quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Quais foram as tribos mais poderosas dos EUA?

or Tiago Jokura | Edição 86
Ao longo da história americana, sobretudo no século 19, à época do Velho Oeste, os valentes povos sioux e apache se destacaram pela resistência à invasão do homem branco e pelo poderio militar. Porém, é praticamente impossível estabelecer, de fato, quais tribos foram "as" mais importantes. "Dentre centenas de tribos que habitavam a América do Norte na época da colonização, listar apenas algumas sempre gera discordâncias", explica Colin Calloway, historiador especialista em nativos americanos do Darthmouth College, nos EUA. Mesmo fazendo a ressalva, o estudioso nos ajudou a montar uma linha de frente com os povos que deixaram sua marca nos EUA, enquanto sua terra natal ia sendo violentamente demarcada - atualmente, essas tribos vivem em reservas que nem de longe correspondem ao território que ocupavam originalmente. `|| : (
GUERREIROS BONS DE BRIGA
Os povos mais importantes na desigual luta dos indígenas americanos contra a invasão dos colonizadores brancos
APACHE
Ao lado dos sioux, os apaches foram os que resistiram à dominação do homem branco por mais tempo. Dividiam-se em várias tribos pequenas e nômades, não passando muito tempo no mesmo local. Só se renderam mesmo quando 5 mil soldados dos EUA cercaram o grupo de 50 guerreiros comandados por Gerônimo
COMANCHE
Os corajosos caçadores de búfalos não combateram apenas os States, chegando a travar brigas feias com espanhóis e até com os apaches. Adquiriram cavalos dos desafetos espanhóis e desenvolveram técnicas de combate a galope para atacar os inimigos
CREEK
Foi a primeira tribo "civilizada" pelos esforços de George Washington - primeiro presidente dos EUA. Os creeks mantinham comércio intenso com os britânicos e travaram longas guerras para proteger o território contra os americanos
NAVAJO
Exímios caçadores, também combateram os invasores espanhóis e americanos com arcos e flechas. Com 220 mil integrantes, os navajos são hoje a segunda nação indígena mais populosa dos EUA, controlando a maior reserva do país, com o tamanho da Irlanda
PUEBLO
O povo pueblo era bastante hábil no uso do barro, utilizado na construção de vasos e habitações. Suportaram a colonização de espanhóis, mexicanos e americanos, sendo uma das poucas tribos que continuam ocupando as áreas povoadas originalmente
CHEROKEE
Maior população indígena dos EUA hoje, com quase 310 mil membros, a nação cherokee acabou incorporando muitos costumes dos colonizadores europeus. Por causa disso, eram conhecidos à época como uma das "Cinco Tribos Civilizadas"
IROQUOIS
Formavam uma confederação de seis nações indígenas, vivendo democraticamente sob um mesmo governo. Mais tarde, Benjamin Franklin se inspirou no modelo da nação iroquois para elaborar a Constituição dos EUA
CHOCTAW
Também fazia parte das "Cinco Tribos Civilizadas", ao lado de cherokees e creeks, citados em nossa lista, e dos povos chickasaw e seminole. Tiveram suas terras desapropriadas para o cultivo de algodão e para habitação dos escravos empregados na lavoura
SIOUX
Formada por índios dakotas, entre outros povos, a grande nação sioux - que significa homens-búfalo - foi a mais aguerrida na defesa de seu território. Como na famosa batalha de Little Bighorn, em 1876, quando, sob o comando do chefe Touro Sentado, liquidaram a 7ª Cavalaria do general Custer
BLACKFOOT
Os mocassins com sola preta que calçavam lhes renderam o apelido de blackfeet - "pés pretos", em inglês. Se valiam de uma agressiva cavalaria, equipada com armas de fogo, para dominar tribos vizinhas e tocar o terror contra os invasores de pele branca
CHIPPEWA
Viver à beira dos Grandes Lagos especializou a tribo na pescaria, mas não diminuiu seu poder de fogo. Lutaram ao lado de franceses contra outros indígenas e deram uma força aos ingleses que batalhavam contra a ex-colônia que já se chamava Estados Unidos
MANDAN
Mais pacíficos, se dedicavam à agricultura. Não à toa, suas vilas tornaram-se grandes centros para comércio de artigos hortifrútis. Como várias tribos, sofreram com epidemias de varíola que dizimaram grande parte da população no século 19
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Vídeo explicativo Templo Budista de Três Coroas

Normal É Ser Diferente - Grandes Pequeninos

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Indígenas dos cinco continentes participam de Jogos inéditos Leia a matéria completa em: Indígenas dos cinco continentes participam de Jogos inéditos

ublicado há 4 horas - em 28 de outubro de 2015 » Atualizado às 16:34 
Categoria » Direitos Humanos
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Até o dia 31 de outubro, Palmas, a capital do Tocantins, sedia a primeira edição dos Jogos Mundiais Indígenas, com cerca de mil atletas brasileiros e 700 vindos de países como Rússia, Nova Zelândia, Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Mongólia, Chile, Etiópia e Finlândia.
Por Mama Press
Os Jogos Indígenas já tiveram 12 edições nacionais, desde 1996, em diferentes cidades do país, com apoio do governo federal, patrocínio das prefeituras e, eventualmente, de estatais como Caixa Econômica e Eletrobras.
Mas o primeiro evento esportivo e cultural internacional foi ideia dos povos brasileiros terenas e pode impulsionar a criação de uma espécie de comitê para organizar as próximas edições no exterior.
Mais de 20 etnias brasileiras – como os Xerente (os anfitriões, do Tocantins), Bororo Boe (Mato Grosso), Asurini (Pará), Pataxó (Bahia) e Canela (Maranhão) – participam dos Jogos.
O evento, no entanto, também foi boicotado por etnias como os Krahô e os Apinajé, pelo que dizem ser um “momento difícil” para os povos brasileiros, com a demora na demarcação de terras, conflitos violentos com fazendeiros e invasões de territórios já homologados por madeireiros e garimpeiros.
Os Guarani-Kaiowá, presentes nos noticiários pelo alto índice de mortes relacionadas com conflitos pela terra no Mato Grosso do Sul, estão divididos: há delegação da etnia em Palmas, mas algumas lideranças também criticaram o evento em uma carta.
151025221024_sp_indigenous_games_3_624x460_reuters_nocreditMulheres do povo Caiapó (Pará); jogos internacionais foram ideia de povos terenas Image copyrightReuters
151025220824_sp_indigenous_games_2_624x460_reuters_nocreditNa chegada em Palmas, diversos índios como este Caiapó tiravam fotos da reunião de povos nativos em smartphones-Image copyrightReuters
151025221407_sp_indigenous_games_4_624x460_reuters_nocreditImage captionOs Guarani-Kaiowá enviaram uma delegação de atletas (foto) a Palmas, mas alguns líderes criticaram o evento-Image copyrightReuters,
151025221806_sp_indigenous_games_6_624x460_ap_nocreditCarajás protestaram contra a PEC 215, que transfere para o Congresso a atribuição de aprovar a oficialização das terras indígenas-mage copyrightAP
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151025221612_sp_indigenous_games_5_624x460_ap_nocreditÍndios Kuikuro (Mato Grosso) apresentam dança tradicional no festival cultural que precedeu os Jogos Indígenas-Image copyrightAP
151025221937_sp_indigenous_games_7_624x460_reuters_nocreditCom uniformes e adereços tradicionais, índios caiapó esperam sua vez na competição de futebol-Image copyrightReuters
151025222330_sp_indigenous_games_9_624x460_ap_nocreditReunindo indígenas de 24 países, o evento possibilita encontros como este de uma índia da Sibéria, na Rússia, com nativos do Panamá- copyrightAP
151025222513_sp_indigenous_games_10_624x460_afp_nocreditOs olhos arregalados e a língua de fora são uma expressão facial tradicional do maori, da Nova Zelândia, para demonstrar força e emoção-Image copyrightAFP
Os Jogos Indígenas misturam competições esportivas com modalidades de “demonstração”, em que povos fazem apresentações de alguns de seus esportes tradicionais, e atividades culturais.
Entre os esportes de competição estão o futebol masculino e feminino, o arco e flecha e a corrida com toras e a natação. Entretanto, os países não competem necessariamente em todas elas. Algumas serão disputadas só por brasileiros.
Os atletas são escolhidos pelos chefes de cada tribo convidada a participar dos Jogos.
151025222859_sp_indigenous_games_11_624x460_reuters_nocreditPataxós assistem a um jogo de futebol de seus atletas contra os Xerente-Image copyrightReuters
151025224918_sp_indigenous_games_13_624x460_ap_nocreditNa cerimônia de abertura, indígenas dos Estados Unidos fazem uma apresentação- image copyrightAP
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151025225202_sp_indigenous_games_14_624x460_reuters_nocreditA abertura dos jogos também foi marcada por protestos pela demarcação de terras indígenas e pelo fim dos confrontos com fazendeiros- mage copyrightReuters
Neste domingo, segundo a Agência Brasil, os indígenas da Mongólia impressionaram os espectadores em uma demonstração de destreza e precisão no arco e flecha.
Os mexicanos também jogaram a pelota mixteca, semelhante ao tênis, em que rebatem uma bola de 900 gramas para o time adversário com a ajuda de uma pesada luva de couro cheia de cravos de metal.
Já os brasileiros caiapós demonstraram o rõnkran, em que usam bastões para conduzir um coco de babaçu até o campo do adversário e ganhar pontos.
E os índios pataxós praticaram a corrida de maracá, em que revezam um chocalho tradicional.
151025225405_sp_indigenous_games_15_624x460_getty_nocreditA corrida com toras é um dos esportes tradicionais em que as tribos irão competir durante a semana dos Jogos-Image copyrightGetty
151025230130_sp_indigenous_games_17_624x460_ap_nocreditIndígenas da Mongólia, homens e mulheres, impressionaram os espectadores em demonstração de arco e flecha-Image copyrightAP
151025230327_sp_indigenous_games_18_624x460_ap_nocredit (1)Índios brasileiros e maoris se juntaram durante as demonstrações de arco e flecha em Palmas-Image copyrightAP
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151025230452_sp_indigenous_games_19_624x460_epa_nocreditUm desfile de beleza indígena teve 50 mulheres de diversas etnias com seus trajes típicos, como esta índia russa- Image copyrightEPA
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Image captionUm desfile de beleza indígena teve 50 mulheres de diversas etnias com seus trajes típicos, como esta índia russa
151025230955_sp_indigenous_games_21_624x460_afp_nocreditÍndia da Guiana Francesa participa de desfile de beleza indígena, parte da programação cultural dos Jogos- Image copyrightAFP
151025231124_sp_indigenous_games_22_624x460_getty_nocreditOs caiapós demonstraram o jogo rõnkran, espécie de hóquei em que eles usam um bastão para conduzir um coco de babaçu até o outro lado do campo- Image copyrightGetty

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Revolução indígena, cura e resistência por meio da música















Photo Cred. Bailey Rebecca Roberts
O rapper Lakota, Frank Waln falou com exclusividade a Rádio Yandê, primeira mídia brasileira que o entrevistou sobre seu trabalho.Famoso por suas letras de valorização e respeito as culturas indígenas norte americanas, ele consegue combater os esteriótipos presentes na sociedade envolvente e mídias. 

Frank é um jovem lakota, da Reserva Rosebud em South Dakota nos Estados Unidos, que conquistou um espaço de destaque com sua música. É um dos 12 indígenas americanos apontados no BuzzFeed por estarem fazendo a diferença. 

Não apenas incentivando toda uma geração, mas despertando o orgulho indígena e trazendo com suas rimas, sentimentos e críticas sobre a colonização. Ele realiza workshops fazendo conscientização ambiental e política sobre a questão indígena em seu país. A resistência indígena norte americana aposta na conscientização e empoderamento cultural como as principais armas para a revolução.

(Rádio Yandê) Renata Machado : Quando você sentiu pela primeira vez o poder da música, não apenas como forma de expressar sentimentos sobre sua realidade mas como formar de descolonizar pensamentos em uma sociedade não indígena, que acredita que os povos indígenas ficaram no passado ou deixaram de existir ?

Frank Waln: Quando eu me dei conta de que a música tinha o poder de curar o trauma emocional causado pela colonização do meu povo assim como tinha o poder de me ajudar a descolonizar a minha própria mente. Se eu estou descolonizando minha própria mente e pensamentos através da minha música, a mente do ouvinte seguirá o mesmo caminho.

(Rádio Yandê) Renata Machado : Como é ser um jovem indígena da etnia Lakota e pertencer a uma reserva nos Estados Unidos ?

Frank Waln: É uma coisa incrível. Eu tenho uma conexão com a terra, cultura e língua que poucas pessoas nos EUA podem invocar. Eu não gostaria que fosse de outra maneira.

(Rádio Yandê) Renata Machado : Você já sofreu preconceito por ser indígena ?


Frank Waln: Diariamente.


(Rádio Yandê) Renata Machado : Em uma entrevista recente, foi destacado o fato de você combater estereótipos indígenas e preconceitos com sua música. Você influencia e aumenta a autoestima de muitos jovens indígenas, não apenas no Estados Unidos. Seu ativismo em defesa do seu povo e o fato de aparecer no Rebel Music da MTV, fez com que outros passassem a acreditar, que um indígena pode ser aquilo que ele desejar ser. Para você como está sendo tudo isso ?


Frank Waln: É um pouco devastador e incrível ao mesmo tempo. Ajudar, curar e inspirar as crianças indígenas que estão passando por um momento difícil é um dos melhores presentes do mundo para mim.

(Rádio Yandê) Renata Machado : Você acredita que as mídias sociais estão ajudando na difusão de informações aos indígenas de todo o mundo a se comunicar uns com os outros ?

Frank Waln: Sim eu acredito. Nós agora podemos soltar nossas vozes coletivas para o mundo através de mídias sociais, algo que não podíamos fazer antes. A mídia social é também uma ótima ferramenta para reestabilizarmos nossas linhas intertribais de comunicação e compartilhar informação rapidamente.

(Rádio Yandê) Renata Machado : Existem rappers indígenas brasileiros a maioria deles são das etnias kaiowa e guarani mbyá. O  grupo Brô MCs é o mais conhecido do país. Qual conselho você daria para indígenas que seguem esse gênero musical?


Frank Waln: Seja você mesmo. Conte sua história. Faça tudo isso partindo de um local de amor.

(Rádio Yandê) Renata Machado : Existe uma dor que todos compartilhamos, faz parte da nossa história e memória enquanto indígenas, você acredita que a música pode ser um dos instrumentos para curar nossas feridas do processo de colonização ? 

Frank Waln: Eu acredito que a música é uma ótima maneira de expressar a nossa dor, raiva, amor e espírito. A música também transcende fronteiras, culturas e línguas. Isso faz com que a música seja uma ferramenta poderosa de cura e ensino.

(Rádio Yandê) Renata Machado : Seus clipes musicais são bastante inspiradores. "Oil 4 Blood" , você aparece com os olhos e boca vendados. Como o governo dos Estados Unidos cuida das questões indígenas e quais as maiores dificuldades enfrentadas?


Frank Waln: O governo dos Estados Unidos é construído na destruição das terras e povos indígenas. O governo ainda age desta maneira. Eles continuam colonizando nossas terras e tentando destruir nossas comunidades. A extração de energia natural nas terras indígenas, em total desrespeito aos direitos dos tratados indígenas, e o Estado roubando crianças indígenas das comunidades indígenas para colocá-las sob assistência social do governo são apenas alguns dos muitos problemas que enfrentamos hoje.

(Rádio Yandê) Renata Machado : Que mensagem você gostaria de deixar para os fãs brasileiros e ouvintes da Rádio Indígena Yandê sobre valorização da cultura e ancestralidade ?

Frank Waln: Como pessoas indígenas nós descendemos de algumas das pessoas mais fortes, mais inteligentes, mais lindas do mundo. Toda sua grandeza flui em nossas veias. Nós merecemos ser felizes,saudáveis e respeitados. Muito obrigado por ouvir a minha música e suportar o meu trabalho.

Redação Yandê
Tradução: José Jefferson










Foto: Reprodução AP Photo/MTV World, Nusrat Durrani.

Fotógrafo mostra o romance e elegância de casais muçulmanos

Casais muçulmanos muitas vezes podem ser um mistério para o Ocidente. Geralmente, o que costumamos ter acesso em relação aos muçulmanos são apenas detalhes negativos, o que pode acabar nos impedindo de conhecer uma cultura tão rica. Mas, exatamente como muitos casais ocidentais, eles tem suas tradições de casamento, suas roupas especificas e suas crenças provenientes de uma religião adotada pela maioria em alguns países.
Foto: Said Mhamad
Foto: Said Mhamad
O libanês Said Mhamad se tornou o fotógrafo favorito de casais muçulmanos. Em cada imagem, Mhamad transmite a alegria e cumplicidade de casais que seguem os preceitos do Alcorão. O fotógrafo tenta desmistificar a ideia de que todas as mulheres muçulmanas vivem submissas em sua religião.

Foto: Said Mhamad
Foto: Said Mhamad
O lenço de cabeça que cobre as mulheres muçulmanas, conhecido como hijab, não as impede de usar designs extravagantes e elegantes em seus trajes. E de mostrar sua beleza intensa e luxo nos cliques da Said Mhamad. E os noivos, é claro, mostrando todo seu charme. Confira algumas fotos:
Foto: Said Mhamad
Foto: Said Mhamad
Foto: Said Mhamad
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Foto: Said Mhamad
Foto: Said Mhamad
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http://iphotochannel.com.br/fotografo-mostra-o-romance-e-elegancia-de-casais-muculmanos/

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade (10 fotos) Leia mais em: Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade (10 fotos)

Em todas culturas e sociedades há indivíduos que, por diferentes razões, se destacam com uma verdadeira autoridade para aconselhar, guiar ou inspirar o desenvolvimento espiritual de sua respectiva sociedade. Sob diferentes figuras, sábios, gurus, feiticeiros, alquimistas, curandeiros, astrólogos, etc., a autoridade destas pessoas, geralmente associada a uma espécie de linhagem ou à simples confiança, adquirem um significativo papel na vida de outras pessoas.

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
Fundada em Londres há mais de 120 anos, Watkins é uma das livrarias mais antigas e influentes em temas relacionados ao misticismo, espiritualidade e esoterismo. Anualmente, através de sua revista Mind, Body, Spirit, o estabelecimento publica sua lista das cem personalidades mais influentes no desenvolvimento do espírito. Segundo explica a publicação, para realizar esta listagem levam em conta três critérios:
  1. Que tenham começado o ano atual com vida.
  2. Que tenham realizado uma contribuição única e espiritual, a escala global, durante o ano anterior.
  3. Que estejam particularmente presentes no imaginário e na mente das pessoas (determinado através de quantas buscas são realizadas no Google com seu nome, ou quantas vezes visitam seus perfis na Wikipédia).
Sobra dizer, mas de qualquer forma vou enfatizar, que toda listagem implica uma boa dose de subjetividade, e que a essência de todos os "tops" ou listas pelo estilo, não podem ser considerados como definitivos, ainda mais quando o assunto é tão plural e povoado por mentes que realmente acreditam em coisas sem nenhum sentido, conforme o misticismo e esoterismo. A seguir a lista das "10 pessoas vivas mais espiritualmente influentes de 2014".

10. Paulo Coelho (Rio de Janeiro, 1947)

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
Calma, não é nenhuma piada. Segundo a publicação, o "escritor" de auto-ajuda esotérica se converteu em uma referência espiritual, um conselheiro, para pessoas ao redor do mundo. Com mais de 150 milhões de livros vendidos, e tendo sua obra traduzida a 71 idiomas, a influência de Paulo Coelho, para além do que pessoalmente provoque às pessoas com o mínimo de ceticismo, é inegável entre o senso comum mediano do esoterismo.

9. Desmond Tutu (Klerksdorp, África do Sul, 1931)

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
O primeiro Arcebispo Anglicano da Cidade do Cabo, de raça negra, Tutu distinguiu-se por uma consistente luta contra o racismo, a pobreza, homofobia, Aids e outras batalhas. Em 1984 ganhou o Prêmio Nobel da Paz.

8. Wayne W. Dyer (Detroit, 1940)

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
Pouco conhecido no Brasil, é um escritor e conferencista, que recebeu o apelido de "pai da motivação". Dyer, que passou sua infância em hospícios e orfanatos, se converteu em um estandarte da auto-ajuda.

7. Oprah Winfrey (Missisipi, 1954)

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
A carismática filantropa e apresentadora de televisão aparece na lista como conselheira emocional de milhões de seguidores que vêem nela uma autoridade moral (ela tem pouca ou nenhuma penetração fora dos EUA). Ademais, Oprah tem uma mania um pouco insistente de promover o trabalho de diversos pensadores místicos, entre eles Eckhart Tolle.

6. Deepak Chopra (Nova Delhi, 1946)

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
Guru da medicina alternativa e um dos encarregados de introduzir a tradição ayurvédica no mainstream pop. Chopra publicou mais de cinquenta livros, escreve periodicamente em diversos jornais, entre eles o San Francisco Chronicle e o Washington Post, e é venerado por diferentes celebridades que adotaram um estilo de vida mais saudável.

5. Rhonda Byrne

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
Esta escritora australiana foi catapultada à fama depois de produzir o filme "The Secret", um clássico da auto-ajuda New Age, que mistura princípios básicos de antigas tradições místicas, por exemplo a Lei de Atração, e os alinha em uma doutrina de otimismo contemporâneo ao redor dos pensamentos positivos. Depois do lançamento do filme, Byrne escreveu um livro sobre o mesmo tema, que até agora vendeu mais de 19 milhões de cópias.

4. Thich Nhat Hanh (Thua Thien, Vietnã, 1926)

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
Mestre Zen, pacifista ativo, escritor e conferencista, seu trabalho durante o conflito entre Vietnã do Sul e do Norte valeu-lhe a indicação ao Prêmio Nobel da Paz em 1967 -proposta pelo próprio Martin Luther King-. Fundou monastérios budistas em sua terra natal, bem como nos Estados Unidos e na França.

3. Papa Francisco (Buenos Aires, 1936)

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
Jorge Mario Bergoglio teve uma rápida ascensão pela hierarquia eclesiástica. Em 1998 foi nomeado arcebispo e três anos depois, cardeal. A um ano de seu mandato como Papa Francisco, este argentino encabeça um movimento da igreja católica, talvez estratégico, que enfatiza em flexibilizar as tradicionais posturas em frente a temas como a homossexualidade ou o aborto. Fico feliz que os tantos seguidores católicos tenham agora um cara simpático e boa gente à sua frente, diferente do outro aposentado que encobriu centenas de casos de abuso infantil perpetrados por padres pedófilos. Francisco não só prega a tolerância, exerce-a como poucos.

2. Eckhart Tolle (Lunen, Alemanha, 1948)

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
Considerado pelo New York Times como o autor de textos espirituais mais lidos dos Estados Unidos, este alemão se consagrou como uma das máximas autoridades no campo da transformação interior e do despertar da consciência. Apenas sua obra mais famosa, "O Poder do Agora", vendeu mais de cinco milhões de cópias. Tolle estabeleceu alianças com outras personalidades, por exemplo Oprah e Jim Carrey, para difundir seus ensinos.

1. Dalai Lama (Taktser, Tíbet, 1935)

Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade
O décimo quarto Dalai Lama, cargo que ostenta desde 1950, se converteu em um dos mais populares líderes espirituais, e em uma influente figura pública mundial. Tenzin Gyatso, seu nome de nascimento, propõe a compaixão como princípio existencial, e desde sempre foi um ativo promotor da independência de seu país ante o controle da China. De acordo com Watkins, o Dalai Lama realizou uma incrível contribuição à espiritualidade mundial. Além de sua habilidade política, Gyatso caracteriza-se por uma admirável abertura, favorecendo os princípios éticos, acima dos postulados institucionais, no desenvolvimento de sua vida pública. Esse sim merece um 10 com louvor!

Quanto ao resto da listagem, a versão completa pode ser consultada no seguinte endereço: "Watkins’ Spiritual 100 List for 2014".


Leia mais em: Estes são os 10 maiores líderes espirituais da atualidade (10 fotos) - Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=30672#ixzz3pnmqLVIm

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terça-feira, 20 de outubro de 2015

O vídeo anti-bullying infantil que está conquistando o mundo

“Daisy Chain” nasceu como uma história de embalar e em três anos tornou-se um dos livros interativos de maior sucesso na Austrália. E também um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet.
O australiano Galvin Scott Davis começou a notar algo diferente no seu filho, Benjamin. Sempre que chegava da escola, o menino ficava mais calado e não tinha a mesma motivação que antes. “Ele estava mais reservado e descobri que tinha sofridobullying na escola. Não foi um caso muito grave, mas foi suficiente para que perdesse a confiança”,contou ao jornal The Guardian.
Para reconfortar o filho, Davis decidiu contar-lhe uma história de embalar de alguns dos livros infantis da vasta coleção que tem em casa, mas não encontrou nenhuma história apropriada para aquele momento. Então, decidiu inventar uma. Assim nasceu a ideia para “Daisy Chain”, um conto sobre uma menina chamada Bree Buttercup, que é perseguida por outras crianças quando tiram uma fotografia dela e a colocam em todas as árvores do parque. É o próprio Benjamin quem ajuda Bree a combatê-los usando uma corrente de margaridas, a sua flor favorita.
Num período de 3 anos, a história deixou o quarto de Benjamin para tornar-se um dos livros interativos com o maior número de downloadsna Austrália. Depois, foi feita um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet, que está a ser utilizado por grupos anti-bullying na Austrália, Estados Unidos e Reino Unido para a consciencialização das crianças nas escolas.
O vídeo ainda não possúi legendas em português.
http://www.contioutra.com/o-video-anti-bullying-infantil-que-esta-conquistando-o-mundo/