sexta-feira, 12 de abril de 2013

Rio de Janeiro - O Governo do Rio de Janeiro persiste em manter a divisão entre as Religiões financiando Ensino Religioso Confessional


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A criatividade das autoridades civil e religiosa recria uma nova versão para o “PADROADO”. O Estado do Rio de Janeiro prossegue em sua caminhada em defesa do Ensino Religioso confessional, demonstrando um claro exemplo da manutenção da divisão entre as Tradições Religiosas. As autoridades religiosas do Rio de Janeiro utilizam-se do Estado para manter um processo de “doutrinação” nas Escolas, a relação Estado e Igreja superado pela República no século XIX, persiste em pleno século XXI no Rio de Janeiro.

Fonte: Governo do Rio de Janeiro



Blog "O Encanto do Arco-Íris de Dan". Visitem,acessem!!

Compartilhando lá da companheira ,parceira de ER e blogueira Adriana Melho,acessem,compartilhem e aproveitem para pesquisas o blog " O Encanto do Arco-Iris de Dan",pois um espaço para aprendermos um pouco mais sobre a matriz afro-brasileira.


Para você que busca por fotos, imagens, eventos, mandamentos da ética, importância da água, rituais do pousadasbrasil candomblé, textos, mensagens, orixás, e muito mais é só vendo para aproveitar a riqueza deste blog.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Introdução à Fé Bahá'í


A RELIGIOSIDADE INDÍGENA

Para os povos indígenas a noção de sagrado percorre cada palavra ou gesto, cada detalhe e manifestação da vida natural, humana e social.
A religiosidade indígena está intimamente ligada à própria cultura e, como tal, cada povo indígena tem sua forma particular de reverenciar o transcendente.
Dentro da imensa variedade de crenças, mitos e ritos, nós temos um elemento em comum: a crença num Deus Supremo, absoluto, mesma que, entre os povos indígenas, este Deus tenha diversas concepções e denominações. É importante também salientar logo que a nossa divindade não se identifica e nem lhe atribuímos os mesmos poderes e qualidade do Deus da concepção judaico-cristã do Ocidente.
Nós também temos uma verdadeira teologia indígena que, naturalmente, não está sistematizada, mas que está presente na vida e no cotidiano de nossas comunidades indígenas. Essa teologia não está escrita. Nós não temos um livro sagrado. Não temos uma "revelação", um"iluminado", um "profeta". O nosso templo é o mundo em que vivemos. A nossa cultura e a nossa religiosidade são transmitidas de geração em geração pelos mais velhos, pelos quais temos um  grande respeito e admiração.
Faz parte da tradição indígena o ensino, que traz uma rica bagagem religiosa. É difícil separar o que ´´e cultura e o que é religião indígena.


QUEM É DEUS PARA O INDÍGENA?
Para a comunidade indígena, Deus é um grande mistério. Deus é o grande desconhecido. Por exemplo: o povo Terrena chama-o de "ITUKOÓVITI", que significa: "quem criou todas as coisas". "o grande criador".
Na crença indígena, Deus está em tudo: na árvore, na pedra, no raio, no trovão. Nós acreditamos que toda a natureza e seus fenômenos estão povoados por espíritos.
As pessoas sempre nos perguntam se é verdade que adoramos a Lua, o Sol, ou os animais. Daí formou-se e difundiu-se a idéia de que o índio adora o Sol porque não conhece Deus. Isto não está certo, pois, para nós, Deus está além do sol, no entanto, a grande manifestação dele dá-se no Sol. Se adoramos o Sol, é no sentido de que Deus é tão grande que o sol pode ser um reflexo dele.


A VIDA DO INDÍGENA ESTÁ IMPREGNADA DE RELIGIOSIDADE
Nós temos também um calendário próp´rio em que comemoramos, por exemplo, a festa do milho e os rituais de iniciação das diversas fases que passamos - da infância para a adolescência, desta para a fase adulta e depois da adulta À fase da ancianidade.


O milho é sagrado para alguns povos. Povos como o GUARANI, em suas cerimônias religiosas, utilizam o milho chamado "Avaty". Nele inspira-se o calendário religioso, sendo que são feitas diversas cerimônias na época de plantar e de colher  o milho.


A Terra, para os índios, é espaço de vida, lugar para viver e viver bem. Os índios não vêem a terra como algo a ser explorado e possuído, mas sim como um espaço a ser respeitado para viver. Por isso costumamos chamá-la de "Mãe Terra".


NOSSA "MÃE TERRA"
A nossa relação com a terra passa pela questão religiosa. Não é possível, para nós Índios,  pensar na terra apenas como um lugar para se viver, se não tivermos com ela uma ligação profunda. Isso vem a atender aos nossos anseios religiosos. Os sábios e pajés, orientando os seus povos, têm uma grande preocupação em trabalhar essa dimensão religiosa.


Quando o índio sai para caçar, o Pajé diz que ele irá encontrar muitos animais pelo caminho, mas que não é necessário matá-los todos. Mata-se somente a quantidade de que necessitaremos para nos alimentarmos, pois, amanhã, ao voltarmos para a mata, encontraremos ainda muitos outros animais. Se matarmos todos os animais, não sobrará mais nenhum para nos alimentar. O mesmo acontece com a pesca.
Entendemos que essa é uma ordem estritamente religiosa. É Deus quem nos ensina: se matarem todos os peixes do rio não os tereis mais depois. Dessa forma, nós mantemos o equilíbrio da natureza e, assim , conseguimos sempre ter muitos peixes e muita caça. Deus é quem ordena que tratemos bem a natureza.


O PAPEL DO PAJÉ *OU XAMÃ*
Nas comunidades indígenas, o pajé ou xamã é quem faz a ligação entre os seres sobrenaturais e as pessoas. Ele é o guia da comunidade, é responsável pelos enfermos, pela organização dos rituais e preparação para a guerra. Acidentes e doenças podem ser atribuídos à magia negativa de feiticeiros, ou ocasionados pela ação de espíritos malévolos. Neste caso, o xamã pode diagnosticar e ver o agente caisador do mal.


A VIDA E A MORTE
Para nós, indígenas, existe uma relação próxima entre a vida e a morte: viver bem ajuda a morrer bem. Para nós é de grande importância nos sentirmos livres diante de Deus, livre para ir aonde quisermos e na hora em que quisermos. Assim, sentindo nos livres, vivemos bem e morremos em paz.


Para os povos indígenas não há extremos. Não existe um "deus" pronto a castigar, nem um "diabo" pronto a pegar as pessoas. Para nós, Deus é um ser naturalmente bondoso, que cuida e gosta de todos. 
Deus, como ser supremo, soberano, está sempre em paz. Assim, devemos ser. Se Deus está em paz, eu também vivo e morro em paz, em equilíbrio.


A grande maioria dos povos indígenas acredita na vida após a morte, seja pela transformação da alma em outro ser, seja pelo renascimento em outro membro da tribo. Ou ainda,  que as almas não vão para o  "céu", mas que elas ficam na terra, nos lugares onde os corpos foram enterrados.
Xamã- pessoas consagradas aos ritos de comunicação com o transcendente, nas tradições religiosas orais.
Pajé- chefe espiritual dos indígenas.                          FONTE: O TRANSCENDENTE.Maio/junho, 2007

                                                     ORAÇÃO:
                                   Ó Grande Espírito,
                        Cujo sopro infunde vida no mundo
                         E cuja voz se ouve na brisa suave:
                  Precisamos de tua beleza e de tua sabedoria.
                Leva-nos a andar nos caminhos da beleza.
                    Dá-nos olhos capazes de contemplar
                          O pôr-do-sol vermelho, púrpura.
                  Dá-nos sabedoria para que possamos entender
                                  O que tu ensinas
         Ajuda-nos para estar na tua presença com  mãos limpas
              E olhos atentos, para que, quando a vida adormecer,
    Como o poente, nosso espírito se aproxime de ti sem temos.


Refletindo:
1-Quem é Deus para o indígena?
2- Como Deus se manifesta?
3-O que é sagrado para os indígenas?
4-Que valores da religiosidade indígena você  destaca?
5-O que nos ensina a relação que o indígena estabelece com a natureza?
6-Qual o papel do Pajé ou xamã na comunidade indígena?
7-Qual a concepção de vida após a morte para os indígenas?
8-O que há de diferente entre a cultura religiosa indígena e a cultura cristã, a qual foram enculturados?

http://ensinoreligioso19cre.blogspot.com.br/2010/10/religiosidade-indigena.html

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Hinduísmo: cultura, mitologia, deuses, castas, mantras e símbolos hindu


A mulher indiana e o Taj Mahal

Através da Eterna Dharma, o hinduísmo tem a nova ordem mundial ou aTrindade Hindu como sua principal base mitológica. Esta que talvez seja a mais antiga religião do mundo, com relatos de até 8 mil anos antes de Cristo, traz consigo a primeira linhagem de super deuses.

Os Deuses

Brahma é considerado a força criadora do universo.
Vishnu é responsável pela manutenção do universo.
Shiva é conhecido como o transformador e/ou o destruidor do universo.

As beldades e seguidores do hinduísmo

Ganesha tem cabeça de elefante e corpo de humano é símbolo dos obstáculos e das soluções lógicas.
Kali, mais conhecida como a Mulher Negra, é a deusa da morte e da sexualidade, além de ser ao mesmo tempo a fonte da juventude e da natureza.
Lakshmi é a deusa do amor, da beleza, da riqueza e da generosidade para com seus seguidores.
Parvati é o deus  da renovação e da transformação.
Sarasvati  é a deusa da inteligência, da música, da sabedoria e talvez uma das mais belas de todas.

Escrituras hindu

Bagavadguitá  é uma escritura sagrada onde a Canção de Deus é a parte mais imprtante.
Maabárata é popularmente conhecido como a escritura sagrada mais importante da Índia moderna.
Ramáiana é a escritura sagrada mais popular da Índia antiga.
Upanixades  é uma coleção de textos sagrados sobre filosofia e meditação.
Vedas é composta por Rigveda, Samaveda, Yajurveda e Atarvaveda, as quatro obras sagradas do hinduísmo.
Yoga Sutras é a base literal da ioga que conhecemos hoje.

Sistema de Castas da Índia

Através deste sistema antigo os casamentos são arranjados pelas famíliasindianas onde somente pessoas da mesma casta, cuja raça é semelhante, podem se casar. O casamento entre raças diferentes é proibido na Índia e, por punição, o casal e seus filhos são considerados impuros*.
Sistema de Castas é divido em quatro partes, de acordo com o corpo do super deus Brahma: boca (sábios), braços (governantes), estômago (comerciantes) e pés (trabalhadores comuns). Além destes, existem os *intocáveis – impuros – que são a poeira sob os pés de Brahma. Estes são as pessoas mais desprezíveis de todo o sistema, no qual nunca poderá participar.

Galeria de fotos de deuses, deusas e semi-deuses


MOHAMMAD (MAOMÉ)



Mohammad (Maomé) nasceu em Meca (em árabe Makkah), Arábia Saudita, no ano de 570 d.C. Seu Pai, Abdalá (Abd Allah) faleceu em uma batalha antes de seu nascimento, e sua mãe, Amina morreu quando ele tinha cerca de 6 anos (alguns historiadores acreditam que ela teria morrido semanas após o nascimento de Maomé). Com isso seu tio Abu Talib pertencente à tribo de Coraix, tomou sua guarda.
Mohammad (Maomé) tornou-se condutor de caravanas que atravessavam o deserto, era considerado um valioso auxiliar de seu tio.


Meca
Meca - Makkah - (foto época atual)
 
Naquela época, os árabes praticavam uma forma de adoração a Deus centralizada no vale de Meca, no local sagrado da Caaba, uma construção simples em forma de cubo, onde se reverenciava um meteorito negro. Na tradição Islâmica, a "Caaba foi originalmente construída por Adão segundo protótipo celestial e depois do dilúvio reconstruída por Abraão e Ismael". Acabou tornando-se santuário de ídolos, um para cada dia do ano lunar.


Meca
Caaba (Kaaba) - Meca (foto época atual)

Com o passar dos anos, e à medida que ia crescendo, Mohammad (Maomé) passou a ser conhecido pela sua sinceridade, generosidade e probidade, de tal maneira que era procurado pela sua capacidade de arbitrar disputas. Ele apresentava uma personalidade calma e meditativa. Sua natureza era profundamente religiosa. Detestava a decadência de sua sociedade.

Aos 25 anos casou-se com a prima Khadija, e tiveram quatro filho, mas três morreram ainda crianças, vítimas do calor do deserto. Sobreviveu a última, que se chamava Fátima.

Mohammad (Maomé), passou a questionar também as práticas religiosas de seus dias. Forte era o seu descontentamento com a religião árabe, o politeísmo, o animismo idólatras, a imoralidade nas assembléias e quermesses religiosas, a bebedeira, a jogatina e as danças que estavam na moda. Mohammad condenava também o sepultamento em vida de bebês do sexo feminino indesejados, praticados não apenas em Meca mas em toda a Arábia Saudita.

No âmbito político incomodava-se com as incessantes rixas por causa de confessos interesses de religião, honra e poder entre os chefes coraixitas (tribo de Maomé)

E sobre tudo isso ele começou a meditar e a refletir em busca de soluções. Às vezes meditar na caverna de Gar Hirá, perto do topo da montanha da Luz, próximo a Meca.

Aos 40 anos de idade, quando estava em um retiro meditativo, Mohammad (Maomé) recebeu sua primeira revelação por intermédio do Anjo Gabriel.

Diz a tradição Mulçumana:
"Durante sua meditação, Mohammad recebeu ordem de um Anjo, mas tarde identificado como Gabriel, para que recitasse em nome de Deus. Mohammad não obedeceu, de modo que o Anjo agarrou-o e comprimiu-o tanto que Mohammad (Maomé) não pode suportar. Então e o Anjo repetiu a ordem e novamente Mohammad (Maomé) não respondeu, de modo que o Anjo sufocou-o novamente. Isto ocorreu três vezes, depois o que Mohammad (Maomé) começou a recitar, veio a ser considerado como a primeira duma série de revelações que constituem o Alcorão."

Segundo uma outra tradição, "a inspiração divina foi revelada a Mohammad em forma de soar de uma campainha."

Supostamente as primeiras revelações que Mohammad recebeu foram os primeiros cinco versículos da surata , intitulada AL'ALAC, "O Coágulo (de sangue)"


Al'Alac diz:

"Em nome de Deus, Clemente, Misericordioso.
Lê em nome de teu Senhor que tudo criou;
Criou o Homem de um coágulo.
Lê que Teu Senhor é generoso,
que ensinou o uso do cálamo,
ensinou ao homem o que este não sabia."



Mohammad (Maomé) teria respondido; "Eu não sei ler". Assim ele teve que memorizar as revelações, de modo que pudessem repeti-las e recitá-las.

Os árabes eram peritos no uso da memória, e Mohammad (Maomé) também possuía uma surpreendente memória.

Essas revelações seguiram-se por 23 anos aproximadamente, de 610 d.C até sua morte 632 d.C.. E o conjunto destas revelações é conhecida como Alcorão.


Mohammad (Maomé) recitava as revelações a quem quer que estivesse por perto. E estes por sua vez, memorizavam as revelações e assim mantinham-na viva. Nesta época os árabes não sabiam fazer papel, então Mohammad fez com que escribas anotassem as revelações em primitivos materiais disponíveis na região, como, folhas de palmeiras, madeira, pergaminho, omoplatas de camelo. Somente após a morte do profeta que o Alcorão assumiu a sua forma atual, sob a direção dos sucessores e companheiros do Profeta.

Nenhuma palavra das suas 114 suratas foi mudada no decorrer dos séculos. E todo o povo mulçumano tem com principal fonte de fé a leituras destas suratas.

O Alcorão trata de assuntos relacionados com o ser humano; lei, sabedoria, doutrinas, rituais... Mas o tema principal é o relacionamento de Deus com todo o povo humano. O Alcorão também orienta para a criação de uma sociedade mais justa, conduta humana descente e um sistema econômico com fundamentos sociais.

Mulçumano lendo o Alcorão
Mulçumano lendo o Alcorão
Logo que Mohammad (Maomé) começou a recitar as palavras que ouvira do Anjo Gabriel e a pregar a Verdade que Deus lhe havia revelado, ele e seu pequeno grupo de seguidores sofrerão perseguições tão violentas que em 622 d.C. Deus lhe ordenou que emigrasse para Medina, 400 quilômetros ao Norte. Este evento, a Hégira (migração), marca o início do calendário mulçumano.

Depois de alguns anos, Mohammad e seus companheiros voltaram a Meca, perdoando seus inimigos e estabelecendo o Islã (Islam)

Após a morte do Profeta Mohammad em 632 d.C, com 63 anos de idade, a comunidade islâmica começou a se dividir em duas correntes principais.

* Os Sunitas ou sunni (aqueles que seguem os costumes ,"Sunna" de Mohammad) Escolheram para suceder o Profeta Abu Bakr.

* Os Xiitas. Achavam que o sucessor de Mohammad deveria ser seu parente mais próximo, seu primo e genro, Ali.

Poucas coisas separam os dois grupos na crença.

Logo toda a Arábia Saudita já era mulçumana e um século depois o Islã se espalhou até a Espanha e no oriente até a China. Hoje i Islamismo é a maior religião do planeta com mais de 1 bilhão e trezentos milhões de fiéis.

islamismo

ISLAMISMO -UM BILHÃO E MEIO DE FIÉIS -A MAIOR RELIGIÃO DO MUNDO

Islamismo
 http://www.mundoislamico.com/islamismo.htm


O CAMINHO A DEUS ATRAVÉS DA SUBMISSÃO

O Islamismo não é uma religião nova, tem aproximadamente 1500 anos, e é tão antiga quando o cristianismo. Hoje cerca de 1.300.000.000 (um bilhão e trezentos milhões á um bilhão e quinhentos milhões) da população mundial são mulçumanos. (Um quinto da população do planeta). É a religião que mais cresce. Cerca de 70% dos intelectuais que se convertem a uma crença, escolham o islamismo.

Praticamente em todos os paises do mundo existem mulçumanos.
Na mapa podemos observar os paises onde a maioria da população é mulçumana.

Mundo Islamico - mapa

O Islamismo é uma verdade que Deus revelou ao profeta Mohammad (Maomé), não é somente uma que além de religião é um sistema de vida completo.

Os mulçumanos seguem o livro sagrado Alcorão (Qur´ãn), que contém a última mensagem revelado por Deus à humanidade.
 
Alcorão
 
Manuscrito do Alcorão
 
Os mulçumanos crêem em um único Deus; nos Anjos; nos profetas que trouxeram revelações de Deus a humanidade; no fim do mundo; no juízo final, onde todos prestarão contas de seus atos a Deus. Deus tem autoridade no destino do homem e na sua morte.

Os profetas que os mulçumanos crêem serem portadores das revelações de Deus são; Adão, Noé, Abraão, Ismael, Isaac, Jacó, José, Jó, Moisés, Arão, Davi, Salomão Elias, Jonas, João Batista e Jesus Cristo. O último profeta de Deus é "Mohammad", que revelou as verdades de Deus por intermédio do Anjo Gabriel.

"Islam" (em árabe) significa "submissão", "rendição", "entrega", que é derivada de uma outra palavra que significa paz. No sentido religioso, Islam, significa "total submissão à vontade de Deus".

"Alah" é a palavra árabe que designa Deus. Os católicos nas missas em árabes usa esta palavra, assim como protestantes (igrejas evangélicas) em seus cultos árabes, usam a palavra Alah quando se referem a Deus.

"Mulçumano" é aquele que faz ou pratica o Islã (Islam).

O Islamismo proíbe o consumo de carne de porco, drogas (produtos que causam dependências), O consumo de bebida deve ser saudável e é uma obrigação levar a vida saudável.

Os mulçumanos acreditam que esta vida é uma provação para uma próxima vida no reino de Deus.
  
O mundo mulçumano na idade média foi o centro das pesquisas científicas, e destacou-se no desenvolvimento da matemática, arquitetura, astronomia, navegação, medicina. Os árabes introduziram o papel na Europa e inventaram o arco ogival, sem o qual os europeus cristãos não poderiam construir as catedrais góticas. Enviaram o damasco, açúcar e arroz para a Europa.

Os números romanos, de difícil manuseio para cálculos, foram substituídas pelos algarismos arábicos (1,2,3,4,5,6,7,8 e 9) que são usados até hoje pela maioria dos paises do mundo.

Os árabes introduziram também na Europa, a idéia hindu do zero, e a idéia de arranjarem os números no sistema decimal.

 
islamismo

O TRANCENDENTE de maio/junho está pronto


 
Depois de algumas semanas de dedicação, finalmente a reação do OT concluiu a produção do segundo número do ano.
O TRANSCENDENTE de Maio e Junho dobrou o seu conteúdo, mas sem perder a dinâmica e o “DNA pedagógico” que o diferencia das outras publicações do Ensino Religioso no país.
As quatro matrizes religiosas: oriental, africana, indígena e ocidental serão abordadas a partir de um jovem. Ele (a) irá mostrar como a sua religiosidade tem relevância fundamental no estilo de vida e na relação que cada um tem com o mundo e os outros.
Nesta edição do jornal é a vez da juventude ser tema de artigos, atividades, para que ela possa pensar o seu relacionamento com a religiosidade.
Esperamos que vocês gostem do jornal! Na próxima semana ele já deverá estar na casa dos nossos assinantes.
Grande abraço.
A redação,