sábado, 18 de janeiro de 2014

UM SHOW DE FOTOJORNALISMO !

Linda imagem. Um belo registro de respeito mútuo e humildade.
via Marcos Gomes. A foto de capa da edição desta sexta-feira (17) do Correio da Bahia, mostrando uma "baiana" na Lavagem do Bonfim molhando a cabeça de uma freira com água-de-cheiro, é um show de fotojornalismo. Parabéns ao jornal pela oportunidade e à jornalista Marina Silva, pela sensibilidade e talento.
 
 
 
 
 
A foto de capa da edição desta sexta-feira (17) do Correio da Bahia, mostrando uma "baiana" na Lavagem do Bonfim molhando a cabeça de uma freira com água-de-cheiro, é um show de fotojornalismo. Parabéns ao jornal pela oportunidade e à jornalista Marina Silva pela sensibilidade e talento. — com Rosa Cristinna Campos.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O TRANSCENDENTE



A PRIMEIRA EDIÇÃO DE O TRANSCENDENTE DE 2014 ACABOU DE IR PARA A GRÁFICA!!!

Já já ele chega para todos os nossos assinantes!!!

Confira com EXCLUSIVIDADE a CAPA do jornal!!
https://www.facebook.com/pages/O-Transcendente/550293904998409


Especialização Docente Lato Sensu com ênfase em Ensino Religioso

Ensino Religioso
O Programa de Especialização Docente Lato Sensu com ênfase em Ensino Religioso oferta aos profissionais da Educação a apropriação de conteúdos específicos ao tema e a condução didática para atuação na prática pedagógica.
 
Acesse a grade curricular clicando aqui

Objetivo

O Programa de Especialização Docente Lato Sensu com ênfase em Ensino Religioso, tem por objetivo capacitar os profissionais da educação para uma atuação mais eficaz nas instituições de ensino voltada ao Ensino Religioso, a partir do aperfeiçoamento de competências e habilidades como forma de desenvolvimento profissional e pessoal.

Público-alvo

Educadores das redes pública e privada, profissionais da educação e demais pessoas que demonstrem interesse pelo tema.
 
Investimento:
 
Duração: 12 meses
Matrícula: R$ 169,00
Mensalidade: 15 mensais de R$ 169,00
Material: Conteúdo online + vídeo-aulas em DVDs/VMPs + Livros impressos

OU
Duração: 6 meses (INTENSIVO)
Matrícula: R$ 299,00
Mensalidade: 07 mensais de R$ 299,00
Material: Conteúdo online + vídeo-aulas em DVDs/VMPs + Livros impressos
Faça sua inscrição clicando aqui.
 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

VEJA SUGESTÁO DA PARCEIRA DO ER ADRIANA MELLO DO http://ensinoreligiosoemsala.blogspot.com.br/2013/12/segue-mais-uma-sugestao-de-abertura-de.html?spref=fb

ABERTURA DE CADERNO - 2014
 
Segue mais uma sugestão de abertura de caderno, esta é a que eu pretendo utilizar nos cadernos dos meus alunos.
Não esqueçam de também colocar e explicar a legislação que rege esta componente curricular.


 

Um Feliz Ano Novo e até 2014.

 




Mitos e linguagem universal



Mitos e linguagem universal

Há semelhanças entre a Bíblia e os mitos de origem de outros povos.

A água primordial

•    O relato bíblico diz que Deus reuniu as águas e apareceu o solo seco. Deus chamou ao seco “terra” e às águas “mar” (cf. Gn 1,9-10).
•    No mito babilônio, há um casal de deuses criadores: Apsu, o mar doce e Tiamat, o mar salgado.
•    Para os sumérios, o deus Utu tirou a terra do caos, vencendo o dilúvio com sua barca. Outro relato atribui a criação à deusa Nammu, o “mar mãe”, da qual nasceu a terra.
•    Os cananeus tinham o deus Baal que tudo criou ao vencer Yam, deus oceano, dono da água da vida.
•    Os primeiros egípcios veneravam Rá, filho do rio Nilo e pai de Aton, o deus sol criador da terra. Em outro mito egípcio o criador é Ptá, que nasceu dos mares primordiais.
•    Prajapati, o mais antigo deus da Índia, surgiu do oceano primordial. Seu pranto de solidão gerou os continentes.
•    O primeiro deus do xintoísmo japonês, Kunitokotachi, nasceu do oceano, organizou o caos das águas e criou as ilhas do Japão. Para os Aimos, ancestrais do Japão, a vida nasceu do pântano, onde se mistura com a terra.
•    Nas ilhas do Pacífico a mitologia recorda o criador Ta’roa, senhor do oceano e criador da terra. 
•    Os siberianos crêem que o deus Ulgan trouxe do fundo do mar a matéria prima do primeiro ser vivo.  
•    Os Maias ensinavam que a terra atual surgiu da água, pela ação do deus Tohil, depois que o dilúvio cobriu a terra anterior.
•    Também os aborígenes da Austrália crêem que esta terra não é a primeira. Ela surgiu após o dilúvio causado pela deusa Mudungkala. Outra versão, diz que o dilúvio foi causado pelo casal de deuses Wandginas, que pouparam duas crianças, encarregadas de repovoar a terra.
•    Para os Incas, as lágrimas do criador Viracocha, formaram o lago Titicaca, na Bolívia, do qual emergiram Inti, o deus sol e Mama-Quila a deusa lua. A terceira filha do lago foi a terra: Pacha-mamma.
•    A mitologia indígena brasileira tem diversos relatos de dilúvios e recriação da terra.

A matéria humana primordial 

•    A linguagem mítica da Bíblia, interpreta a origem do ser humano como filho da terra, componente da criação, quando diz que o Senhor Deus o moldou do pó.  (cf. Gn 2,7).
•    Para as tribos Dogons, do norte da África, o ser humano veio da união entre a terra e o deus criador Amma.
•    Já os Iorubás, da África central, contam que o deus Orixalá tirou a criação de um punhado de terra que guardava dentro de uma concha de caracol.
•    As religiões da Mesopotâmia acreditavam que Ninmah, deus do nascimento, criou as pessoas do barro, orientado por Enki, deus da sabedoria.
•    No zoroastrismo persa, o primeiro casal nasceu da terra fecundada pelo deus Gayomart.
•    Na mitologia grega foi o semi-deus Prometeu que moldou do barro o primeiro ser humano.
•    O deus Ulgan da Sibéria fez o primeiro homem, Erlk, com a lama do fundo do mar.
•    Para os Inuit do Alasca o ser humano foi feito do barro pelas mãos do deus Tulungersk.
•    Os indígenas Alonquinos, dos Estados Unidos veneram o deus Glooskar que criou as pessoas do pó da Mãe-Terra.
•    Já para os Ienape americanos, quem moldou o homem do barro foi o criador Welsit Manatu.
•    Na mitologia inca, Viracocha tirou do lago Titicaca, a terra e da terra fez o ser humano.
•    Uma das variantes mitológicas das ilhas do Pacífico dá ao deus criador o nome de Vari, que significa barro. Toda a criação saiu do corpo do deus barro.

Materiais de apoio para trabalhar mitos e sonhos atuais





Buscas e sonhos de adolescentes – escanear

DVD – cód. 17032-1
Paulinas Multimídia
Sete breves histórias sem texto, repletas de símbolos e cenas sugestivas, abordam mitos e sonhos cotidianos como, namoro, massificação, consumismo, desejos e limites... E ameaças como tráfico de crianças, drogas, prostituição e trabalho infanto-juvenil.











O livro das origens

Textos recontados por José Arrabal e ilustrados por Andréa Vilela.
Coleção Mito e magia, cód. 9844-2 – Paulinas
Mitos de origem africanos e indígenas, com ilustração capaz de transportar o leitor para a linguagem do mito, da utopia e do encanto.
Livro selecionado pelo Projeto Nacional Biblioteca na Escola, do Ministério da Educação.










Lendas brasileiras - Centro-Oeste e Sul  

Textos recontados por José Arrabal e ilustrados por Sérgio Palmiro
Coleção Mito e magia – cód. 50266-9 – Paulinas
Lendas populares e mitos indígenas: A origem do fogo, do povo Gaingangue; O mito da criação, dos Carajás e o nascimento das estrelas na narrativa Bororo, entre outros, formam um portal de entrada na mitologia brasileira.








Onde estamos? 

Ely Barbosa
Coleção Sabor Amizade – cód. 8348-8 - Paulinas“Venha comigo fazer a mais longa de todas as viagens... Sonhar é preciso.” Assim o autor e desenhista Ely Barbosa convida o leitor a viajar pelo bairro, a cidade, o país, a terra, o universo... e concluir que vivemos na casa que Deus fez para nós.   
 

http://www.paulinas.org.br/dialogo/?system=news&id=5510&action=read

domingo, 29 de dezembro de 2013

Paz, valor universal

 

Data de publicação: 27/12/2013


O prêmio Nobel da Paz foi instituído na Suécia, pelo industrial Alfredo Nobel. Desde 1901, pessoas de todas as tradições religiosas o receberam, algumas delas comprometidas com a mística e a ética de suas religiões.

Premiados nos últimos 16 anos

2005 - Mohamed El Baradei, muçulmano, diretor da Agência Internacional de Energia Atômica do Egito, pela luta contra as armas nucleares.
2004 - Wangari Maathai, africana do Quênia, pela defesa do meio ambiente.
2003 - Shirin Ebadi, muçulmana, pela defesa dos direitos humanos no Irã.
2002 - Jimmy Carter, cristão, presidente americano, por mediar a paz em conflitos internacionais.
2001 - Kofi Annan, cristão, secretário-geral da ONU, pelo esforço em prol da paz.
2000 - Kim Dae-Jung, budista, presidente da Coréia do Sul, pelo diálogo com a Coréia do Norte.
1999 - Organização dos Médicos Sem-Fronteiras, pelo atendimento humanitário em qualquer região do mundo.
1998 - John Hume e David Trimble, cristãos, políticos da Irlanda do Norte, por incentivarem o diálogo de católicos e protestantes.
1997 - Jody Williams, cristã, americana, coordenadora da Campanha Internacional para Proibição das Minas Terrestres em áreas de guerra.
1996 - Carlos Belo e José Ramos Horta, cristãos, ativistas dos direitos humanos no Timor Leste.
1995 - Movimento antinuclear Pugwash, fundado pelo britânico Joseph Rotblat, cristão.
1994 - Yitzhak Rabin, judeu, primeiro-ministro israelense, Shimon Peres, judeu, ministro das Relações Exteriores de Israel, e Iasser Arafat, muçulmano, presidente da Autoridade Nacional Palestina, pelo diálogo para o fim do conflito entre os dois povos.
1993 - Nelson Mandela e Frederik de Klerk, cristãos, ativistas pela liberdade do povo da África do Sul.
1992 - Rigoberta Menchú Tum, mulher indígena, pela defesa dos índios, na Guatemala.
1991 - Aung San Suu Kyi, budista, ativista da democracia e da justiça social em Mianmar (antiga Birmânia).
1990 - Mikhail Gorbatchov, cristão ortodoxo russo, presidente da União Soviética, pelo desarmamento nuclear e o fim da Guerra Fria.

Rigoberta Menchú Tum, é indígena Quiché, descendente do povo maia. Nasceu na Guatemala em 1959 e desde os 5 anos de idade trabalhou em fazendas de café, onde morriam pessoas por desnutrição, violência e condições subumanas no trabalho. Na juventude, destacou-se na luta pelos direitos etnoculturais de seu povo. Em 1991 foi convidada pela ONU a contribuir na Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, recebeu o Prêmio Nobel em 1992 e é embaixadora da Unesco, para a causa indígena.

Fonte: Folha de S. Paulo on-line, Redação Diálogo.
Fonte: Diálogo 41 - Fev/2006
Inserido por: Diálogo