quinta-feira, 22 de maio de 2014

Só tomando contato com diferentes culturas e pessoas é que aprendemos





 Podemos concordar e até incorporar hábitos e valores de outros na nossa vida, ou podemos discordar.
O importante é sempre respeitar ao próximo.
 Comemore o Dia Mundial da Diversidade Cultural!
#vivamais #diamundialdadiversidadecultural

 

O QUE SÃO AS RELIGIÕES?



rel
Nos recentes acontecimentos que agitaram as opiniões sobre a veracidade das crenças afro-brasileiras, são visíveis alguns pontos.
Sabemos de antemão que as palavras que levaram à dissidia foram retiradas, porém há ainda o que se falar a respeito.
O primeiro ponto é que é notória a existência de frequentes ataques públicos contra a umbanda e o candomblé.
O segundo ponto foi observar que ainda há o desconhecimento que os adeptos da umbanda e candomblé as consideram religiões.
O terceiro ponto é a afirmação que uma religião tem que ter um texto-base que lhe caracterize. Podemos citar que Allan Kardec , que organizou o Pentateuco da Doutrina Espírita, não considerou o Espiritismo como religião, e sim como Filosofia, embora se remetendo a Deus, de forma que quem segue o Espiritismo , acredita estar seguindo uma religião e isto é respeitado por todos.
Quem estuda a Umbanda, busca na fonte de Zélio Fernandino de Moraes as verdades trazidas pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, transcritas através de Leal de Souza, Mata e Silva, Benjamim Figueiredo, Cavalcante Bandeira,Emanuel Zespo, Lourenço Braga, Diamantino Trindade, Rivas Neto e mais recentemente Marco Boeing, Rubens Saraceni,Roger Feraudy, Norberto Peixoto e muitos, muitos outros escritos trazendo as bases, que são: crença reencarnacionista, busca da melhoria pessoal através da prática constante da Caridade, respeito às entidades representadas pelos pretos velhos, caboclos e crianças, fundamentos inalienáveis como o culto à Natureza e aos Orixás, e aos rituais sagrados que trazem alento, compreensão, fórmulas de Saúde e Paz e a busca do Amor, Igualdade, Liberdade e Solidariedade na Terra.
Embora sem ter os conhecimentos profundos necessários para o entendimento do Candomblé, tenho absoluta certeza que suas bases não escritas, são tão válidas quanto um livro escrito pelos homens, porque estão impressas no consciente coletivo dos adeptos, através de tradição oral, forma milenar de aprendizado e solidificação de cultura e crença.
O quarto ponto que gostaria de comentar é que independente de acreditarem ou não nas práticas afro-brasileiras, é importante que se faça uma análise, para que se verifique que hoje estão confundindo autenticidade nas palavras com falta de educação. Todo mundo quer ser autêntico, bate no peito e diz eu penso assim e acho isto ou aquilo, doa a quem doer. E dói realmente, palavras eivadas de preconceito e falta de visão sobre a verdade do próximo. Pois se cada um tem sua verdade, não é preciso usá-la como arma, sob o risco de cair na armadilha da grosseria, da indelicadeza, gerar uma ambiência belicosa que não traz nada de bom, pois invade o limite alheio e tem o potencial de gerar ações desequilibradas que terminam por atitudes destrutivas, como temos visto nos relatos policiais , das quebradeiras em templos, nas agressões a inocentes que querem apenas honrar seu Deus à sua maneira.
Para não me estender muito , tenho de citar o quinto e último ponto, que é refletir o que é se ter um a religião. Pois é muito fácil falar, sou católico, sou evangélico, sou umbandista, ou candomblecista, por exemplo. Mas quantos estão seguindo os preceitos e fundamentos, levando-os para fora dos templos e terreiros? De que adianta decorar livros de mil páginas, duas mil páginas e não se praticar uma linha? Quantos oram ao se levantas e ao dormir, agradecendo pelo seu dia, analisando suas ações e se propondo dia após dia melhorar-se? Quantos praticam com fé seus rituais, suas preces, e praticam integralmente aquilo que dizem que acreditam? Quantos verdadeiramente respeitam seu próximo isentos de antolhos e obstáculos ao entendimento e a compreensão?
Vejo muitas pragas lançadas, pedidos de amarração, solicitações de milagres, mágoas , revolta e raiva acumuladas, mas pouca firmeza ao se crer, ao se fazer, ao se construir.
Houve um equívoco, e ele ainda lá está, pois os vídeos agressivos praticamente subentendem passe livre para atos destrutivos.
Mas não é a Lei dos homens que deveria estar regendo isto, mas a consciência de cada um, de observar que o mundo não suporta mais tanta violência e desencontros e miséria moral. Se cada um fizer a sua parte, despido das vaidades , mazelas e ressentimentos verá muito claramente que a Verdade absoluta é uma só: Do pó vimos e do pó voltamos, e neste ínterim, deveríamos estar tentando mostrar aos nossos filhos que vale a pena estar neste grande organismo vido que é a terra, e ela está precisando , não de verdades pessoais, mas de mãos à obra, de luta contra a pobreza, fome e desigualdade, do fim das guerras, para que haja o silencio necessário para ser ter um real encontro com a Divindade.

Alex de Oxóssi
Rio Bonito – RJ
http://povodearuanda.wordpress.com/2014/05/22/o-que-sao-as-religioes/

domingo, 18 de maio de 2014

A Justiça Federal poderia ter dado uma grande contribuição na luta por cidadania, respeito e diversidade religiosa. Não o fez


A Justiça Federal poderia ter dado uma grande contribuição na luta por cidadania, respeito e diversidade religiosa. Não o fez. Em vez disso, expôs nossa herança escravocrata e preconceituosa ao negar que os cultos afrobrasileiros sejam religiões. A decisão fortalece a violência, a perseguição e a intolerância.

O Candomblé e a Umbanda são religiões, e muito mais do que isso. Nossa história passa ...pelos terreiros, pela riqueza de suas narrativas coloridas e musicais, por seus batuques, pela luta contra o racismo e pela resistência de milhões de africanos e de seus filhos e filhas de santo.

Há pouco tempo, a polícia invadia estes espaço sagrados, destruía, agredia e prendia seus adeptos, mas o povo de santo resistiu. Hoje, nos deparamos com uma sentença judicial que dá fôlego a discursos de ódio e ao fundamentalismo religioso. Mas o povo de santo resistirá, porque a história dos terreiros é a história da resistência. - MARCELO FREIXO

sexta-feira, 16 de maio de 2014

As religiões afro, indígenas entre outras não têm Livros Sagrados.São RELIGIÕES ORAIS,

As religiões afro, indígenas entre outras não têm Livros Sagrados, porém tem seus preceitos, suas normas e seus
princípios que regem suas leis. São RELIGIÕES ORAIS,
Segundo Durkheim: "Todas as religiões são iguais"...Não importa as grandes que possuem livros sagrados ou aquelas que se dizem do fundo de quintal, todas são iguais. Todas elas acreditam em Deus e para elas o DIVINO tem um nome diferente...
...
Seria tão bom que as pessoas procurassem ler mais, estudassem mais sobre determinados assuntos, antes de escreverem seu ponto de vista sobre determinados temas que não conhecem.
Aqui vão as sugestões para conhecerem mais sobre as riquezas dessas culturas.
Cartilha Diversidade Religiosa e Direitos Humanos
Secretaria Estadual de Educação do Paraná – Ensino Religioso
Terra e Alteridade: pesquisas e práticas pedagógicas em Ensino Religioso
Didática do Ensino Religioso
FONAPER: Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso
GPER: Grupo de Pesquisa Educação e Religião – Formação Docente e Educação Religiosa
NUPPER: Núcleo Paranaense de Pesquisa em Religião
Núcleo Paranaense de Pesquisa em Religião (NUPPER)
Intolerância religiosa e direitos humanos: mapeamentos de intolerância
Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa
 Governo do Rio de Janeiro disponibiliza “Ouvidoria” para vítimas de intolerância religiosa
https://www.facebook.com/groups/454506731281786/

Justiça Federal define que cultos afro-brasileiros, como a umbanda e candomblé, não são religião

colar
por Tiago Chagas
A Justiça Federal no Rio de Janeiro emitiu uma sentença na qual considera que os cultos afro-brasileiros não constituem religião e que “manifestações religiosas não contêm traços necessários de uma religião”.
A definição aconteceu em resposta a uma ação do Ministério Público Federal (MPF) que pedia a retirada de vídeos de cultos evangélicos que foram considerados intolerantes e discriminatórios contra as práticas religiosas de matriz africana do YouTube.
O juiz responsável entendeu que, para uma crença ser considerada religião, é preciso seguir um texto base – como a Bíblia Sagrada, Torá, ou o Alcorão, por exemplo – e ter uma estrutura hierárquica, além de um deus a ser venerado.
A ação do MPF visava a retirada dos vídeos por considerar que o material continha apologia, incitação, disseminação de discursos de ódio, preconceito, intolerância e discriminação contra os praticantes de umbanda, candomblé e outras religiões afro-brasileiras. “Para se ter uma ideia dos conteúdos, em um dos vídeos, um pastor diz aos presentes que eles podem fechar os terreiros de macumba do bairro”, disse o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jaime Mitropoulos.
De acordo com o site Justiça em Foco, o MPF vai recorrer da decisão em primeira instância da Justiça Federal para continuar tentando remover os vídeos da plataforma de streaming do Google.
“A decisão causa perplexidade, pois ao invés de conceder a tutela jurisdicional pretendida, optou-se pela definição do que seria religião, negando os diversos diplomas internacionais que tratam da matéria (Pacto Internacional Sobre os Direitos Civis e Políticos, Pacto de São José da Costa Rica, etc.), a Constituição Federal, bem como a Lei 12.288/10. Além disso, o ato nega a história e os fatos sociais acerca da existência das religiões e das perseguições que elas sofreram ao longo da história, desconsiderando por completo a noção de que as religiões de matizes africanas estão ancoradas nos princípios da oralidade, temporalidade, senioridade, na ancestralidade, não necessitando de um texto básico para defini-las”, argumentou Mitropoulos.

Fonte: Jornal GNN
 http://www.geledes.org.br/justica-federal-define-que-cultos-afro-brasileiros-como-umbanda-e-candomble-nao-sao-religiao/

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Presidente Uchtdorf e outros líderes religiosos encontram-se com o Presidente Obama

Igreja reafirma posição sobre Imigração

Washington, DC, EUA — 
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias reafirmou sua posição sobre a imigração quando a Casa Branca se reuniu com líderes religiosos para discutir a reforma da imigração.
Presidente Dieter F. Uchtdorf, da Primeira Presidência da Igreja, foi um dos líderes convidados de várias crenças religiosas para se encontrar com o presidente Obama e autoridades do governo para dar a sua opinião sobre a política de imigração.
Após a reunião, a Igreja emitiu a seguinte declaração:
"Em 2011 a Igreja endossou publicamente os princípios do Utah Compact como uma abordagem responsável para lidar com a complexa questão da reforma da imigração. Os princípios fundamentais sobre os quais a posição da Igreja se baseia são:
Seguimos Jesus Cristo, amando o nosso próximo. O significado de 'vizinho' inclui todos os filhos de Deus, em todos os lugares, em todos os momentos.
Reconhecemos a sempre presente necessidade de fortalecer as famílias. As famílias estão destinadas a ficar juntas. A Separação forçada dos pais trabalhadores de seus filhos enfraquece as famílias e prejudica a sociedade.
Nós reconhecemos que cada nação tem o direito de impor suas leis e proteger suas fronteiras. Todas as pessoas sujeitas às leis de um país são responsáveis ​​por seus atos em relação a eles."
Repetindo a posição de longa data da Igreja sobre as leis de imigração, o Presidente Uchtdorf disse que os funcionários públicos devem criar e administrar as leis que refletem o melhor de nossas aspirações como uma sociedade justa e solidária, incluindo não só a imigração, mas a defesa da liberdade religiosa e da liberdade em todo o mundo.
"Tais leis vão equilibrar apropriadamente o amor pelos vizinhos, a coesão familiar e a observância leis justas e aplicáveis", disse ele.
O próprio Presidente Dieter Uchtdorf é um imigrante alemão e cidadão dos EUA. Ele era um refugiado da Segunda Guerra Mundial e tem experimentado pessoalmente as dificuldades que muitos imigrantes enfrentam hoje.
A reunião com o presidente incluiu os seguintes líderes religiosos:
Dr. Russell Moore, Convenção Batista do Sul, Nashville, Tennessee
JoAnne Lyon, Superintendente Geral, a Igreja Wesleyana
Dr. Noel Castellanos, CEO, CCDA, Chicago, Illinois
Suzii Paynter, Coordenadora Executiva, Cooperative Baptist Fellowship, Atlanta, Georgia
Dieter F. Uchtdorf, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Salt Lake City, Utah
Luis Cortes, presidente, Esperanza
Observação de Guia de Estilo: Em reportagens sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, favor utilizar o nome completo da Igreja na primeira referência. Para mais informações quanto ao uso do nome da Igreja, procure on-line por nosso Guía de Estilo.

Os Missionários Mórmons — Introdução (+playlist)


terça-feira, 29 de abril de 2014

Jerusalém e as Religiões

Jerusalém é a maior cidade de Israel, aproimadamente 730 mil habitantes.  A cidade moderna de Jerusalém cresce em torno da cidade antiga, conhecida por sua importância história e bíblica. O centro estatístico de Jerusalém listou 1.204 sinagogas, 158 igrejas, e 73 mesquitas dentro da cidade em seu útlimo censo.

Jerusalém e as Religiões

Mesquita em Jerusalem
Além de ser umas cidades mais antigas do mundo, Jerusalém é uma cidade sagrada para as principais religiões monoteístas (islamismo, judaísmo e cristianismo). Apesar de ser pequena (menor que 1 km quadrado) cidade antiga de Jerusalém abriga os importantes locais religiosos, entre eles o Muro das lamentações, o Santo Sepulcro, a Cúpula da Rocha, a Esplanada das Mesquitas e a Mesquita de Al-Aqsa. É dividida em quatro quarteirões, o cristão, o armênio, o judeu e o muçulmano.

Jerusalém para Cristãos

Santo Sepulcro
Para os cristãos, Jerusalém é importante por ser o local de grandes acontecimentos bíblicos tanto no Antigo Testamento, quanto no Novo. Jesus foi levado para Jerusalém algum tempo depois que nasceu. Durante seu ministério, limpou o Segundo Templo. Além desses, muitos outros locais importantes como o Cenáculo (local da última ceia de Jesus), Santo Sepulcro, Tanque de Betesda, e muitos outros.

Uma viagem inesquecível

Jardim do Gethsemani
Conhecer Jerusalém é uma experiência inesquecível. Além de sua inquestionável importância bíblica, também é  conhecida por sua rica cultura, em diversos museus e eventos de todo tipo. Saiba mais sobre nossos pacotes turísticos e conheça Jerusalém.
- See more at: http://www.viagensbiblicas.com.br/destinos/israel/jerusalem/#sthash.LpX5rHE3.dpuf
http://www.viagensbiblicas.com.br/destinos/israel/jerusalem/

Leitora dá dicas sobre principais pontos turísticos de Jerusalém

Cidade é dividida em quatro bairros (Ârmenio, Cristão, Judeu, Muçulmano) cheios de histórias e monumentos sagrados


Leitora dá dicas sobre principais pontos turísticos de Jerusalém Arquivo pessoal/Arquivo Pessoal
Josiane Dias dos Santos é administradora e tem 31 anos Foto: Arquivo pessoal / Arquivo Pessoal
Josiane Dias dos Santos
Quem pensa que Jerusalém é só uma cidade antiga, se engana. Ela apresenta uma história em cada canto, principalmente na Cidade Velha, dividida em quatro bairros (Armênio, Cristão, Judeu e Muçulmano).

Há também um lado bem moderno, com pontes lindíssimas e um trem supermoderno instalado em 2011 que atravessa a cidade. Aliás, Israel é um dos líderes globais em tecnologia, atuando no desenvolvimento de softwares.

A Cidade Velha é toda composta por monumentos e lugares históricos, principalmente da época de Jesus. O bairro Cristão tem a Igreja do Santo Sepulcro, com a Pedra da Unção, o Calvário e o túmulo de Cristo, sendo o lugar mais sagrado para o cristianismo. No bairro Judeu, encontramos o Muro das Lamentações, local mais sagrado do judaísmo, e, no bairro Muçulmano, fica a magnífica Cúpula da Rocha, terceiro lugar mais sagrado para o islamismo.

O passeio na Cidade Velha pode ser realizado em um dia. Nos demais, pode-se ir ao Monte das Oliveiras, para uma vista maravilhosa da Cidade Velha e da Cúpula da Rocha. Também é possível visitar o Museu de Israel e ir ao Santuário do Livro, que guarda os manuscritos do Mar Morto. Nas proximidades, fica o Yad Vashem, um monumento para perpetuar a lembrança dos mais de 6 milhões de judeus que morreram no Holocausto.

Há ainda mais para fazer na cidade, pois o judeu adora uma festa – a cidade é bem agitada à noite. No sábado, porém, tudo – comércio, restaurantes, transporte público – fica fechado. Visitamos Jerusalém no verão, quando a temperatura chega a quase 50ºC.

Nome: Josiane Dias dos Santos
Lugares que conhece: Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai, Inglaterra, França, Itália, Holanda, Egito, Israel e Cisjordânia

Lugares que pretende visitar: Estados Unidos, China, Rússia, Japão, Turquia, Grécia, Alemanha, Portugal, Suíça e Caribe
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/viagem/noticia/2012/12/leitora-da-dicas-sobre-principais-pontos-turisticos-de-jerusalem-3974144.html