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sábado, 23 de março de 2013
Pluralismo religioso: desafio para a teologia do século XXI
"A teologia do século XXI encontra-se diante de um desafio fundamental que pode ser traduzido como a acolhida do pluralismo religioso enquanto valor irredutível e irrevogável. Trata-se de um novo horizonte para a teologia, um singular e essencial paradigma que provoca uma profunda mudança na dinâmica da autocompreensão teológica no tempo atual. O pluralismo religioso deixa de ser compreendido como um fenômeno conjuntural passageiro, um fato provisório, para ser percebido na sua riqueza como um pluralismo de princípio ou de direito".
É assim que o teólogo Faustino Teixeira explica o núcleo central de seu mais recente livro, Teologia e Pluralismo Religioso, publicado pela editoraNhanduti (2012).
Para Teixeira, que também é professor do programa de pós-graduação em ciência da religião da Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF e pós-doutor em teologia pela Pontificia Universidade Gregoriana, "assim como existe a grande e rica biodiversidade do planeta, que requer atenção, cuidado e vontade de preservação, assim há também a diversidade das religiões e opções espirituais que demandam semelhante simpatia e acolhida. Os bispos católicos da Ásia, em documentos de grande riqueza e significação, vêm apontando com firmeza a importância dessa diversidade religiosa, entendida como valor a ser preservado".
A imagem que ilustra a capa do livro é de Paulo Couto Teixeira ("Pulika"), artista plástico deBrasília, que também colabora com as Orações Inter-Relifiosas Ilustradas, publicadas semanalmente pelo sítio doIHU.
Confira aqui a apresentação do livro, escrita pelo teólogo jesuíta João Batista Libanio:
A teologia no Brasil está a abrir cada vez mais os braços. Já faz tempo que deixou de ser reflexo, para tornar-se fonte inspiradora. Lá foram os tempos em que ela reproduzia a teologia europeia quase mecanicamente, tanto nos idos da neoescolástica quanto nos primeiros sopros da modernidade pós-conciliar.
Encontrou-se, nos primeiros anos de originalidade, com os pobres imersos em situações de dominação e opressão, lançando-lhes o grito de libertação desde a fé cristã. Assim surgiu e cresceu a teologia da libertação que marcou definitivamente o nascimento das teologias latino-americanas. As mulheres vieram e trouxeram a originalidade de sua presença e pensar. Assim vicejou e ainda atua entre nós excelente grupo de teólogas a enriquecer a compreensão da Revelação com o olhar feminino. As etnias negra e indígena enriqueceram-nos também o cenário teológico. Do lado hispano, a tradição indígena fecundou bons teólogos. No Brasil, a teologia negra resgatou a dívida religiosa em relação à fértil tradição africana.
No momento, duas áreas do pensar nos ocupam principalmente, sem deixar as perspectivas já conquistadas do pobre, da mulher, das etnias: a ecologia e o diálogo com as religiões. Nesse segundo campo, Faustino Teixeira tem-se especializado e se tornou referência imprescindível, além de estudos alentados e profundos sobre a mística das diferentes religiões. Ele relança com essa presente publicação, em nova, revista e aumentada edição, suas reflexões sobre a Teologia das Religiões.
No momento, duas áreas do pensar nos ocupam principalmente, sem deixar as perspectivas já conquistadas do pobre, da mulher, das etnias: a ecologia e o diálogo com as religiões. Nesse segundo campo, Faustino Teixeira tem-se especializado e se tornou referência imprescindível, além de estudos alentados e profundos sobre a mística das diferentes religiões. Ele relança com essa presente publicação, em nova, revista e aumentada edição, suas reflexões sobre a Teologia das Religiões.
O quadro traçado por Teixeira oferece-nos excelente visão da problemática da teologia das religiões e nos adestra para a teologia e a prática do diálogo intercultural e inter-religioso. Faz parte do livro também reflexão sobre a teologia e o pluralismo religioso na Ásia e na América Latina. Termina e fecha as considerações teológicas a constatação do irrevocável desafio do pluralismo religioso.
Já não vivemos tempos de Cristandade. As religiões, enquanto instituição, sofrem enorme desgaste. Nenhuma conseguirá encontrar sozinha caminhos para falar às pessoas da pós-modernidade. O diálogo traz substancial contribuição para o impasse presente. Importa perceber no momento cultural atual a tensão entre religião e religiosidade. E em face de ambas, o leitor cristão se questiona sobre o papel de sua fé como momento crítico dialético. Ela leva luz às religiões e às expressões religiosas, mas também recebe delas impulsos para purificar-se e aprofundar-se. Que o leitor aproveite desse belo livro para adentrar-se no horizonte sedutor do diálogo inter-religioso!
Já não vivemos tempos de Cristandade. As religiões, enquanto instituição, sofrem enorme desgaste. Nenhuma conseguirá encontrar sozinha caminhos para falar às pessoas da pós-modernidade. O diálogo traz substancial contribuição para o impasse presente. Importa perceber no momento cultural atual a tensão entre religião e religiosidade. E em face de ambas, o leitor cristão se questiona sobre o papel de sua fé como momento crítico dialético. Ela leva luz às religiões e às expressões religiosas, mas também recebe delas impulsos para purificar-se e aprofundar-se. Que o leitor aproveite desse belo livro para adentrar-se no horizonte sedutor do diálogo inter-religioso!
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quinta-feira, 21 de março de 2013
Simbologia dos Metais do Santuário,no Judaísmo
http://www.facebook.com/IsraelJudaismoTorahTanach
Na construção do Santuário foram utilizados três metais: ouro, prata e cobre. É de conhecimento geral que o ouro é o mais precioso dos metais. Por que, então, o Mishcan não foi construído inteiramente de ouro, mas também de prata e até mesmo de cobre, que são metais menos nobres?
Os metais simbolizam três tipos de judeus. Como D’us quis que todo o povo participasse da construção do Mishcan, ele foi edificado com os três metais juntos: ouro, prata e cobre.
A prata alude aos tsadikim (justos) do povo judeu, que sempre anseiam por D’us e sua Torá, pois a palavra prata, em hebraico – kessef – tem a mesma raiz da palavra ansiar, desejar – lichssof.
O ouro, mais precioso que a prata, alude aos baalêi teshuvá (que retornaram), pois “nem os perfeitamente justos podem ficar em seu lugar”.
O cobre – nechôshet - refere-se aos judeus que erraram, cometendo pecados, indo nos passos da cobra – nachash – que provocou o primeiro pecado no Universo.
Todos os judeus participam da construção do Bet HaMicdash, não apenas os tsadikim. Por isso o Mishcan foi arquitetado com cobre, além da prata e do ouro, foi edificado pela comunidade – tsibur que é composta de justos – tsadikim -, pessoas medianas – beinonim – e perversos – reshaím. A letra inicial de cada uma dessas palavras: tsadikim, beinonim e reshaím formam juntas a palavra tsibur (comunidade).
O tsadik não deve falar: “Construirei sozinho o Santuário para D’us. Para que devo aproximar um perverso do cumprimento de Torá e mitsvot?”
O perverso, por sua vez, não deve dizer: “O que eu tenho a ver com as mitsvot da Torá? A Shechiná repousará também nas minhas ações?”
Todos juntos precisam construir o Santuário. Justamente através do cumprimento das mitsvot de todo o povo judeu – tsadikim e reshaím unidos – teremos o mérito de que se cumpra em nós: “e habitarei neles” – no interior de cada judeu.
Baseado em Likutê Sichot, Vol. VI, págs. 152-161.
(Maayan Chay, pág. 93)
Na construção do Santuário foram utilizados três metais: ouro, prata e cobre. É de conhecimento geral que o ouro é o mais precioso dos metais. Por que, então, o Mishcan não foi construído inteiramente de ouro, mas também de prata e até mesmo de cobre, que são metais menos nobres?
Os metais simbolizam três tipos de judeus. Como D’us quis que todo o povo participasse da construção do Mishcan, ele foi edificado com os três metais juntos: ouro, prata e cobre.
A prata alude aos tsadikim (justos) do povo judeu, que sempre anseiam por D’us e sua Torá, pois a palavra prata, em hebraico – kessef – tem a mesma raiz da palavra ansiar, desejar – lichssof.
O ouro, mais precioso que a prata, alude aos baalêi teshuvá (que retornaram), pois “nem os perfeitamente justos podem ficar em seu lugar”.
O cobre – nechôshet - refere-se aos judeus que erraram, cometendo pecados, indo nos passos da cobra – nachash – que provocou o primeiro pecado no Universo.
Todos os judeus participam da construção do Bet HaMicdash, não apenas os tsadikim. Por isso o Mishcan foi arquitetado com cobre, além da prata e do ouro, foi edificado pela comunidade – tsibur que é composta de justos – tsadikim -, pessoas medianas – beinonim – e perversos – reshaím. A letra inicial de cada uma dessas palavras: tsadikim, beinonim e reshaím formam juntas a palavra tsibur (comunidade).
O tsadik não deve falar: “Construirei sozinho o Santuário para D’us. Para que devo aproximar um perverso do cumprimento de Torá e mitsvot?”
O perverso, por sua vez, não deve dizer: “O que eu tenho a ver com as mitsvot da Torá? A Shechiná repousará também nas minhas ações?”
Todos juntos precisam construir o Santuário. Justamente através do cumprimento das mitsvot de todo o povo judeu – tsadikim e reshaím unidos – teremos o mérito de que se cumpra em nós: “e habitarei neles” – no interior de cada judeu.
Baseado em Likutê Sichot, Vol. VI, págs. 152-161.
(Maayan Chay, pág. 93)
quarta-feira, 20 de março de 2013
"Amigos do céu "para baixar e assistir!!!
http://goo.gl/EVFJc
Todos os programas "Amigos do Céu" com tia Adelita e seu amiguinho Pincel Piné, para baixar e assistir.
http:// blog.cancaonova.com/ amigosdoceu
http://
As histórias dos Santos, mais muuuuuuitos desenhos para colorir!
segunda-feira, 18 de março de 2013
Caio Alberto entrevista Daniel Garcia - Marketing Cristão
Publicado em 22/01/2013
Daniel Ayres Garcia é professor universitário do Grupo OPET, instrutor do CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), palestrante e consultor de Marketing de Relacionamento (Instituto Sebastian Koom) e em comportamento humano, realizando atividades de desenvolvimento de equipe, liderança e de habilidades e competências pessoais e interpessoais.
Especialista em Recursos Humanos e em Marketing
Graduado em Administração de Empresas pela FESP
É também Diretor, Músico e Ator.
Quadro Entrevistas:
Caio Alberto entrevista Daniel Garcia
Entrevista "Marketing Cristão"
Data: 22 de janeiro de 2013
Local: Curitiba/PR
Acesse já o meu blog:
http://www.caioalberto.blogspot.com
Especialista em Recursos Humanos e em Marketing
Graduado em Administração de Empresas pela FESP
É também Diretor, Músico e Ator.
Quadro Entrevistas:
Caio Alberto entrevista Daniel Garcia
Entrevista "Marketing Cristão"
Data: 22 de janeiro de 2013
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