terça-feira, 29 de abril de 2014

Jerusalém e as Religiões

Jerusalém é a maior cidade de Israel, aproimadamente 730 mil habitantes.  A cidade moderna de Jerusalém cresce em torno da cidade antiga, conhecida por sua importância história e bíblica. O centro estatístico de Jerusalém listou 1.204 sinagogas, 158 igrejas, e 73 mesquitas dentro da cidade em seu útlimo censo.

Jerusalém e as Religiões

Mesquita em Jerusalem
Além de ser umas cidades mais antigas do mundo, Jerusalém é uma cidade sagrada para as principais religiões monoteístas (islamismo, judaísmo e cristianismo). Apesar de ser pequena (menor que 1 km quadrado) cidade antiga de Jerusalém abriga os importantes locais religiosos, entre eles o Muro das lamentações, o Santo Sepulcro, a Cúpula da Rocha, a Esplanada das Mesquitas e a Mesquita de Al-Aqsa. É dividida em quatro quarteirões, o cristão, o armênio, o judeu e o muçulmano.

Jerusalém para Cristãos

Santo Sepulcro
Para os cristãos, Jerusalém é importante por ser o local de grandes acontecimentos bíblicos tanto no Antigo Testamento, quanto no Novo. Jesus foi levado para Jerusalém algum tempo depois que nasceu. Durante seu ministério, limpou o Segundo Templo. Além desses, muitos outros locais importantes como o Cenáculo (local da última ceia de Jesus), Santo Sepulcro, Tanque de Betesda, e muitos outros.

Uma viagem inesquecível

Jardim do Gethsemani
Conhecer Jerusalém é uma experiência inesquecível. Além de sua inquestionável importância bíblica, também é  conhecida por sua rica cultura, em diversos museus e eventos de todo tipo. Saiba mais sobre nossos pacotes turísticos e conheça Jerusalém.
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Leitora dá dicas sobre principais pontos turísticos de Jerusalém

Cidade é dividida em quatro bairros (Ârmenio, Cristão, Judeu, Muçulmano) cheios de histórias e monumentos sagrados


Leitora dá dicas sobre principais pontos turísticos de Jerusalém Arquivo pessoal/Arquivo Pessoal
Josiane Dias dos Santos é administradora e tem 31 anos Foto: Arquivo pessoal / Arquivo Pessoal
Josiane Dias dos Santos
Quem pensa que Jerusalém é só uma cidade antiga, se engana. Ela apresenta uma história em cada canto, principalmente na Cidade Velha, dividida em quatro bairros (Armênio, Cristão, Judeu e Muçulmano).

Há também um lado bem moderno, com pontes lindíssimas e um trem supermoderno instalado em 2011 que atravessa a cidade. Aliás, Israel é um dos líderes globais em tecnologia, atuando no desenvolvimento de softwares.

A Cidade Velha é toda composta por monumentos e lugares históricos, principalmente da época de Jesus. O bairro Cristão tem a Igreja do Santo Sepulcro, com a Pedra da Unção, o Calvário e o túmulo de Cristo, sendo o lugar mais sagrado para o cristianismo. No bairro Judeu, encontramos o Muro das Lamentações, local mais sagrado do judaísmo, e, no bairro Muçulmano, fica a magnífica Cúpula da Rocha, terceiro lugar mais sagrado para o islamismo.

O passeio na Cidade Velha pode ser realizado em um dia. Nos demais, pode-se ir ao Monte das Oliveiras, para uma vista maravilhosa da Cidade Velha e da Cúpula da Rocha. Também é possível visitar o Museu de Israel e ir ao Santuário do Livro, que guarda os manuscritos do Mar Morto. Nas proximidades, fica o Yad Vashem, um monumento para perpetuar a lembrança dos mais de 6 milhões de judeus que morreram no Holocausto.

Há ainda mais para fazer na cidade, pois o judeu adora uma festa – a cidade é bem agitada à noite. No sábado, porém, tudo – comércio, restaurantes, transporte público – fica fechado. Visitamos Jerusalém no verão, quando a temperatura chega a quase 50ºC.

Nome: Josiane Dias dos Santos
Lugares que conhece: Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai, Inglaterra, França, Itália, Holanda, Egito, Israel e Cisjordânia

Lugares que pretende visitar: Estados Unidos, China, Rússia, Japão, Turquia, Grécia, Alemanha, Portugal, Suíça e Caribe
http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/viagem/noticia/2012/12/leitora-da-dicas-sobre-principais-pontos-turisticos-de-jerusalem-3974144.html

segunda-feira, 28 de abril de 2014

PROTEÇÃO LEGAL-proteção à honra e à dignidade de grupos raciais, étnicos ou religiosos


A presidenta Dilma Rousseff alterou a Lei da Ação Civil Pública - número 7.347, de 24 de julho de 1985 - para incluir a proteção à honra e à dignidade de grupos raciais, étnicos ou religiosos.

A Ação Civil Pública já é prevista nos casos de danos ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico, paisagístico e de infração da ord...em econômica.

Contudo, com a alteração, a norma passa a vigorar também a favor desses grupos.

Se necessário, poderá ser ajuizada ação cautelar para evitar os danos à honra e à dignidade dos grupos.

O texto aprovado no Senado dia 19 de março deste ano foi elaborado em 1997 pelo então senador Abdias Nascimento, morto em 2011.

O parlamentar era conhecido pelas lutas em prol da igualdade para as populações afrodescendentes.

À época, Abdias disse considerar inegável a dispersão e a precariedade da legislação a respeito do tema.

Confira em http://bit.ly/RSvqcj

https://www.facebook.com/SiteDilmaRousseff?fref=photo

Campanha do Lacre de Aluminio no LINNEU!!Veja algumas surpresinhas!!!


Essa garotada tem me surpreendido .Aqui vão, algumas fotos desses nossos parceirinhos da Campanha do lacre de Alumínio do PEQUENO COTOLENGO  arrecadação de cadeiras de rodas.Vejam:
Essa turminha da professora ILDA do quarto ano C, tem se mostrado empenhada,  parabéns!!(Laura, João Vitor, Pablo, Miguel, Marcelo, João Xavier e Kauane)
 
Professora Clara, João Xavier e Laura 
 
Animados  como fossem formiguinhas os alunos da professora Elianara, terceiro ano F sempre trazendo lacres nos potinhos, caixinhas...Não importa a quantidade, mas a mobilização e entender como podemos ajudar o semelhante de várias maneiras praticando a ALTERIDADE!!
Beatriz Prado, Pedro Toler
Kauê da professora Cristiane Lopuch segundo ano E. Veja ,ajudando a por os lacres na garrafa.
 
A contribuição da aluna Eduarda Nunes, do 5 ano D  e sua família :
 
Aluna do quarto ano fez também sua campanha em casa e trouxe sua garrafa, mas deu trabalho pro aluno Roberto encher a garrafa! Muito bem quarto ano E da professora Marta,vamos junta-se ao espirito  solidário!!(Roberto e Sabrina Gabrielly)
 
 Paola Fernandes do quarto ano E

 
  Sala Especial também feliz por participar deste momento no LINNEU e poder protagonizar essa história!!Esse sorriso do Cristian já valeu a pena!!


Que bacana ver a turma do 4 ano da professora Luciane empolgados e sentir a alegria da professora em vê-los participativos. Isto faz dar UP ,
                                  ATÉ AS AULAS,SE SOUBERMOS APROVEITAR!!!(jJulio, Brayan, Paula)

                                                 Agora um pouquinho de mídia.
                                                     Vamos ver o filme CUERDAS?


sábado, 26 de abril de 2014

Abril e a liberdade religiosa


Esther Mucznik

O que trouxe Abril de novo, do ponto de vista da liberdade religiosa? A mudança está contida numa única palavra: reconhecimento.

Trouxe o 25 de Abril a liberdade religiosa? Se limitarmos a liberdade religiosa à liberdade de culto, a resposta é não. Como forma de possibilidade individual de professar a religião da sua escolha, a liberdade de culto existia antes do 25 de Abril e até, embora com sérias reservas, antes mesmo da revolução republicana. No século XIX, com o liberalismo e a extinção da Inquisição, os fiéis não-católicos passam a ter a possibilidade de praticar a sua religião.
As limitações são, no entanto, importantes: a prática do culto não-católico é apenas reconhecido aos estrangeiros e o seu exercício obrigatoriamente privado, sem expressão pública, incluindo a visibilidade dos seus templos. Trata-se assim de “tolerância”, não de liberdade: a religião católica é a religião do reino e os súbditos nacionais não têm outra opção. No entanto, e encarando a liberdade, e em particular a religiosa, como um processo sempre em movimento, o avanço é significativo: no caso concreto do judaísmo, embora considerados como uma “colónia” estrangeira sem reconhecimento legal, os judeus frequentam os seus espaços de culto privados, enterram os seus mortos segundo o ritual judaico, praticam livremente a beneficência judaica em organizações cujos estatutos são aceites.
A República vai mais longe. A Lei da Separação da Igreja do Estado, de 20 de Abril de 1911, confere a personalidade jurídica às confissões não-católicas e permite a visibilidade pública dos seus templos. Trata-se, sem dúvida, de um avanço significativo para as confissões não-católicas. No entanto, não podemos ainda falar de liberdade religiosa: em primeiro lugar, porque, decalcada do modelo da lei francesa de 1905, é visceralmente uma lei anticlerical e, em segundo, lugar porque as confissões não-católicas são reconhecidas apenas sob a forma de associações privadas cultuais, não como confissões religiosas, o que, na verdade, camufla a sua verdadeira natureza sociológica. Assim, os estatutos da Comunidade Israelita de Lisboa são reconhecidos a 23 de Julho de 1912, por alvará do governo civil, como “Associação de culto israelita, beneficência e instrução, denominada Comunidade Israelita de Lisboa”.
O Estado Novo consagra a liberdade de culto na Constituição de 1933, mas as comunidades não-católicas permanecem corpos estranhos à sociedade. Não fazem parte da nação portuguesa. Sem ser religião oficial do Estado, a Igreja Católica é, de facto, a única religião reconhecida e legitimada. Individualmente, os não-católicos têm os mesmos direitos como cidadãos nacionais, mas a expressão pública e colectiva da sua prática religiosa não existe, o low profile é a regra, e nada está previsto na legislação que tenha em conta as suas particularidades religiosas: o reconhecimento destas depende da boa vontade dos interlocutores do momento. Exemplificando de novo com a comunidade judaica, a possibilidade de não trabalhar ou fazer exames ao sábado ou durante as festividades religiosas dependia de uma negociação entre as partes, sem nunca ser reconhecida na lei. Da mesma forma, o ensino da religião nas escolas públicas ou a isenção de impostos eram benefícios exclusivos da Igreja Católica e o regime jurídico determinado pelo código civil continuava a não reconhecer a natureza religiosa das confissões não-católicas. Apesar disto, é preciso dizer com clareza: durante a ditadura salazarista a liberdade de culto privado nunca esteve em causa.
Então o que trouxe Abril de novo, do ponto de vista da liberdade religiosa? A mudança está contida numa única palavra: reconhecimento. E sem reconhecimento não se pode falar em liberdade, porque esta não se restringe a tolerar a existência privada de um culto “outro”. O reconhecimento implica aceitar como igual o que é diferente: igual em direitos, igual em deveres, igual em oportunidades; implica viver a diferença como natural, a diversidade como fazendo parte intrínseca das sociedades, e a tensão daí decorrente como um elemento criativo. A homogeneidade, o nivelamento, a negação da diversidade são sempre factores de empobrecimento, nomeadamente quando forçados. São contra a própria corrente da vida.
A mudança aberta com a revolução de Abril não se fez de repente, mas muito progressivamente, e está longe de estar terminada. O principal factor de mudança foi, como não podia deixar de ser, a instauração da democracia e da liberdade política. O fim da guerra colonial e a implantação de novas minorias étnicas e religiosas em território português, a abertura do país ao mundo e sobretudo a liberdade de pensamento, de expressão e de circulação de ideias, fazem surgir uma nova atitude face à diversidade religiosa e cultural. Portugal, hoje, é uma sociedade onde coexistem diversas minorias religiosas com uma prática aberta, expressão colectiva e visibilidade pública e estes elementos são determinantes na integração social dos seus fiéis. No fundo, quanto maior for a aceitação da diferença, mais fácil é o processo de integração.
http://www.publico.pt/portugal/noticia/abril-e-a-liberdade-religiosa-1633309

FE-Brasil: nota de apoio aos Tupinambá


Recebemos com grande preocupação a notícia da prisão pela Policia Federal neste dia 23 de abril, de Rosivaldo Ferreira dos Santos, cacique do Povo Tupinambá da Serra do Padeiro, sul da Bahia.
 
Babau, como é mais conhecido, é uma das principais lideranças indígenas do Brasil e sua forte e contundente atuação na defesa do território de seu povo no sul da Bahia vem, há alguns anos, gerando uma série de perseguições e ameaças de morte, perpetradas por fazendeiros e lideranças políticas da região, com forte conivência de outros poderes locais, incluindo o judiciário e as polícias.
 
Alguns meios de comunicação de massa também têm contribuído para aumentar a onda de perseguição aos Tupinambá, criminalizando o direito legítimo desse povo ao seu território ao associar a luta política de sua principal liderança ao banditismo e à violência.
 
Babau estava com viagem marcada a Roma na quarta-feira, 23/04 para uma audiência com o papa Francisco, no qual entregaria documento relatando o martírio que seu povo vem sofrendo na luta legítima pelo direito ao seu território e à sua cultura. Segundo nota do CIMI, o passaporte de Babau foi suspenso pela Polícia Federal, menos de 24 horas depois de emitido, por quatro mandados de prisão: três arquivados em 2010 e outro da Justiça Estadual de Una acusando-o de participação no assassinato de um pequeno agricultor. O inquérito que levou ao mandado de prisão contra Babau e outras lideranças Tupinambá foi realizado em apenas dez dias, tem depoimentos sem o contraditório e uma série de outras fragilidades jurídicas.  A prisão se deu durante audiência unificada das comissões de Direitos Humanos da Câmara e do Senado, da qual participava, no Congresso Nacional, em Brasília (DF) e foi decretada pela Vara Criminal da Justiça Estadual de Una, município baiano.
 
“Tiraram nós do nosso território e agora continuamos no mesmo impasse. Estão querendo nos matar. Querendo, não, estão nos matando. Quero que este parlamento ou nos mate de uma vez ou faça alguma coisa” disse Babau ao chegar à Câmara dos Deputados, segundo nota do CIMI.
 
Essa luta de Babau e de seu povo se insere num contexto de violações e profundo desrespeito aos povos indígenas de todo o Brasil e ao seu modo de viver, cada vez mais encurralados por um modelo perverso de desenvolvimento. Grandes projetos governamentais e privados, expansão do agronegócio e mineradoras sobre territórios imemorialmente habitados por esses povos e outras populações tradicionais são a expressão mais evidente desse modelo.
 
Nós, organizações ecumênicas e igrejas cristãs reunidas no Fórum Ecumênico Brasil, manifestamos nossa total solidariedade e apoio ao Cacique Babau e demais lideranças indígenas injustamente processadas nesse inquérito. Afirmamos, com a mesma veemência do cacique, que os direitos dos povos indígenas de todo o Brasil estão sendo violados por essa absurda perseguição e truculência que vem sendo cometida contra os Tupinambá há muito tempo. Nos causa também preocupação o risco pela integridade física de Babau caso ele seja transferido para uma prisão na região sul da Bahia.
 
Clamamos a autoridades estaduais e federais, especialmente o Ministério da Justiça para que intervenha de forma a preservar a vida e a segurança das lideranças indígenas envolvidas nesse inquérito, relaxamento das prisões e agilização do processo para assegurar definitivamente o território aos Tupinambá, restituindo a paz na região. 
 
Brasília, abril de 2014
 
Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil – CONIC
Conselho Latino-americano de Igrejas do Brasil – CLAI Brasil
Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil
Igreja Episcopal Anglicana do Brasil 
Igreja Presbiteriana Unida do Brasil
Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
Igreja Ortodoxa Siriana
Igreja Católica Apostólica Romana
Aliança de Batistas do Brasil
Coordenadoria Ecumênica de Serviço – CESE
Fundação Luterana de Diaconia - FLD
KOINONIA – Presença Ecumênica e Serviço
Comissão Ecumênica dos Direitos da Terra - CEDITER
Centro Ecumênico de Serviço à Evangelização e Educação Popular - CESEEP
Centro Ecumênico de Evangelização, capacitação e Assessoria - CECA
Cento de Estudos Bíblicos - CEBI
DIACONIA
Universidade Popular - UNIPOP
Comissão Ecumênica de Combate ao Racismo - CENACORA
Dia Mundial de Oração
Associação de Seminários Teológicos - ASTE
Programa de Formação e Educação Comunitária – PROFEC
 
Obs.: O FE-Brasil é um Fórum Ecumênico composto por igrejas, conselhos de igrejas e organizações ecumênicas, que busca fortalecer o campo ecumênico, ao promover ações que favoreçam o diálogo entre culturas e promova a justiça, a paz e o equilíbrio ambiental.

CESEEP promove curso de ecumenismo e diálogo inter-religioso


Entre os dias 13 e 27 de julho o CESEEP - Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular promove o curso de ecumenismo e diálogo inter-religioso com o tema “Violência: Desafio às Religiões na Construção da Justiça e da Paz. Abaixo, confira a apresentação do curso.
 
Apresentação
 
Aspecto preocupante da atualidade são formas estruturais de violência atreladas a injustiças econômicas e sociais, que atingem a sociedade toda, mas particularmente os mais vulneráveis: crianças, mulheres, jovens, idosos, desempregados. O tráfico e o consumo de drogas agravam esse quadro no quotidiano das famílias e da juventude.
 
Encontrar mecanismos e alternativas para a sua superação não é tarefa apenas do Estado, mas de todas as pessoas, de organismos da sociedade civil e especialmente das igrejas cristãs e das religiões.
 
O grande desafio é, portanto o da superação da violência pela de uma sociedade fundada na justiça, na igualdade e na solidariedade.
 
As igrejas cristãs e as religiões são desafiadas a apresentar a sua contribuição nessa luta contra a violência e contra a injustiça.
 
A mensagem evangélica de amor, justiça e fraternidade exige uma atitude de denúncia das injustiças sociais e dos mecanismos da violência, mas também de anúncio de propostas e ações que venham a contribuir para a melhoria de vida das pessoas e transformação da sociedade na direção da justiça e da paz. 
 
 Muitas experiências revelam que a sociedade civil organizada, com a participação das igrejas e religiões, pode encontrar caminhos que levem às mudanças desejadas.
 
O tema do Curso de Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso de 2014 - Violência: desafio às religiões na construção da justiça e da paz - oferece a possibilidade de se refletir sobre essa realidade, com aprofundamento teórico acompanhado de contato com iniciativas e práticas significativas das igrejas e religiões nesse âmbito. O Curso é organizado pelo CESEEP em parceria com o MOFIC, CLAI, KOINONIA e com o apoio do CONIC.
 
Oferece um espaço de rica convivência entre pessoas de diferentes igrejas e religiões, momentos de espiritualidade e festa e intenso programa de visitas a comunidades religiosas e a iniciativas em favor da paz.
 
Assessores e conteúdo 
 
- Panorama mundial das religiões e de sua evolução recente. Pe. Dr. José Oscar Beozzo.
 
- Religiões indígenas: A violência contra os povos indígenas e suas formas de resistência. Dr. Prof. Benedito Prezia e Profª Luciana Galante.
 
- Religiões de matriz africana: A violência social e religiosa contra as religiões de matriz africana e sua luta por respeito e igualdade. Dr. Prof. Ruy Póvoas.
 
- Umbanda: Panorama histórico. A violência contra os templos e pessoas que praticam a Umbanda e seu empenho contra a discriminação religiosa e social. Mãe Rita de Cássia.
 
- Budismo: panorama histórico. Ações do budismo em favor da justiça e da paz. Monja Coen.
 
 - O Judaísmo frente à violência antissemita. Sua contribuição ética e social para a construção da justiça e da paz. Rabino Alexandre Leone.
 
- Hinduísmo: Panorama Histórico. Ações do hinduísmo vedanta em prol da justiça e da paz. Shankara Brahmachari Sadanandachaitanya.
 
- A violência doméstica e as religiões. Dra. Ivone Gebara.
 
- Espiritualidade do cotidiano no combate e superação da violência. Dr. Faustino Teixeira.
 
Veja o cartaz do curso: