domingo, 9 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
OS PAÍSES ÁRABES E OS DJIN

A palavra "Djin" se traduz como "gênio". Por exemplo, o ser que sai da lâmpada de Aladim, é um djin. Os djin são a terceira raça criada por Alá, sendo esta uma das peculiaridades mais interessantes do Islã frente aos outros dois grandes monoteísmos: o Judaísmo e o Cristianismo. Os djin são uma espécie amoral, não necessariamente maligna. Estão presentes nos contos e lendas de toda região de influência Islã. Sendo assim, nos lugares onde o Mazdeísmo esteve antes que o Islã, os djin são protagonistas de diversas práticas mágicas pouco comuns em outros lugares. Para os beduínos, são os tentadores do deserto e ladrões noturnos e para os muçulmanos da Índia podem ser invasores do lar que devem ser expulsos usando certos versículos do Corão em uma cerimônia não muito diferente do exorcismo cristão.
A prática diária muçulmana da oração contêm referências aos djin, já que segundo a tradição todos temos dois djin, um em cada ombro, que registra nossas ações (o direito as boas, o esquerdo as más), tendo o crente que saudar a cada um deles antes de inclinar-se para rezar. Essa crença se transmitiu à Europa através de Al-Andaluz e se reflete em certas manifestações da cultura popular ocidental. Os djin possuem múltiplos atributos distintos segundo as épocas e os lugares. Podem se transformar em pequenos animais, atravessar paredes sólidas e os seres vivos, correr em grande velocidade, adotar a forma de seres humanos. O estado normal de um djin é invisível para os humanos, já que Alá lhes proporcionou muitas habilidades, porém dificultou desta forma que pudéssemos nos relacionar normalmente com eles. Conta a tradição que no final dos dias essa situação se inverterá e serão os humanos que poderão vê-los.
É importante ressaltar que os djin não são tão somente uma amostragem do folclore, mas o certo é que estão presentes no dia a dia da maioria dos muçulmanos do planeta e na maior parte das ramificações do Islã. Nas regiões islamizadas mais orientais (e mais zelosas com a ocultação da mulher) é costume que o varão tome sua esposa e cubra a cabeça dela com um véu, para impedir que os djin pousados em seus ombros vejam o que só ele, como marido, está autorizado à contemplar. Inclusive as leis atuais de alguns países islâmicos fazem referência a esses seres, por exemplo, se uma mulher cometer adultério e disser que ela foi seduzida por um djin, a sua pena rebaixa sensivelmente.
O mundo das fadas e da Natureza é um mundo indômito e precioso. Aproximar-se dele é vibrar com sua sintonia e notar a vida em seu estado mais selvagem. As fadas e todos os seres da natureza possuem uma missão, sua vida possui um sentido e uma direção muito clara.
Todos eles buscam expandir a vida e oferecer toda a sua riqueza. Elfos e fadas atuam juntos para que a terra nasça uma e outra vez, para que o ciclo da vida continue e se expanda, porém e o ser humano? Qual é sua missão? A resposta a esta pergunta a têm cada um, porém está escondida em um lugar onde nunca se procura, em seu coração.
A cabeça (razão) nos fala e nos diz o que temos que fazer, porém é o coração que dá sentido as coisas, ele possui a magia da intuição e do inexplicável. Porém nunca ouvimos sua voz para as coisas mais importantes.
Todos temos uma missão que se alinha com a vida. Você já encontrou a tua? Se a resposta for afirmativa tens a chave da felicidade, porém cuidado, a missão não deve ser realizada como resignação e sem vontade, porque se converteria em uma experiência negativa. Por isso devemos voltar nossos olhos para as fadas, pois todas elas realizam suas missões com muito entusiasmo.
A mensagem das fadas está em nos ensinar que é importante ter uma missão na vida e realizá-la com alegria.
Texto pesquisado e desenvolvido por
ROSANE VOLPATTO
Rosane Volpatto
Alma Celta
A prática diária muçulmana da oração contêm referências aos djin, já que segundo a tradição todos temos dois djin, um em cada ombro, que registra nossas ações (o direito as boas, o esquerdo as más), tendo o crente que saudar a cada um deles antes de inclinar-se para rezar. Essa crença se transmitiu à Europa através de Al-Andaluz e se reflete em certas manifestações da cultura popular ocidental. Os djin possuem múltiplos atributos distintos segundo as épocas e os lugares. Podem se transformar em pequenos animais, atravessar paredes sólidas e os seres vivos, correr em grande velocidade, adotar a forma de seres humanos. O estado normal de um djin é invisível para os humanos, já que Alá lhes proporcionou muitas habilidades, porém dificultou desta forma que pudéssemos nos relacionar normalmente com eles. Conta a tradição que no final dos dias essa situação se inverterá e serão os humanos que poderão vê-los.
É importante ressaltar que os djin não são tão somente uma amostragem do folclore, mas o certo é que estão presentes no dia a dia da maioria dos muçulmanos do planeta e na maior parte das ramificações do Islã. Nas regiões islamizadas mais orientais (e mais zelosas com a ocultação da mulher) é costume que o varão tome sua esposa e cubra a cabeça dela com um véu, para impedir que os djin pousados em seus ombros vejam o que só ele, como marido, está autorizado à contemplar. Inclusive as leis atuais de alguns países islâmicos fazem referência a esses seres, por exemplo, se uma mulher cometer adultério e disser que ela foi seduzida por um djin, a sua pena rebaixa sensivelmente.
O mundo das fadas e da Natureza é um mundo indômito e precioso. Aproximar-se dele é vibrar com sua sintonia e notar a vida em seu estado mais selvagem. As fadas e todos os seres da natureza possuem uma missão, sua vida possui um sentido e uma direção muito clara.
Todos eles buscam expandir a vida e oferecer toda a sua riqueza. Elfos e fadas atuam juntos para que a terra nasça uma e outra vez, para que o ciclo da vida continue e se expanda, porém e o ser humano? Qual é sua missão? A resposta a esta pergunta a têm cada um, porém está escondida em um lugar onde nunca se procura, em seu coração.
A cabeça (razão) nos fala e nos diz o que temos que fazer, porém é o coração que dá sentido as coisas, ele possui a magia da intuição e do inexplicável. Porém nunca ouvimos sua voz para as coisas mais importantes.
Todos temos uma missão que se alinha com a vida. Você já encontrou a tua? Se a resposta for afirmativa tens a chave da felicidade, porém cuidado, a missão não deve ser realizada como resignação e sem vontade, porque se converteria em uma experiência negativa. Por isso devemos voltar nossos olhos para as fadas, pois todas elas realizam suas missões com muito entusiasmo.
A mensagem das fadas está em nos ensinar que é importante ter uma missão na vida e realizá-la com alegria.
Texto pesquisado e desenvolvido por
ROSANE VOLPATTO
Rosane Volpatto
Alma Celta
segunda-feira, 27 de maio de 2013
“No Brasil os negros são livres, mas não têm dignidade”, comenta protagonista de “Faroeste Caboclo
Estefani Medeiros
Do UOL, em São Paulo
27/05/2013 05h00Do UOL, em São Paulo
Dos nove minutos de “Faroeste Caboclo”, um verso costura a história de Fabrício Boliveira a João de Santo Cristo, personagem da música do Legião Urbana que é apresentado ao público na estreia da adaptação cinematográfica homônima nesta sexta (31). Migrante nordestino da Bahia, Boliveira também sofreu “discriminação por causa de sua classe e sua cor”.
“Tem uma coisa da dignidade do João que acho que é quase rara no Brasil e consigo me ver um pouco”, diz Boliveira em entrevista ao UOL. “Que é de uma família negra e que de algum jeito tem a autoestima resolvida. Lembro que quando era pequeno, a minha mãe falava: ‘Fabrício, veste a camisa! Já viu preto sem camisa?’. É muito forte você crescer com isso. Por que eu sou preto preciso vestir uma camisa e representar alguma coisa que não sou? Isso é uma coisa que era um comentário da minha mãe. Mas por outro lado, me deixava muito fortalecido, muito seguro das minhas escolhas, das minhas opções.”
O protagonista acredita que apesar de o Brasil ser um país democrático, o preconceito racial está enraizado no dia a dia, e o filme mostra isso em diferentes cenas. Em uma delas, depois de conhecer João, o senador Ney (Marcos Paulo), pai de Maria Lucia (Isis Valverde), questiona se a filha está metida em confusão. De prontidão ela responde com uma pergunta: “Só porque ele é preto?”.
“O João traz isso muito forte na dignidade dele. Que é o que falta no Brasil, é uma diferença entre liberdade e dignidade. Aqui no Brasil, os negros são livres, mas não têm dignidade, não têm condição de sustento básico para olhar horizontalmente para alguém”, comenta o ator em tom de desabafo, como se quisesse falar com a presidente.
Em “Faroeste Caboclo”, o baiano se transforma em um anti-herói de cordel inspirado no bang bang do sertão brasileiro. O diretor René Sampaio disse que a escolha de Fabrício ajudou a dar um contexto político ao filme, o que o ator concorda.
“Era mais ‘West Side Story’ no começo, eu achava. Uma briga de gangues jovial”, comentou, com gestos expressivos em conversa em São Paulo na última semana. “Mas esse filme se passa no Brasil, né? Nós temos muitas questões para poder abordar e não tem por que não abordar e ser um filme leve. Foi bacana contribuir com minhas experiências pessoais para fazer um filme mais profundo.”
Para ele, o amor entre Maria e João é um “exemplo de como lidar com as diferenças e atravessar o preconceito para mostrar o que está atrás dos olhos dos outros”.
“Tem uma coisa da dignidade do João que acho que é quase rara no Brasil e consigo me ver um pouco”, diz Boliveira em entrevista ao UOL. “Que é de uma família negra e que de algum jeito tem a autoestima resolvida. Lembro que quando era pequeno, a minha mãe falava: ‘Fabrício, veste a camisa! Já viu preto sem camisa?’. É muito forte você crescer com isso. Por que eu sou preto preciso vestir uma camisa e representar alguma coisa que não sou? Isso é uma coisa que era um comentário da minha mãe. Mas por outro lado, me deixava muito fortalecido, muito seguro das minhas escolhas, das minhas opções.”
O protagonista acredita que apesar de o Brasil ser um país democrático, o preconceito racial está enraizado no dia a dia, e o filme mostra isso em diferentes cenas. Em uma delas, depois de conhecer João, o senador Ney (Marcos Paulo), pai de Maria Lucia (Isis Valverde), questiona se a filha está metida em confusão. De prontidão ela responde com uma pergunta: “Só porque ele é preto?”.
“O João traz isso muito forte na dignidade dele. Que é o que falta no Brasil, é uma diferença entre liberdade e dignidade. Aqui no Brasil, os negros são livres, mas não têm dignidade, não têm condição de sustento básico para olhar horizontalmente para alguém”, comenta o ator em tom de desabafo, como se quisesse falar com a presidente.
Em “Faroeste Caboclo”, o baiano se transforma em um anti-herói de cordel inspirado no bang bang do sertão brasileiro. O diretor René Sampaio disse que a escolha de Fabrício ajudou a dar um contexto político ao filme, o que o ator concorda.
“Era mais ‘West Side Story’ no começo, eu achava. Uma briga de gangues jovial”, comentou, com gestos expressivos em conversa em São Paulo na última semana. “Mas esse filme se passa no Brasil, né? Nós temos muitas questões para poder abordar e não tem por que não abordar e ser um filme leve. Foi bacana contribuir com minhas experiências pessoais para fazer um filme mais profundo.”
Para ele, o amor entre Maria e João é um “exemplo de como lidar com as diferenças e atravessar o preconceito para mostrar o que está atrás dos olhos dos outros”.
“É o caminho mais óbvio que a gente tem pra sobreviver nesse mundo. Uma linda história de amor que parece que não pode dar certo, que no filme não dá certo, mas é um mito de como poderia dar certo um pouco mais a frente. O filme não é derrotista e sim abre possibilidades e questões. Muitos caminhos podem ser atingidos antes que a gente puxe uma arma e dê um tiro em alguém só por uma diferença ou por acreditar em um mito darwinista que é totalmente obsoleto.”
René disse que não procurou estereótipos nos atores que poderiam viver o carpinteiro. Mas Fabrício conta que a ideia da mãe de Renato, Carmem Manfredini, era que o papel fosse de um ator mulato. “A gente visitou a casa dela, falamos muito sobre o Renato. E foi engraçado que ela questionava o fato do João ser negro. Por que ela achava que o Renato tinha pensado num ator mestiço. A ideia do Renato era que o João fosse o Ângelo Antonio e a Maria Lucia, a Letícia Sabatella, a princípio. Então ela ficou com esses personagens na cabeça, mas eu rapidamente disse pra ela que o que importava era ter um ator que os olhos brilhassem, e os meus estavam brilhando por essa história. Então, eu assumia a responsabilidade. E foi muito bom encontrar ela na pré-estreia em Brasília, ela estava mega realizada e feliz.”
Ator acredita que João de Santo Cristo é um alter-ego de Renato Russo
Boliveira conta que o contato com as informações passadas pela família de Renato ajudaram a criar sua teoria de que o personagem da música era um alter-ego do líder da Legião Urbana. “É uma interpretação minha. O João como trovador solitário, uma coisa que o Renato também era. A diferença é que o Renato estava numa situação diferente em Brasília. Era filho de um militar, envolvido com política, um cara que tinha uma boa condição social, era branco e nascido no Rio de Janeiro, ou seja, estava lá em uma boa situação. E acho que na década de 80 ele se questionou como seria se ele fosse um dos caras que ajudou a construir Brasília, um candango, se fosse negro, nordestino e pobre. Ele se questionou como essa cidade tratava essas pessoas, como a cidade o tratava na década de 80. E trazemos isso pro hoje com o filme. Quem são os Joãos que estão nas cidades satélites e espalhados por esse Brasil?”.
Para chegar a essas conclusões, Boliveira diz que foi essencial o processo de imersão na obra do poeta. “Foi muito bonito poder dialogar com um artista como o Renato Russo, poder cruzar meu trabalho com o trabalho dele. Para mim, é a maior honra de todas. E, é claro, mexer com o que está na mente das pessoas. Materializar um mito, isso é muito forte também. Para mim é inusitado, eu nunca fui mito”, comenta entre risos.
Outro ponto mencionado é o fato de João tê-lo feito crescer como protagonista. “É muito bom ser também corifeu de uma história, poder contar uma história com meu recorte, com meu olhar. Tenho mais de doze anos de carreira e é a primeira vez que protagonizo. Acho que já estava preparado pra falar um pouquinho das minhas experiências misturadas com outras histórias. Espero que venham muitos outros.”
Boliveira se prepara para viver Skunk em filme sobre o início do Planet Hemp
No segundo semestre, Boliveira deve continuar contando histórias, mas dessa vez em filme sobre Skunk, fundador e melhor amigo de Marcelo D2 no Planet Hemp. O longa é dirigido por Jhonny Araújo e deve chegar aos cinemas no próximo ano.
“A gente teve umas pequenas reuniões e leituras de texto com o Marcelo, ele contando histórias incríveis do Skunk. Estou excitadíssimo”, comenta. “E é um filme que abre outras discussões. O filme fala sobre o começo da banda, da história do Planet Hemp, do Planeta Maconha, dentro do Brasil, superousados, querendo discutir a droga, o crime aliado a droga. Têm histórias de banda, da tentativa, da amizade dos dois. O Marcelo sempre fica emocionado quando ele fala do Skunk, o filme é quase uma homenagem ao Skunk. Quando a banda faz sucesso o Skunk morre, então é tipo: ‘tudo que nós somos hoje e o cara não ta aqui para ver’. Para eles é muito forte.”
Fabrício, que já atuou em “Tropa de Elite”, é um rosto conhecido da televisão brasileira. Seu último trabalho foi o gari Cleiton na série “Subúrbia”. E apesar de já ter quase doze anos de carreira, o que incluiu atuações nas novelas “Sinha Moça” e “A Favorita”, é no ano que termina em um número de azar que Fabrício concentra a sua maior parte de trabalhos nas telonas. Até o início de 2014, Boliveira viverá Milton Nascimento, atuará em “Nise da Silveira: Senhora das Imagens” e terá feito participações na cinebiografia do carnavalesco Joãosinho 30 e da banda Calypso. Ainda existem especulações de que pode viver Pelé no filme sobre o jogador.
René disse que não procurou estereótipos nos atores que poderiam viver o carpinteiro. Mas Fabrício conta que a ideia da mãe de Renato, Carmem Manfredini, era que o papel fosse de um ator mulato. “A gente visitou a casa dela, falamos muito sobre o Renato. E foi engraçado que ela questionava o fato do João ser negro. Por que ela achava que o Renato tinha pensado num ator mestiço. A ideia do Renato era que o João fosse o Ângelo Antonio e a Maria Lucia, a Letícia Sabatella, a princípio. Então ela ficou com esses personagens na cabeça, mas eu rapidamente disse pra ela que o que importava era ter um ator que os olhos brilhassem, e os meus estavam brilhando por essa história. Então, eu assumia a responsabilidade. E foi muito bom encontrar ela na pré-estreia em Brasília, ela estava mega realizada e feliz.”
Ator acredita que João de Santo Cristo é um alter-ego de Renato Russo
Boliveira conta que o contato com as informações passadas pela família de Renato ajudaram a criar sua teoria de que o personagem da música era um alter-ego do líder da Legião Urbana. “É uma interpretação minha. O João como trovador solitário, uma coisa que o Renato também era. A diferença é que o Renato estava numa situação diferente em Brasília. Era filho de um militar, envolvido com política, um cara que tinha uma boa condição social, era branco e nascido no Rio de Janeiro, ou seja, estava lá em uma boa situação. E acho que na década de 80 ele se questionou como seria se ele fosse um dos caras que ajudou a construir Brasília, um candango, se fosse negro, nordestino e pobre. Ele se questionou como essa cidade tratava essas pessoas, como a cidade o tratava na década de 80. E trazemos isso pro hoje com o filme. Quem são os Joãos que estão nas cidades satélites e espalhados por esse Brasil?”.
Para chegar a essas conclusões, Boliveira diz que foi essencial o processo de imersão na obra do poeta. “Foi muito bonito poder dialogar com um artista como o Renato Russo, poder cruzar meu trabalho com o trabalho dele. Para mim, é a maior honra de todas. E, é claro, mexer com o que está na mente das pessoas. Materializar um mito, isso é muito forte também. Para mim é inusitado, eu nunca fui mito”, comenta entre risos.
Outro ponto mencionado é o fato de João tê-lo feito crescer como protagonista. “É muito bom ser também corifeu de uma história, poder contar uma história com meu recorte, com meu olhar. Tenho mais de doze anos de carreira e é a primeira vez que protagonizo. Acho que já estava preparado pra falar um pouquinho das minhas experiências misturadas com outras histórias. Espero que venham muitos outros.”
Boliveira se prepara para viver Skunk em filme sobre o início do Planet Hemp
No segundo semestre, Boliveira deve continuar contando histórias, mas dessa vez em filme sobre Skunk, fundador e melhor amigo de Marcelo D2 no Planet Hemp. O longa é dirigido por Jhonny Araújo e deve chegar aos cinemas no próximo ano.
“A gente teve umas pequenas reuniões e leituras de texto com o Marcelo, ele contando histórias incríveis do Skunk. Estou excitadíssimo”, comenta. “E é um filme que abre outras discussões. O filme fala sobre o começo da banda, da história do Planet Hemp, do Planeta Maconha, dentro do Brasil, superousados, querendo discutir a droga, o crime aliado a droga. Têm histórias de banda, da tentativa, da amizade dos dois. O Marcelo sempre fica emocionado quando ele fala do Skunk, o filme é quase uma homenagem ao Skunk. Quando a banda faz sucesso o Skunk morre, então é tipo: ‘tudo que nós somos hoje e o cara não ta aqui para ver’. Para eles é muito forte.”
Fabrício, que já atuou em “Tropa de Elite”, é um rosto conhecido da televisão brasileira. Seu último trabalho foi o gari Cleiton na série “Subúrbia”. E apesar de já ter quase doze anos de carreira, o que incluiu atuações nas novelas “Sinha Moça” e “A Favorita”, é no ano que termina em um número de azar que Fabrício concentra a sua maior parte de trabalhos nas telonas. Até o início de 2014, Boliveira viverá Milton Nascimento, atuará em “Nise da Silveira: Senhora das Imagens” e terá feito participações na cinebiografia do carnavalesco Joãosinho 30 e da banda Calypso. Ainda existem especulações de que pode viver Pelé no filme sobre o jogador.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
Biblia de 1500 anos é encontrada e pode mudar o Cristianismo

Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.
O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo.
Acredita-se que a igreja Católica durante o Concílio da Nicéia tenha feito a seleção dos Evangelhos que fariam parte da Bíblia, suprimindo alguns, dentre deles possivelmente o Evangelho de Barnabé. Há ainda a crença de que existiram muitos outros evangelhos, conhecidos como Evangelhos do Mar morto.
O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo.
FONTE: : Daily Mail
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Uma Oração Indígena
Meu avô é o fogo
Minha avó é o vento
A Terra é minha mãe
O Grande Espírito é meu pai
O Mundo parou quando nasci
E se colocou aos meus pés
E eu irei engolir toda a Terra
Quando morrer
Assim a Terra e eu seremos um só
Salve o Grande Espírito, meu pai
Ninguém existiria sem ele
Porque não haveria a vontade de viver
Salve a Terra, minha mãe
Sem a qual o alimento não poderia ser
plantado
Salve o Vento, minha avó
Pois ela nos traz a amorosa e fecunda
chuva que nos alimenta assim como
alimenta nossas plantações
Salve o fogo, meu avô
Pela sua luz, pelo seu calor e o conforto
que ele nos traz
Salve meus pais e avós
Sem os quais
Nem eu
E nem você
E nem ninguém
Poderia existir
A Vida dá a Vida
Que dá a si mesma
A promessa de uma nova vida
Salve o Grande Espírito, a Terra, o vento, o fogo
Honremos com toda força os meus pais
Pois eles são os seus pais também
Ó Grande Espírito, que me deu a vida
Por favor, aceite esta oração como uma humilde oferta
Esta oferenda de devoção
Esta honesta reverência do meu amor por vocês.
Cromo Caio
Alma Celta
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Xamanismo
http://www.facebook.com/pages/Xamanismo/244725175635206

Os xamãs foram os primeiros professores, profetas, contadores de histórias, artistas místicos e investigadores da natureza. Tinham desenvolvidas no mais alto grau as suas capacidades mentais e aplicavam o conhecimento intuitivo animal, que reside em nosso sistema límbico - area primitiva co cérebro conectada com a memória animal, que diz respeito à mente prólógica. Daí o xamã trabalhar com seus animais de poder, que são seres espirituais que lhe protegem e servem, manifestações da sua outra identidade, e que podem ser descobertos por todas as pessoas em seu mundo interno.
Na jornada às outras dimensões os xamãs tem os seus animais como seus cúmplices e as plantas de poder como seus agentes secretos; a percepção aguda dos seus animais auxiliares permite-lhe rastrear a enfermidade do paciente, e o vínculo com os seres vegetais lhe empresta o poder da cura. Para eles só existem os limites da imaginação.
A natureza é a sua grande aliada, e nela todos os seres são vivos e podem agir com finalidade certa. Afinal, almas e espíritos animam todas as coisas do universo por obra do sagrado.
O neófito é o possuidor de uma vocação xamânica, normalmente aflorada em meio a alguma espécie de crise, de prova, que simboliza o seu chamado. A tradição é repleta de histórias que narram o processo de iniciação ritual na arte do xamanismo, sendo muito conhecida a de Carlos Castañeda com seu mestre Dom Juan. O indivíduo com o destino de ser um xamã deve voltar sua sensibilidade para o misticismo, e para isso a realidade se encarrega de defrontá-lo com o sentido profundo da vida. Muitas vezes isso acontece com o surgimento de uma doença, que o futuro xamã conseguirá superar, vivendo o arquétipo junguiano do "curador ferido" - sua morte simbólica para o renascimento em outra consciência.
A entrada no transe que conduz à viagem xamânica exige uma alteração do estado de consciência. Nesse processo, o som, a dança, o canto e os objetos de poder vão criar os estímulos para isso. Com a consciência alterada, o xamã recebe impressões inacessíveis aos sentidos comuns, penetra na dimensão astral, em outros mundos. Esses mundos não são artificiais, mas tão reais quanto o mundo comum; artificiais podem ser os meios para se chegar até eles. A ciência tem estudado a natureza do transe xamânico, constatando a superioridade de certos estados de consciência alterada sobre o estado de consciência comum em que vivemos a maior parte do tempo.
A abordagem holística que caracteriza a cultura aquariana emergente tem conciliado com grande felicidade o terapêutico e o espiritual, o tradicional e o contemporâneo. Muitas técnicas multimilenares do xamanismo estão retornando ao presente, expressando-se na psicologia e em diversas modalidades de terapias alternativas, com a criatividade típica desse conhecimento arcaico. E a criatividade é uma condição essencial para o resgate do nosso ser original, para enfrentarmos - como bons xamãs modernos - a morte ritual do pequeno ego que nos fará renascer inteiros.
Os xamãs foram os primeiros professores, profetas, contadores de histórias, artistas místicos e investigadores da natureza. Tinham desenvolvidas no mais alto grau as suas capacidades mentais e aplicavam o conhecimento intuitivo animal, que reside em nosso sistema límbico - area primitiva co cérebro conectada com a memória animal, que diz respeito à mente prólógica. Daí o xamã trabalhar com seus animais de poder, que são seres espirituais que lhe protegem e servem, manifestações da sua outra identidade, e que podem ser descobertos por todas as pessoas em seu mundo interno.
Na jornada às outras dimensões os xamãs tem os seus animais como seus cúmplices e as plantas de poder como seus agentes secretos; a percepção aguda dos seus animais auxiliares permite-lhe rastrear a enfermidade do paciente, e o vínculo com os seres vegetais lhe empresta o poder da cura. Para eles só existem os limites da imaginação.
A natureza é a sua grande aliada, e nela todos os seres são vivos e podem agir com finalidade certa. Afinal, almas e espíritos animam todas as coisas do universo por obra do sagrado.
O neófito é o possuidor de uma vocação xamânica, normalmente aflorada em meio a alguma espécie de crise, de prova, que simboliza o seu chamado. A tradição é repleta de histórias que narram o processo de iniciação ritual na arte do xamanismo, sendo muito conhecida a de Carlos Castañeda com seu mestre Dom Juan. O indivíduo com o destino de ser um xamã deve voltar sua sensibilidade para o misticismo, e para isso a realidade se encarrega de defrontá-lo com o sentido profundo da vida. Muitas vezes isso acontece com o surgimento de uma doença, que o futuro xamã conseguirá superar, vivendo o arquétipo junguiano do "curador ferido" - sua morte simbólica para o renascimento em outra consciência.
A entrada no transe que conduz à viagem xamânica exige uma alteração do estado de consciência. Nesse processo, o som, a dança, o canto e os objetos de poder vão criar os estímulos para isso. Com a consciência alterada, o xamã recebe impressões inacessíveis aos sentidos comuns, penetra na dimensão astral, em outros mundos. Esses mundos não são artificiais, mas tão reais quanto o mundo comum; artificiais podem ser os meios para se chegar até eles. A ciência tem estudado a natureza do transe xamânico, constatando a superioridade de certos estados de consciência alterada sobre o estado de consciência comum em que vivemos a maior parte do tempo.
A abordagem holística que caracteriza a cultura aquariana emergente tem conciliado com grande felicidade o terapêutico e o espiritual, o tradicional e o contemporâneo. Muitas técnicas multimilenares do xamanismo estão retornando ao presente, expressando-se na psicologia e em diversas modalidades de terapias alternativas, com a criatividade típica desse conhecimento arcaico. E a criatividade é uma condição essencial para o resgate do nosso ser original, para enfrentarmos - como bons xamãs modernos - a morte ritual do pequeno ego que nos fará renascer inteiros.
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