domingo, 9 de fevereiro de 2014

Olhar Indígena - Pajé Kizib e a Cosmovisão do Povo Desana.


Sintonia com Daniel Munduruku - TV Câmara 1º Parte


Declaraçao das Nacóes Unidas dos Povos Indíginas

"O texto, extremamente avançado, reflete o conjunto das reivindicações atuais dos povos indígenas em todo o mundo acerca da melhoria de suas relações com os Estados nacionais e serve para estabelecer parâmetros mínimos para outros instrumen...tos internacionais e leis nacionais. Na declaração constam princípios como a igualdade de direitos e a proibição de discriminação, o direito à autodeterminação e a necessidade de fazer do consentimento e do acordo de vontades o referencial de todo o relacionamento entre povos indígenas e Estados (veja mais abaixo)."
http://www.slideshare.net/mobile/Tupari/declarao-dos-direitos-dos-povos-indgenas-pdf
www.institutouka.org
www.institutouka.blogspot.com

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Mitologia Brasileira - Panteão Tupi-Guarani

Os Brasileiros conhecem várias mitologias...Grega, Romana, Egípcia, Africana Iorubá, mas é lamentável que não conheçam a sua própria mitologia...
A mitologia dos povos verdadeiramente Brasileiros que viviam antes da chegada europeia é absolutamente rica, provando que a mitologia Tupi- guarani é tão forte quanto as outras.

Fica aqui um pequeno resumo dos deuses que compoem o panteão Tupi - Guarani :

Tupã (deus do trovão), deus supremo do panteão Tupi-Guarani. Ente Supremo, cuja voz se fazia ouvir nas tempestades – Tupã-cinunga, ou "o trovão", cujo reflexo luminoso era Tupãberaba, ou relâmpago. Os índios acreditavam ser o deus da criação, o deus da luz. Sua morada seria o sol.

Guaraci (deus do sol), é a representação ou deidade do Sol, às vezes compreendido como aquele que dá a vida e criador de todos os seres vivos, tal qual o sol é importante nos processos biológicos.

Jaci (deusa da Lua), Rainha da Noite e dos homens, que foi esposa de Tupã;

Anhum (deus da música), o deus melodioso que tocava divinamente o sacro Taré;

Caramuru, o deus dragão, que podia ser tanto bom quanto cruel, era o deus que presidia as ondas revoltas dos grandes oceanos;

Rudá, o deus do amor;

Tambatajá (um deus de amor e protetor de todos os perigos);

Polo, o deus dos ventos e mensageiro de Tupã;

Sumá, foi ela que ensinou a arte da agricultura aos tupis;

Caupé, deusa da beleza, Afrodite-indígena;

Jururá-Açú, conta uma lenda, que por ter libertado o deus infernal, tornou-se a única deusa que podia entrar e sair livremente dos infernos. Tupã castigou esta linda deusa transformando-a em uma tartaruga;

Tainacam, a deusa das Constelações;

Caapora, deus guardião dos animais;

Catú, o deus outonal;

Mutin, o deus da primavera;

Peurê, o senhor do verão;

Nhará, que preside o inverno;

Guaipira, a deusa da história;

Picê, a deusa da poesia;

Biaça, a deusa da astronomia;

Açutí, a deusa da escrita;

Arapé, a deusa da dança;

Graçaí, a deusa da eloqüência;

Piná, a deusa da simpatia;

Parajás, deusas da honra, do bem e da justiça;

Aruanã, o deus da alegria e protetor dos Carajás.

Anhangá, deus das trevas, deidade suprema dos Infernos;

Ticê, esposa de Anhangá;

Guandirô, era o deus da noite, que bebia o sangue dos homens;

Xandoré, deus do ódio, lançador de raios, relâmpagos e trovões;

Tiriricas, deusas do ódio;

Pirarucú, o deus do mal que mora no fundo das águas. Conta-se que ele casou com Yara e dessa união nasceram vários monstros;

Yara, a deusa dos serenos lagos
As formosas Juruás;

A lendária nereida Açaí.

O Monte Iiapaba para os Tupis, era sinônimo de céu, onde os deuses julgavam a alma dos mortos.

Curupira, deus protetor das matas;

Abeguar, deus do vôo;

Araci, a deusa da aurora e das madrugadas. Foi ela que fez nascer o lendário Juazeiro.

Há muitos Brasileiros que escutam falar superficialmente desta mitologia e que a ignoram completamente.

Esta é a sabedoria dos Pagés, dos Indios e de Povdos que tiveram a sua época e a sua luz, mas que ainda hoje, auxiliando-se destas forças conseguem viver em condições com as quais a maioria dos seres humanos não sobreviveria uma hora sequer.

Não digo que viremos Guaranis, mas é interessante escutar as suas estórias e lendas, bem como conhecer alguns dos poderes exibidos pelos Feiticeiros do Povo de Tupã.

A Autora,

Magda Liebstein

Inventor americano cria bola indestrutível; conheça a bola que não fura


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Olha ai dica para este ano História, Arte ,Religião!!!

ASSINTEC 40 ANOS DE PROFISSIONALISMO!!!



Esta equipe é formidável!!Valorosos e nos dão valor!!!

Por isso o valor cresce ainda mais. São anos de estudos ,trocas  e compartilhamento de experiências!!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

2 DE FEVEREIRO – DIA DE IEMANJÁ

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Iemanjá é um orixá feminino (divindade africana) das religiões Candomblé Umbanda. O seu nome tem origem nos termos do idioma Yorubá “Yèyé omo ejá”, que significam “Mãe cujos filhos são como peixes”.
Mãe-d’água dos Iorubatanos no Daomé, de orixá fluvial africano passou a marítimo no Norte do Brasil.
No Brasil, a deusa Iemanjá recebe diferentes nomes, dentre eles: Dandalunda, Inaé, Ísis, Janaína, Marabô, Maria, Mucunã, Princesa de Aiocá, Princesa do Mar, Rainha do Mar, Sereia do Mar, etc.
Iemanjá é a padroeira dos pescadores. É ela quem decide o destino de todos aqueles que entram no mar. Também é considerada como a “Afrodite brasileira”, a deusa do amor a quem recorrem os apaixonados em casos de desafetos amorosos.
No dia 2 de fevereiro acontece em Salvador, capital do Estado da Bahia, a maior festa popular dedicada a Iemanjá. Neste dia, milhares de pessoas trajadas de branco fazem uma procissão até ao templo de Iemanjá, localizado na praia do Rio Vermelho, onde deixam os presentes que vão encher os barcos que os levam para o mar.
No Rio de Janeiro as festas em honra de Iemanjá estão relacionadas com a passagem de ano.
Nos candomblés fiéis às origens africanas, o culto é prestado em locais fechados, nos atuais o culto é ao ar livre, prestado no mar e nas lagoas, sendo Iemanjá muitas vezes representada como sereia.
Os devotos levam para o mar vários presentes que são tidos como recusados quando não afundam ou quando são devolvidos à praia.
Dentre as diversas oferendas para a bela e vaidosa deusa, encontram-se flores, bijuterias, vidros de perfumes, sabonetes, espelhos e comidas. O ritual se repete em outras praias do Brasil.
As celebrações em homenagem a Iemanjá também acontecem em 15 de agosto, 8 de dezembro e 31 de dezembro.

Iemanjá e Música

Existem várias músicas que são feitas em homenagem a Iemanjá. Exemplo disso é a música “Iemanjá” do grupo musical Chimarruts, uma banda de reggae do Rio Grande do Sul.

Iemanjá e Sincretismo

No sincretismo religioso, Iemanjá corresponde a Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora das Candeias, Nossa Senhora da Piedade e Virgem Maria.
http://omundodegaya.wordpress.com/2014/02/02/2-de-fevereiro-dia-de-iemanja/