segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Filme : O Menino Jesus dublado Pt


Fraternidade no mundo plural



Sumário - Edição 76

Data de publicação: 24/09/2014
Editorial

Fraternidade no mundo plural

Eu vim para servir, disse Jesus de Nazaré (cf. Mc 10,45). O lema de vida do Mestre inspira a Campanha da Fraternidade de 2015. Com o tema Fraternidade: Igreja e Sociedade, a campanha encerra o cinquentenário do Concílio Vaticano II, evento que lançou a Igreja Católica no diálogo com o mundo contemporâneo.

Valores como fraternidade e serviço despertam a pergunta: O que a sociedade laica plural espera do cristianismo? A declaração Testemunho cristão num mundo de pluralismo religioso, assinada em 2011 pelo Conselho Mundial de Igrejas, o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso e a Aliança Evangélica Mundial, traz princípios orientadores para o testemunho cristão na sociedade. O serviço à justiça e a defesa dos direitos de todos; A rejeição da violência, física, psicológica e social, do abuso de poder, da discriminação e da repressão; O respeito à liberdade religiosa inerente à dignidade da pessoa; O repúdio ao uso da religião para fins políticos; e a Denúncia das perseguições por motivos religiosos.

Os cristãos são chamados a trabalhar com todas as pessoas, no respeito e na solidariedade, promovendo a justiça, a paz e o bem comum. A cooperação inter-religiosa é uma dimensão essencial desse compromisso, finaliza a declaração.

É direito e missão do Ensino Religioso criar na escola o ambiente cultural e humano plural, favorável para o testemunho de cada um conforme sua crença, em uma convivência ecumênica e inter-religiosa fraterna e mutuamente serviçal.



DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO
Entendimento entre as religiões, o papel dos líderes religiosos 

O diálogo fraterno das Tradições Sagradas pode reacender a esperança de paz no mundo e superar a ideia de que o ser humano é incorrigível em sua violência


Iradj Roberto Eghrari


SOCIOLOGIA DAS RELIGIÕES
Cidadãos do mundo: amor, diálogo e religião 

O amor, entendido pelas religiões como máxima expressão de humanidade, é chave para uma cidadania universal construída pelas relações de diálogo com o outro e de respeito ao diferente.

José Ivo Follmann


ECLESIOLOGIA
Muitas confissões, uma só Igreja 

A história do cristianismo assistiu ao florescimento de diversas Igrejas, em contextos e circunstâncias os mais variados. As diferenças e as características de cada uma delas fortalecem a unidade e o testemunho cristão no mundo.

Marcelo Barros


EDUCAÇÃO POPULAR
Cristianismo, educação popular e cidadania 

Em sintonia com a educação libertadora e com os valores da fé, as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) são espaços de fraternidade, cidadania e construção de uma sociedade de vida para todos.


João Ferreira Santiago

ECUMENISMO
Igrejas, unidade e compromisso social 

As Igrejas são instituições dialógicas e, como tais, têm função crítica frente à sociedade. Questionar as ideologias globalizantes, as agressões ambientais e todo o mecanismo de injustiça é o compromisso do Conic com a sociedade brasileira.

Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic)

http://www.paulinas.org.br/dialogo/?system=news&id=7732&action=read

Chamada Pink Hour


Os 10 Mandamentos e Moisés filme em Desenho Animado-completo


sábado, 4 de outubro de 2014

Hoje, dia 4 de outubro, é dia de celebrarmos o aniversário de São Francisco de Assis, o santo protetor dos animais


Olá, amigos!

Hoje, dia 4 de outubro, é dia de celebrarmos o aniversário de São Francisco de Assis, o santo protetor dos animais, e de refletirmos sobre a importância do amor pelos bichos e pela natureza.
No Lar, aprendemos que amar e respeitar os animais e a natureza, e ao próximo também, é uma questão de humanidade, moral e dignidade.

Ajude o Lar Fabiano de Cristo a continuar protegendo, educando e desenvolvendo mais de 5 mil crianças e jovens no Brasil.
Para se tornar Associado Contribuinte do Lar Fabiano de Cristo, acesse (http://www.umgrao.com.br/seja-um-associado-contribuinte) e faça sua doação.
https://www.facebook.com/larparatodos?fref=photo

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Olha ai uma sugestão do blog Ensino Religioso - um desafio para o Ensino Fundamental para iniciar o tema MORTE!!


    
Olha ai uma sugestão do blog Ensino Religioso - um desafio para o Ensino Fundamental para iniciar o tema MORTE!!
 
Agora que o bardo da morte desponta diante de mim,
Eu vou parar de prender as coisas, de desejar e me apegar,
Vou entrar sem distrações na clara percepção dos ensinamentos,
E ejetar a minha consciência para a dimensão da percepção não nascida.
Quando eu deixar este corpo composto de carne e sangue,
Saberei ser ele apenas uma ilusão passageira.
 
                                                             PADMA SAMBHAVA - O livro tibetano dos mortos
 
    O Livro Tibetano dos Mortos afirma, não apenas que existe vida após a morte, mas que é possível morrer de forma consciente e de um modo que seja proveitoso para o despertar espiritual. O livro é geralmente lido em voz alta a uma pessoa que está bem próxima da morte e continua a ser recitado mesmo após a passagem do indivíduo. Isso é uma indicação de que os tibetanos acreditavam que, mesmo após a morte, a pessoa permanecia de alguma forma mantendo contato com o local onde morreu (ao menos por algum tempo) e assimilava aquilo que era proclamado com a leitura do livro. Dessa forma, uma pessoa que passa pela transição entre a vida e a morte com conhecimento de causa e sabendo com profundidade o que acontece "do outro lado da vida" pode aproveitar essas informações e saber como se conduzir nos diferentes estados e planos de consciência do pós-morte. Nesse sentido, o Livro Egípcio dos Mortos possui a mesma intenção: ajudar o moribundo no passamento do limiar da morte e ser um guia para esse momento de suma importância na vida da alma.

       O Livro Tibetano dos Mortos foi trazido ao ocidente pelo Dr. graduado em Oxford T. W. Evans-Wentz, que escreveu um livro no início do século XX (1927) traduzindo e explicando o Livro Tibetano dos Mortos. C. G. Jung escreveu um prefácio de uma das edições do livro analisando seu conteúdo do ponto de vista psicológico. Jung declarou ter sido um leitor assíduo do livro e que devia a ele muitas ideias fundamentais. Jung escreveu que "todo leitor sério forçosamente irá perguntar-se se estes antigos e sábios lamas, afinal de contas, não poderiam ter vislumbrado a quarta dimensão, arrancando assim o véu dos maiores mistérios da vida." Jung ressalta ainda que por se tratar de um livro aberto hoje em dia, isso não significa que todos consigam compreende-lo em sua essência. Assim, se tornou aberto para o público, mas continua "fechado" ao entendimento de muitos.
                                                                                 Fonte : http://hugolapa.wordpress.com/2009/10...
Introduzindo um tema difícil - A MORTE
Sequência didática - A morte no Egito Antigo

Falar sobre a morte nunca e fácil, com crianças então, bem complicado. Para introduzir este tema, resolvemos utilizar algo que as crianças do quarto ano A-D-O-R-A-M, as lendárias MÚMIAS. Cercadas de mistérios e mitos, as múmias são uma excelente ferramenta para introduzir o tema.

Começamos com a leitura do  livro: Guia de aventuras Antigo Egito:














Depois assistimos a dois vídeos, um é uma reportagem da "Revista RPC" sobre a Tothmea, múmia egípcia que está em exposição em um museu de Curitiba. O outro vídeo é uma animação, "Múmias Vivas". Estes dois vídeos serviram como disparador para uma rica roda de conversa sobre as múmias reais e as que conhecemos na televisão e nos livros de ficção.



 Então, trouxe uma miniatura de sarcófago para que eles pudessem ver e tocar um objeto egípcio (mesmo que fosse uma réplica)

Por fim, fizemos uma experiência. Mumificamos uma maçã:

Ingredientes:

200  gramas de sal
200 gramas de bicarbonato de sódio
1 maçã
1 pote de margarina (vazios e com furos no fundo)

Modo de fazer:

corte a maçã em 4 partes, coloque no pote e cubra com os pós misturados. Deixe tampada em local seco. Em, aproximadamente uma semana o sal e o bicarbonato terão absorvido toda a água da maçã e ela parecerá com uma múmia.











terça-feira, 30 de setembro de 2014

14 dicas de literatura afro-brasileira e africana

Conheça mais sobre essa cultura tão presente no nosso imaginário



19/09/2014 18:48
Texto Mariana Queen
Educar
Foto: Não tem maneira melhor para conhecer uma cultura do que com os livros!
Não tem maneira melhor para conhecer uma cultura do que com os livros!
Literaturas que valorizam a diversidade étnica e cultural afro-brasileira e africana são uma ótima alternativa para abordar os conteúdos exigidos pela lei 10.639, que obriga o ensino da "História e Cultura afro-brasileira e africana" nas escolas de Ensino Fundamental e Médio das redes pública e privada de todo Brasil.
Veja 12 dicas de livros recomendados para pais, filhos e professores sobre o tema. Confira também o índice de autores negros do Literafro, portal de estudos de literatura afro-brasileira da Universidade Federal de Minas Gerais.
Para ler, clique nos itens abaixo:
1. Menina Bonita do Laço de Fita - Ana Maria Machado

A autora coloca em cena, através da história de um coelho branco que se apaixona por uma menina negra, alguns assuntos muito debatidos nos dias de hoje, como a auto-estima das crianças negras e a igualdade racial.
2. Luana, A Menina Que Viu O Brasil Neném - Oswaldo Faustino, Arthur Garcia e Aroldo Macedo

O livro conta a história de Luana, uma menina de 8 anos que adora lutar capoeira, e a historia do descobrimento do Brasil. Ao lado de seu berimbau mágico, ela leva o leitor a outras épocas e lugares e mostra o quão rica é a cultura brasileira, além da importância das diferentes etnias existentes por aqui.
3. O Menino Marrom - Ziraldo

O Menino Marrom conta a historia da amizade entre dois meninos, um negro e um branco. Através da convivência aventureira dessas crianças ao longo de suas vidas, o autor pontua as diferenças humanas, realçando os preconceitos em alguns momentos.
4. Lendas da África - Júlio Emílio Brás

O livro mostra fábulas tipicamente africanas para leitores de todo mundo. Nas histórias, o autor mostra um pouco do folclore africano, além de passar valores do "tempo em que os animais ainda falavam" para as crianças.
5. Terra Sonâmbula - Mia Couto

Primeiro livro do autor africano, Terra Sonâmbula foi considerado um dos doze melhores romances do continente no século 20. Numa estória emocionante sobre o encontro de um menino sem memória e um velhinho meio perdido pelo mundo, Mia Couto mistura símbolos tradicionais da cultura e da história moçambicana.
6. Meu avô um escriba - Oscar Guelli

A história se passa na África, mais precisamente no Egito. O pequeno Tatu é neto de um escriba. A convivência com o avô permitirá ao menino aprender cálculos, a ter contato com tradições mais antigas de seu país e a se preparar para também ser um escriba um dia.
7. O Cabelo de Lelê - Valéria Belém

Lelê é uma linda menininha negra, que não gosta do seu cabelo cheio de cachinhos. Um dia, através de um fantástico livro, começa a entender melhor a origem de seu cabelo e, assim, passa a valorizar o seu tipo de beleza.
8. A varanda Do Frangipani - Mia Couto

O romance policial moçambicano é marcado por palavras criadas pelo próprio autor, nascido no país onde se passa a trama. A história conta sobre o violento colonialismo em Moçambique e a superação do país a partir dessa cicatriz histórica.
9. Bia na África - Ricardo Dregher

O livro é parte da coleção "Viagens de Bia". Nessa estória, Bia viaja por diferentes países da África, como Egito, Quênia e Angola. Na aventura, a garotinha conhece, entre outras curiosidades, a história do povo árabe e dos nossos antepassados negros, que vieram como escravos da África para o Brasil há muitos anos.
10. Avódezanove e o segredo do soviético - Ondjaki

Em Luanda, capital da Angola, África, as obras de um mausoléu realizadas por soldados soviéticos ameaçam desalojar morados da PraiaDoBispo, bairro da região. As crianças do bairro percebem as mudanças com olhares desconfiados. Talvez elas sejam as primeiras a perceber que a presença dos soldados soviéticos significa mais do que uma simples reforma espacial.
11. Tudo Bem Ser Diferente - Todd Parr

A obra ensina as crianças a cultivar a paz e os bons sentimentos. O autor lida com as diferenças entre as pessoas de uma maneira divertida e simples, abordando assuntos que deixam os adultos sem resposta, como adoção, separação de pais, deficiências físicas e preconceitos raciais.
12. Diversidade - Tatiana Belinky

O livro mostra, através de versos, porque é importante sermos todos diferentes. A autora fala que não basta reconhecer que as pessoas não são iguais, é preciso saber respeitar as diferenças.
13. Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar - Erika Balbino

Acompanhando as aventuras dos irmãos Cosme, Damião e Doum e seus amigos, os leitores entram em uma jornada que revela a relação do corpo com a música e aproxima as crianças da capoeira por meio de figuras lendárias das religiões de matriz africana. Além do enredo e das ilustrações do grafiteiro Alexandre Keto, um CD com a narração da história pela própria autora e cheio de cantos de capoeira e de Umbanda valorizam ainda mais essa luta, que é apresentada como dança, arte e jogo também.
14. Amanhecer Esmeralda - Ferréz

O livro conta a história da garota Manhã, negra, pobre e com grandes responsabilidades mesmo com tão pouca idade. Manhã tem sua vida transformada ao ganhar um vestido esmeralda de seu professor, que faz com que ela mude a forma como se vê e como vê o mundo ao seu redor.

http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/12-dicas-literatura-afro-brasileira-africana-729395.shtml?utm_source=redesabril_educar&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_educar