terça-feira, 13 de outubro de 2015
PORTAL:Vozes de Aruanda com diversidades .Acessem !!!
Muitas novidades por lá com histórias ,orixás para imprimir ,músicas ,informaçoes e muito mais !!
E ainda podem acompanhar pelo face
Acessem : http://www.portaltuva.com.br/ibejis#/ibejis/
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
O Sagrado, as Espiritualidades e o Imaginário na Educação
Como os símbolos devem entrar nas escolas? O que é mesmo sagrado em nossas vidas?
Colóquio aberto na UNICAP
Com Jean-Jacques Wunenburger e Alberto Filipe Ribeiro de Abreu Araújo
O Colóquio O Sagrado, as Espiritualidades e o Imaginário na Educação acolhe dois grandes especialistas internacionais sobre os estudos dos sistemas simbólicos, envolvendo estudiosos das áreas de história, antropologia e ciências da religião, para um aprofundamento transdisciplinar dos conceitos de sagrado e de espiritualidades, tendo em vista os desafios político-pedagógicos do ensino religioso e da educação humanista.
Wunenburger
Jean-Jacques Wunenburger é um Filósofo francês, especialista em estudos sobre a imagem e o sagrado. Formou-se em Filosofia (1969) pela Universidade de Dijon, onde foi discípulo de Gilbert Durand. Fez seu doutorado (1973) sobre a experiência da festa. Além de lecionar na Universidade Jean Moulin Lyon 3, é diretor do Centro Gaston Bachelard de Pesquisa sobre o Imaginário e a Racionalidade da Universidade de Bourgogne.
Araújo
Alberto Filipe Ribeiro de Abreu Araújo tem doutorado em Educação pela Universidade do Minho, é Professor e Investigador do Instituto de Educação e Psicologia da mesma Universidade portuguesa. Desde os anos noventa frequenta os autores do Círculo de Eranos e, particularmente, aqueles ligados à obra de Gilbert Durand, tais como Jean-Jacques Wunenburger, Jean-Pierre Sironneau, Philippe Walter e Andrés Ortiz-Osés. É autor de muitos trabalhos dedicados ao imaginário educacional.
Promoção:
Grupo de Pesquisa Videlicet Religiões - PPGCR UFPB
Observatório Transdisciplinar das Religiões no Recife - PPGCR UNICAP
Núcleo de Pesquisas do Imaginário - PPGA UFPE
Instituto Humanitas UNICAP
Colóquio aberto na UNICAP
Com Jean-Jacques Wunenburger e Alberto Filipe Ribeiro de Abreu Araújo
O Colóquio O Sagrado, as Espiritualidades e o Imaginário na Educação acolhe dois grandes especialistas internacionais sobre os estudos dos sistemas simbólicos, envolvendo estudiosos das áreas de história, antropologia e ciências da religião, para um aprofundamento transdisciplinar dos conceitos de sagrado e de espiritualidades, tendo em vista os desafios político-pedagógicos do ensino religioso e da educação humanista.
Jean-Jacques Wunenburger é um Filósofo francês, especialista em estudos sobre a imagem e o sagrado. Formou-se em Filosofia (1969) pela Universidade de Dijon, onde foi discípulo de Gilbert Durand. Fez seu doutorado (1973) sobre a experiência da festa. Além de lecionar na Universidade Jean Moulin Lyon 3, é diretor do Centro Gaston Bachelard de Pesquisa sobre o Imaginário e a Racionalidade da Universidade de Bourgogne.
Alberto Filipe Ribeiro de Abreu Araújo tem doutorado em Educação pela Universidade do Minho, é Professor e Investigador do Instituto de Educação e Psicologia da mesma Universidade portuguesa. Desde os anos noventa frequenta os autores do Círculo de Eranos e, particularmente, aqueles ligados à obra de Gilbert Durand, tais como Jean-Jacques Wunenburger, Jean-Pierre Sironneau, Philippe Walter e Andrés Ortiz-Osés. É autor de muitos trabalhos dedicados ao imaginário educacional.
Promoção:
Grupo de Pesquisa Videlicet Religiões - PPGCR UFPB
Observatório Transdisciplinar das Religiões no Recife - PPGCR UNICAP
Núcleo de Pesquisas do Imaginário - PPGA UFPE
Instituto Humanitas UNICAP
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
'Intolerância religiosa não tem base bíblica', afirma pastor
Líder religioso convoca evangélicos a combaterem a discriminação
23/09/2015
Por André Vieira
do Rio de Janeiro (RJ)
| Foto: Stefano Figalo |
O Brasil abriga uma diversidade de religiões e crenças. Segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a maior predominância é a da religião católica, com 64,6% da população (123 milhões). Já os evangélicos aumentaram significativamente seu número de seguidores em 10 anos, passando de 15,4% em 2000 para 22,2% (42,3 milhões) da população brasileira em 2010.
Filho de família evangélica e com influência católica dos avós, Fellipe dos Anjos, de 28 anos, é pastor batista em São Gonçalo, região metropolitana do Rio. Líder religioso há quatro anos, ele destaca que não existe sustentação cristã para a prática de discriminação. “Dentro do universo protestante e evangélico há uma série de discursos que acabam servindo de base para algumas falas de intolerância religiosa. Porém, não existe nenhuma referência bíblica ou da vida de Jesus que dê base a esse discurso de ódio”, argumenta.
AMOR COMBATENDO O ÓDIO
Para combater o ódio, o jovem pastor e sua comunidade evangélica usam o amor como ferramenta transformadora. Eles desenvolvem na cidade projetos de formação para os fiéis de sua igreja. “Precisamos desconstruir essa agenda fundamentalista, intolerante”, acrescenta.
Dos Anjos esteve na mobilização que tentou impedir a destruição da centenária casa onde foi fundada a Umbanda no Brasil, localizada em São Gonçalo. Apesar da luta, eles não conseguiram e o imóvel foi demolido em 2011. “O Jesus que nos revelou a face carinhosa de Deus quer que a gente se ame, se cuide e se proteja. Quer que a gente defenda a justiça, a paz e a alegria no mundo. Faço um pedido para que lutemos para acabar com o ciclo de ódio e que respeitemos as diferenças de nossas religiões”, convoca Fellipe dos Anjos.
CAMINHADA
No Rio de Janeiro, são muitas as religiões que vêm lutando para garantir o respeito e a liberdade das diferentes crenças. Algumas ações ao longo dos anos vêm se consolidando, como é o caso da Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, que realizou sua oitava edição no último domingo (20) em Copacabana, zona sul do Rio.
http://www.brasildefato.com.br/node/33010#.VgPRVfbDkXY.facebook
10 LIVROS INFANTIS PARA TRABALHAR QUESTÕES RACIAIS NA ESCOLA
m o intuito de fortalecer o debate sobre alguns temas que constituem verdadeiros dilemas para professores, mães e pais diante das discriminações e intolerância, tal como falta de informação sobre as questões raciais, elaboramos esta lista com 10 sugestões de livros infanto-juvenis que podem ser compartilhados tanto na educação infantil e no ensino fundamental, e é claro, em casa, por que ainda acreditamos que é lá o berço da educação.
10 – Todas as cores do negro. Texto e ilustrações de Arlene Holanda. Brasília/DF: Conhecimento, 2008.
Aborda em linguagem de prosa poética o universo da cultura e herança dos povos africanos no Brasil. Passeia pelo processo histórico da escravidão, com foco na resistência e se demora no período pós-abolição: as condições de abandono a que foram submetidos os negros, as estratégias de sobrevivência, o preconceito, a segregação social.
9 – A Cor da vida. Texto de Semíramis Paterno. Belo Horizonte/MG: Editora Lê, 2008.
É um livro ilustrativo que trabalha a diferença ao contar a história de duas crianças que se conhecem e ficam amigos quando passeiam com suas mães. Elas se olham e brincam, se distanciando do local onde estavam. Quando as mães percebem o desaparecimento dos filhos, ficam enraivecidas e saem correndo em busca dos dois. Mas, uma surpresa as aguarda. Por meio de um jogo poético com as cores, duas crianças mostram para suas mães que a luta pela igualdade não significa apagar as diferenças.
8 – Obax. Texto e ilustrações de André Neves. Rio de Janeiro/RJ: Brinque-Book, 2010.
Quando o sol acorda nos céu das savanas, uma luz fina se espalha sobre a vegetação escura e rasteira. O dia aquece e é hora de descobrir muitas aventuras. OBAX percorre a savana africana com a sua imaginação. Ela conhece girafas e outros animais selvagens, mas o seu passatempo preferido é contar histórias! Algumas delas são tão incríveis que mais parecem um sonho. As ilustrações são excepcionais e o texto nos proporciona um passeio pela diversidade e pluralidade do continente africano.
7 – O livro das origens. Texto de José Arrabal e ilustrações de Andréa Vilela. São Paulo: Paulinas, Coleção Mito & magia.
Neste livro o autor apresenta uma série de mitos de algumas regiões do Brasil, África e México sobre origens. Permite-nos ver como o amazonense e o paraense, como o africano da África do Sul e de Uganda e, por fim, como os Astecas veem a vida. São várias culturas pensando o mundo de forma muito diversa.
6 – Bruna e a galinha d’Angola. Texto de Gercilga de Almeida e ilustração de Valéria Saraiva. Rio de Janeiro/RJ: Pallas, 2011.
A obra retrata o universo mítico africano representado pela Galinha d´Angola e sua relação com a criação do universo.
5 – A História do Rei Galanga. Texto de Geranilde Costa e ilustrações de Claudia Sales. Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora, 2011.
O livro trata da História do Rei Galanga, conhecido como Chico Rei, um rei africano que teve seu reinado invadido pelos portugueses e fora trazido com sua família e outras pessoas de seu grupo para o Brasil na condição de escravos. Além de contar a história do rei Galanga, o livro traz como objetivos o interesse de desmistificar a idéia da África como um continente sem história anterior à invasão portuguesa e a oportunidade de apresentar, por meio da existência dos Orixás junto ao Candomblé e a Umbanda, alguns princípios da cosmovisão africana, sendo portanto estes o grande diferencial do livro e seu caráter inédito com relação as demais publicações sobre Chico Rei.
4 – Ifá, o Adivinho. Texto de Reginaldo Prandi e ilustrações de Pedro Rafael. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2002.
O livro nos apresenta um rico conjunto de personagens, costumes e modos de agir do universo cultural africano que se tornou parte constitutiva da diversidade cultural brasileira. Conta a história de um adivinho chamado Ifá que jogava seus búzios mágicos e desvendava o destino das pessoas que o consultavam. Ele as ajudava a resolver todo tipo de problema, mas o que mais gostava de fazer era auxiliá-las a se defender da Morte. Um dia, a Morte, irritada com a intromissão de Ifá em seus negócios, decidiu acabar com ele. Ifá foi salvo da Morte pela intervenção de uma corajosa donzela chamada Euá, e pôde continuar seu trabalho de ler a sorte, predizer o futuro e proteger as pessoas da Morte.
3 – Minha mãe é negra sim! Texto de Patrícia Santana e ilustrações de Hyvanildo Leite. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2008
O livro “Minha mãe é negra sim!”, da autora Patrícia Santana, conta a história do menino Eno, que se vê às voltas com o racismo na escola e sofre com o dilema de ter que retratar sua mãe negra, em uma atividade escolar. O garoto Eno é levado a se perguntar pela sua origem. Negro, ele percebe o preconceito da professora que sugere que Eno pinte o desenho da mãe, negra, de amarelo por ser uma cor mais bonita. Não pode haver tristeza maior para o seu coração. A mãe, que ele tanto amava e era tão linda! E a professora era professora, afinal tão difícil era contestá-la. Mesmo triste Eno procura saber no dicionário uma explicação para o preconceito. O dicionário não ajudou e ele seguia triste até que o avô tem uma conversa decisiva com ele. E mais do que conversa, aconchegou-o com todo amor.
2 – Cada um com seu jeito, cada jeito é de um! Texto de Lucimar Rosa Dias e ilustrações de Sandra Beatriz Lavandeira. Editora Alvorada, 2012.
O livro infantil conta a história de Luanda, uma menina negra muito sapeca e vaidosa, que adora o seu cabelo crespo onde envolve tod@s da família nos diversos penteados que inventa para desfilar sempre linda na escola. Foi seu pai quem escolheu esse nome para ela por acreditar que ela seria tão linda quanto à cidade africana que ele conheceu quando era jovem. A leitura promove o reconhecimento e a valorização das diferenças e das características pessoais que fazem de cada indivíduo um ser único e que deve se amar do jeitinho que é.
1 – Menina bonita do laço de fita. Texto de Ana Maria Machado e Ilustraçõeso de Claudius. 7. ed. São Paulo: Ática, 2005.
Traz uma linda história de valorização da beleza negra, onde um coelho branquinho queria casar-se e ter uma filha “bem pretinha”. Durante a obra, o coelho tenta descobrir o segredo para conquistar o seu tão sonhado desejo, é um livro incrível, de uma sensibilidade sem igual.
http://www.nos2.co/2015/07/10-livros-infantis-para-trabalhar-questoes-raciais-na-escola/
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
A MANDINGA

Mandinga no Brasil Colonial era a designação de um grupo étnico de origem africana praticantes do Islã, possuidor do hábito de carregar junto ao peito pendurado em um cordão com um pequeno pedaço de couro com inscrições de trechos do Alcorão, que negros de outras etnias denominavam patuá. Depois de feita a inscrição o couro era dobrado e fechado costurando-se uma borda na outra.
Os mandingas, via de regra por serem melhor instruídos que outros grupos de escravos e possuírem conhecimento de linguagem escrita, eram escolhidos para exercerem funções de confiança, dentre elas a de capitão do mato. Também eram capacitados a descobrir possíveis impostores negros através de palavras e gestos islâmicos ou pedindo para que recitassem versos do Alcorão, e se os possíveis impostores errassem ou não entendessem, eram considerados foragidos, dai o temor de mandinga significar magia, ou feitiço. Os mandingas costumavam usar turbantes, sob os quais normalmente mantinham seus cabelos espichados.
Com as leis de proibição da pratica do Islã no Brasil, o hábito de carregar versos do Alcorão foi igualmente proibido, e com as conversões forçadas ao catolicismo, as gerações seguintes de negros foram perdendo a herança islâmica, porém certas praticas ressurgiram de uma nova forma até chega na conotação atual de que a mandinga tem hoje com feitiçaria ou pratica de religiões de matrizes africanas,
Os mandingas, via de regra por serem melhor instruídos que outros grupos de escravos e possuírem conhecimento de linguagem escrita, eram escolhidos para exercerem funções de confiança, dentre elas a de capitão do mato. Também eram capacitados a descobrir possíveis impostores negros através de palavras e gestos islâmicos ou pedindo para que recitassem versos do Alcorão, e se os possíveis impostores errassem ou não entendessem, eram considerados foragidos, dai o temor de mandinga significar magia, ou feitiço. Os mandingas costumavam usar turbantes, sob os quais normalmente mantinham seus cabelos espichados.
Com as leis de proibição da pratica do Islã no Brasil, o hábito de carregar versos do Alcorão foi igualmente proibido, e com as conversões forçadas ao catolicismo, as gerações seguintes de negros foram perdendo a herança islâmica, porém certas praticas ressurgiram de uma nova forma até chega na conotação atual de que a mandinga tem hoje com feitiçaria ou pratica de religiões de matrizes africanas,
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