domingo, 29 de dezembro de 2013

Paz, valor universal

 

Data de publicação: 27/12/2013


O prêmio Nobel da Paz foi instituído na Suécia, pelo industrial Alfredo Nobel. Desde 1901, pessoas de todas as tradições religiosas o receberam, algumas delas comprometidas com a mística e a ética de suas religiões.

Premiados nos últimos 16 anos

2005 - Mohamed El Baradei, muçulmano, diretor da Agência Internacional de Energia Atômica do Egito, pela luta contra as armas nucleares.
2004 - Wangari Maathai, africana do Quênia, pela defesa do meio ambiente.
2003 - Shirin Ebadi, muçulmana, pela defesa dos direitos humanos no Irã.
2002 - Jimmy Carter, cristão, presidente americano, por mediar a paz em conflitos internacionais.
2001 - Kofi Annan, cristão, secretário-geral da ONU, pelo esforço em prol da paz.
2000 - Kim Dae-Jung, budista, presidente da Coréia do Sul, pelo diálogo com a Coréia do Norte.
1999 - Organização dos Médicos Sem-Fronteiras, pelo atendimento humanitário em qualquer região do mundo.
1998 - John Hume e David Trimble, cristãos, políticos da Irlanda do Norte, por incentivarem o diálogo de católicos e protestantes.
1997 - Jody Williams, cristã, americana, coordenadora da Campanha Internacional para Proibição das Minas Terrestres em áreas de guerra.
1996 - Carlos Belo e José Ramos Horta, cristãos, ativistas dos direitos humanos no Timor Leste.
1995 - Movimento antinuclear Pugwash, fundado pelo britânico Joseph Rotblat, cristão.
1994 - Yitzhak Rabin, judeu, primeiro-ministro israelense, Shimon Peres, judeu, ministro das Relações Exteriores de Israel, e Iasser Arafat, muçulmano, presidente da Autoridade Nacional Palestina, pelo diálogo para o fim do conflito entre os dois povos.
1993 - Nelson Mandela e Frederik de Klerk, cristãos, ativistas pela liberdade do povo da África do Sul.
1992 - Rigoberta Menchú Tum, mulher indígena, pela defesa dos índios, na Guatemala.
1991 - Aung San Suu Kyi, budista, ativista da democracia e da justiça social em Mianmar (antiga Birmânia).
1990 - Mikhail Gorbatchov, cristão ortodoxo russo, presidente da União Soviética, pelo desarmamento nuclear e o fim da Guerra Fria.

Rigoberta Menchú Tum, é indígena Quiché, descendente do povo maia. Nasceu na Guatemala em 1959 e desde os 5 anos de idade trabalhou em fazendas de café, onde morriam pessoas por desnutrição, violência e condições subumanas no trabalho. Na juventude, destacou-se na luta pelos direitos etnoculturais de seu povo. Em 1991 foi convidada pela ONU a contribuir na Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, recebeu o Prêmio Nobel em 1992 e é embaixadora da Unesco, para a causa indígena.

Fonte: Folha de S. Paulo on-line, Redação Diálogo.
Fonte: Diálogo 41 - Fev/2006
Inserido por: Diálogo

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Eficiente - um ministério para pessoas com deficiência.


Acessem e vejam que bacana o Ministério do pastor Adoniran está fazendo na igreja Batista de Curitiba, vale a pena divulgar e conhecer de perto!!Parabéns pastor pelas suas ações !!!

Se vc não conhece nem curtiu esta página te convido a fazê-lo.

https://www.facebook.com/pages/Eficiente-um-ministério-para-pessoas-com-deficiência/229792683865067

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

AJUDA HUMANITÁRIA EM CAMPO GRANDE/MS

A entrega de 211 cadeiras de rodas se dará nesta manha na sede da igreja na Capital de Mato Grosso do Sul!

Mais informações serão dadas depois do evento!

Informando
Josiane Freire
https://www.facebook.com/maosqueajudambrasil


sábado, 21 de dezembro de 2013

PAPAI NOEL E COMERCIALIZACAO DO NATAL


https://www.facebook.com/pages/Cristianismo-Ortodoxo/176557232399836
A Natividade de Nosso Senhor Jesus Cristo foi esvaziada do Natal e substituída pelo comércio e consumo.
...
Muito do que deveria ter um proeminente significado cristão, é essencialmente destituido deste, como é mesmo o caso da propria nomenclatura : NATIVIDADE.

Assim, não são mesmo todas as pessoas no Ocidente que sabem que o Natal se refere ao Nascimento de Cristo.

O Natal é então associado com a época das férias, das viagens com a família, com a oportunidade de visitar ou ser visitado por parentes e amigos...

Mesmo então que o nome "Natal" em si possa indiscutivelmente apontar para Cristo, muitas vezes em razão mesmo desta exacerbada comercialização propriamente ocidental, a secularização do Natal elimina qualquer componente cristão.

E foi exatamente o mesmo o que ocorreu com a figura de São Nicolau.

Ao passar dos séculos, este é um daqueles santos que é amado, não só por adultos, mas também, especialmente pelas crianças. Assim, a tradiçtradição desenvolvida ao longo dos séculos é que São Nicolau dá às crianças presentes no dia de Ano Novo.

Pois bem. Aos poucos, esse componente cristão, este entendimento de que São Nicolau era um bispo cristão e um asceta, desapareceu, e o que restou foi a figura deste Papai Noel, que não é diferente do Ded Moroz dos povos eslavos.

Ainda assim, parece-me que deve haver sempre algum elemento de contos de fadas na infância. Se as crianças crescem apenas com informações sobre aspectos naturais, sobre a Igreja e o mundo, então elas serão privadas de um componente essencial de uma educação verdadeiramente humana.

Os contos de fadas são uma parte essencial da infância.

Assim, o elemento de fantasia deve ser sempre preservado, e claro, com o avançar da idade as pessoas vão entender perfeitamente bem quais são os personagens reais e quais aqueles que são de fantasia.

Por fim, gostaria de lembrá-los das palavras de São Paulo a partir da Epístola aos Hebreus: "E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e ás boas obras" (10:24).

Desejo-lhes tudo de melhor. Que o Senhor guarde a todos!

- Sua Eminencia Reverendissima Hilarion (Alfeyev), Metropolita de Volokolamsk.

Alma alimentada,saúde corporea !!!Consciencia corporal x acoès solidarias =sociedade mais altera

Quando a alma se alimenta, aquietam-se os instintos mais selvagens. E a alma se alimenta do belo, das sutilezas, da bondade, daquilo que toca a sensibilidade, do amor. Vejo pessoas que reclamam da falta de cordialidade no trânsito e são os primeiros a não serem gentis quando dirigem seus carros.

Reclama-se da violência das ruas e estes mesmos, tantas vezes, educam suas crianças com tapas, gritos, humilhações, desprezo, indiferença. ...Tratam aqueles que lhe são subordinados com desprezo e impaciência também.
Por outro lado, vejo trabalhadores, que mentem, que não se comprometem, que detestam o que fazem, que não sentem nenhum tipo de vínculo bom e positivo com seus colegas de trabalho ou com seus empregadores.
Infelizmente, criamos uma sociedade imatura emocionalmente, individualista, que não quer assumir responsabilidades, que empurra para baixo do tapete os desafios sociais que precisam ser enfrentados de frente. Sociedade que cria indivíduos excluídos de todos os tipos e os empurra para longe. Que quer a paz vinda dos cassetetes e dos cárceres, mas não constrói a paz verdadeira, e possível, que só nasce na convivência generosa, amável, gentil. Quando se abrem portas, criam-se laços de confiança e amorosidade.

Criminosos e psicopatas precisam ser tratados longe da sociedade, sim, com certeza. E quanto aos indiferentes, aos gananciosos, aos narcisistas e aos insensíveis que ajudam a criar esse tipo de doença social? O que fazer?
Precisamos de uma nova pedagogia para a convivência, para o viver pacífico.
"Seja a paz que deseja ver no mundo", disse Gandhi! Mas vá além da paz do silêncio meditativo, pratique a paz na rotina de seu dia a dia, sendo o elo forte desse cordão de vida que a todos nós conecta.
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