tráfico negreiro e a escravidão determinaram o presente do nosso país. A população vinda do continente africano criou aqui raízes, família, cultura, história. Hoje, 53% dos brasileiros se declaram pretos ou pardos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013. Esse grupo é grandemente desfavorecido. Dados tabulados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) comprovam: eles são a maioria dos analfabetos, com a maior taxa de distorção idade-série, e o trabalho infantil é mais comum entre eles do que entre brancos (veja gráficos abaixo).

Desigualdades entre brancos e negros no Brasil


Infográfico Racismo no Brasil Créditos: Vilmar Oliveira

Apesar de a legislação valer há mais de dez anos, ainda são poucos os casos em que ela é bem incorporada ao cotidiano das escolas. Uma pesquisa realizada por diversos órgãos (leia o artigo com os resultados aqui) aponta os principais entraves para a efetivação dela: há escassa formação sobre o assunto, poucos docentes conhecem a norma e muitos não a consideram legítima. “O processo de implementação enfrenta resistências e obstáculos pelos mesmos motivos que justificam a existência da lei: no Brasil, há um racismo silencioso que desqualifica o debate sobre a discriminação”, explica André Lázaro, pesquisador da Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (Flacso).

Mudar esse cenário requer trabalho em diversas frentes, das políticas públicas ao cotidiano da sala de aula. As redes precisam oferecer formações e debater o tema para que os administradores das escolas incentivem a incorporação dele em diversos âmbitos e os professores incluam conteúdos relacionados à história e à cultura africana e afro-brasileira em suas aulas. “A prática nas instituições também deve estar articulada aos projetos de formação”, afirma Rodrigo Ednilson de Jesus, docente da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e um dos envolvidos na pesquisa sobre a implantação da lei. Para repensar as próprias práticas e posições, os docentes devem observar suas atitudes e expectativas em relação aos alunos com diferentes cores de pele. Será que há tratamentos distintos para alunos negros e brancos? Todos recebem atenção, carinho e elogios? O primeiro passo para superar o racismo silencioso é justamente combater o discurso de que não há racismo. Em entrevista a NOVA ESCOLA, o historiador francês Pap Ndiaye afirma: “É necessário que as práticas sejam coerentes com a fala. Os educadores, por exemplo, podem ter comportamentos discriminatórios ao orientar os estudantes sobre as possibilidades de carreira. Para as de ensino técnico, muitos encaminham os alunos que não são brancos. Para os demais, por sua vez, é recomendado um curso universitário. A escola não está imune à discriminação".

Na sala de aula, não basta só problematizar atitudes racistas vindas dos alunos ou da comunidade escolar mas também rever o conteúdo ministrado. O objetivo deve ser desconstruir visões estereotipadas sobre africanos e afro-brasileiros e mostrar a importância deles na construção das sociedades contemporâneas. Para isso, é fundamental tratar do protagonismo desses grupos em diversos momentos da história, representando-os como seres humanos que criaram laços familiares, produtos culturais e que têm trajetórias próprias na história.

Neste especial digital, apresentamos os principais eixos de conteúdo que o professor pode abordar com as turmas de Ensino Fundamental: Identidade Negra, História da África, A luta dos negros no Brasil, Cultura afro-brasileira, e Recursos Pedagógicos, uma seleção de materiais de referência para apoiar a sua formação e para trabalhar em sala. (Use o menu superior para navegação entre as seções).

A incorporação do tema ao projeto político-pedagógico, a influência do contexto local em uma escola baiana e um projeto bem elaborado por um professor são contados na reportagem de capa da revista NOVA ESCOLA de novembro, que estará nas bancas a partir do dia 12 de novembro.
http://revistaescola.abril.com.br/consciencia-negra/africa-brasil/

Exposição de maquetes de Espaços Sagrados na E. M. Dom Manuel da S. D'elboux. Parabéns professora Marina!


Amo o trabalho desta por excelência de profissional!!!Trabalhar Espaços Sagrados  com conhecimento e entusiasmo !!!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Evento histórico de lançamento do livro "ENSINO RELIGIOSO: DIVERSIDADE CULTURAL E RELIGIOSA"

Um dia mais que especial para o Ensino Religioso do Paraná!
Evento histórico de lançamento do livro "ENSINO RELIGIOSO: DIVERSIDADE CULTURAL E RELIGIOSA"

Rádio notícias: http://www.aen.pr.gov.br/modules/debaser/visualizar.php?audiovideo=1&x...fid=56159

Fotos: http://www.aen.pr.gov.br/modules/galeria/fotos.php?evento=41019

Os professores de ensino religioso contam com uma nova fonte de conteúdo para as atividades em sala de aula. Nesta segunda-feira, foi lançado o livro “Ensino Religioso: diversidade cultural e religiosa”, produzido por professores de escolas estaduais e organizado pela Secretaria Estadual da Educação, em parceria com a Assintec, Associação Inter-religiosa de Educação. O lançamento foi feito pelo governador em exercício, Flávio Arns, em solenidade no Palácio Iguaçu, em Curitiba, com a presença de professores e lideranças religiosas. O evento contou com apresentações musicais e contação de histórias. Flávio Arns ressaltou a importância de melhorar a formação teórica dos professores do ensino religioso.// SONORA FLÁVIO ARNS// O livro contempla as diferentes tradições e as quatro matrizes existentes: Africana, Indígena, Ocidental e Oriental. Serão distribuídos quatro mil exemplares às escolas da rede estadual de educação e também será disponibilizada a versão online no Portal da Secretaria da Educação. O presidente da Assintec, o padre Carlos Chiquim, explica que o material não prioriza uma religião em detrimento de outras formas de culto, mas mostra a heterogeneidade de práticas religiosas.// SONORA PADRE CARLOS CHIQUIM// O secretário de Educação, Paulo Schmidt, também defendeu o ensino religioso amplo e pluralista nas escolas públicas.// SONORA PAULO SCHMIDT// O livro foi elaborado por 18 professores da rede estadual de ensino. A professora Gisele Feldmann, da Escola Estadual Astolpho Macedo Souza, de União da Vitória, no Sul do Estado, é uma das autoras. Gisele escreveu o capítulo sobre festas e danças religiosas e conta que o lançamento do livro é um momento histórico.// SONORA GISELE FELDMANN// Conforme instrução da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a disciplina de Ensino Religioso deve ser obrigatoriamente ofertada pelas escolas públicas de ensino fundamental. O ensino deve promover a diversidade religiosa e a pluralidade cultural, sendo facultativo ao aluno optar, no ato da matrícula, por frequentar ou não as aulas. (Repórter: Priscila Paganotto) - Agência de notícias do Governo do Estado do Paraná
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— em Palácio Iguaçu - Chefia do Poder Executivo do Paraná (19 fotos)

 Em Palácio Iguaçu - Chefia do Poder Executivo do Paraná.
 


















Hoje foi um dia muito importante para o Ensino Religioso. Com a presença de várias autoridades,
 representantes de diferentes denominações religiosas, equipe pedagógica da ASSINTEC, professores, estudantes e convidados foi lançado o livro da SEED: Ensino Religioso - Diversidade Cultural e Religiosa. Um livro de apoio aos docentes, significativo instrumento auxiliar na efetivação do Ensino Religioso plural nas escolas públicas. Parabéns aos autores Carolina Nizer (Coordenadora de ER da SEED)Brigida Karina, Raquel Daudt, Elói Corrêa, Valmir Biaca, Emerli Schlögl, Borres Guilouski (Equipe Pedagógica da ASSINTEC) e a professora Lilian Dalcol (SME/Curitiba), que abrilhantou o evento cantando músicas das matrizes religiosas: Africana, Indígena, Ocidental e Oriental.
http://www.aen.pr.gov.br/modules/debaser/visualizar.php…
— com Ana Cristina Figueiredo Dos Reis e outras 2 pessoas.
 
 
Depois de uma longa trajetória é chegado o momento tão esperado...
Lançamento do Livro "ENSINO RELIGIOSO: DIVERSIDADE CULTURAL E RELIGIOSA"