quarta-feira, 20 de maio de 2015

Fórum Internacional do Ensino Religioso, evento integrado no 1º Congresso Lusófono de Ciência das Religiões

Nos dias 7 e 8 de maio aconteceu o Fórum Internacional do Ensino Religioso, evento integrado no 1º Congresso Lusófono de Ciência das Religiões - 9 a 13 de maio, promovido pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias em Lisboa.
O evento reuniu pesquisadores, professores e envolvidos na área de educação para refletir sobre o Ensino Religioso junto aos diferentes sistemas de ensino, em instituições públicas e privadas do Brasil e de Portugal.
A ASSINTEC foi representada pelas professoras:
1) Brígida Karina Liechocki Nogueira da Silva - comunicação no GT-Metodologias e Recursos com a apresentação do trabalho: "O lúdico no Ensino Religioso"
2) Diná Raquel Daudt da Costa - comunicação no simpósio Religião, Educação e Sociedade com a apresentação sobre: "O Ensino Religioso no Paraná: Contextualização da situação do ER no Estado e a atuação da ASSINTEC.










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Diversidade, emoção e conquista: primeira formatura de Licenciatura Intercultural Indígena da UFSC

Primeira-formatura-Licenciatura-Indígena-Foto-Henrique-Almeida-44
O juramento na colação de grau da primeira turma de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica da UFSC, na noite de quarta-feira, 9 de abril, falava de cultura, liberdade, autonomia, luta pela terra, autodeterminação, alegria e crianças sadias. Os discursos reiteravam a preocupação com o futuro e com manter tradições e costumes para os filhos. Pois eles estavam lá. Mais ainda do que a média habitual das formaturas, a cerimônia estava repleta de crianças, famílias e amigos, muitos dos quais vieram de longe para a ocasião: os formandos – das etnias guarani, kaingang e laklãnõ/xokleng são provenientes do Mato Grosso do Sul (MS), Espírito Santo (ES), Rio de Janeiro (RJ), Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS).
Do UFSC
Adelino Gonçalves foi o primeiro formando da noite. Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC
Adelino Gonçalves foi o primeiro formando da noite. Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC
Pouco antes do início da cerimônia, o kaingang Armandio Bento, 48 anos, (“21 deles como professor”, faz questão de ressaltar) não aparentava nervosismo. “Estou tranquilo e muito feliz. Agora poderei trabalhar com turmas mais avançadas, e podemos aprimorar as escolas indígenas na minha cidade”, comemorava. A cidade a que ele se refere é Redentora, no Oeste do Rio Grande do Sul (RS), com população de pouco mais de 10 mil pessoas. “Nossas principais atividades lá são o artesanato e a agricultura, e queremos continuar com essas coisas, mas também levar mais saúde e valorizar cada vez mais o estudo”, prevê.
Adelino Gonçalves foi o primeiro formando da noite. Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC
Adelino Gonçalves foi o primeiro formando da noite. Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC
Familiares e amigos que vieram com os formandos já se reuniam nos arredores do Centro de Cultura e Eventos desde o meio da tarde. Os trajes de formandos e convidados mostravam a diversidade também no estilo.
Com 11 pessoas na “torcida”, o xokleng Woie Patté, de José Boiteux, era um dos mais animados, tanto na hora de subir ao palco para tomar o lugar na cerimônia quanto na hora de receber o diploma: entrou, acenando para a família; abriu os braços; inclinou-se para agradecer; quando pareceu que ia sentar-se, caminhou de volta em direção à plateia – e foi aplaudido à altura. “É uma noite de muita alegria, estou emocionado mesmo”, diz. Ele trabalhava como agente de saúde e resolveu aproveitar a oportunidade de fazer uma graduação e iniciar uma carreira acadêmica – agora, os planos incluem mestrado e doutorado.
Woie Patté comemorou com entusiasmo o recebimento do diploma. Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGCUFSC
Woie Patté comemorou com entusiasmo o recebimento do diploma. Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGCUFSC
O discurso dos oradores ressaltava a importância das tradições culturais e da demarcação de território indígena. “Não importa o povo ou etnia a que pertencemos, somos todos irmãos, filhos desta terra”, lembraram. A voz chegou a falhar por causa da emoção quando dois colegas foram lembrados: Natalino e Eduardo, que são parte da turma, mas faleceram antes de terminar o curso. A paraninfa Maria Dorothea Post Darella prestou uma homenagem especial à formanda Maria Cecilia Barbosa, que se tornou bisavó enquanto fazia o curso. O presidente da Funai, Flávio Chiarelli Vicente de Azevedo, também compareceu à cerimônia.
Foi o cuidado com a família e seu povo que impulsionou o primeiro formando da noite, o guarani Adelino Gonçalves, a completar o curso, após quase haver desistido. Morador de Biguaçu (SC), conta que a rotina de trabalho e estudos ficou forçada demais, e ele quase largou a graduação pela metade. “Mas eu sei que isso vai fazer uma diferença para nós. Tenho que espalhar esse conhecimento, temos que mostrar as coisas que aprendemos e valorizar o que ensinamos. A experiência de convivência foi muito importante; um dos motivos para os não índios não respeitarem nossa cultura como deveriam é porque não a conhecem”, observa.
Maria Cecilia Barbosa, que se tornou bisavó enquanto fazia o curso, recebeu homenagem especial. Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC
Maria Cecilia Barbosa, que se tornou bisavó enquanto fazia o curso, recebeu homenagem especial. Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC
Fábio Bianchini/Jornalista da Agecom/DGC/UFSC
Claudio Borelli/Revisor de Textos da Agecom/DGC/UFSC
Fotos: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC


Leia a matéria completa em: Diversidade, emoção e conquista: primeira formatura de Licenciatura Intercultural Indígena da UFSC - Geledés 
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terça-feira, 19 de maio de 2015

Livro das verdades e muitos mitos

A mentira é uma verdade que não aconteceu, mas deveria....

A mentira é uma verdade que não aconteceu, mas deveria.... 

Fadas, Duendes, Elfos, Gnomos, Bruxas e outros serem que me encantam....



E as fadas? ...
- Bem, podemos dizer que as fadas sejam seres de transição entre os elementos terra e ar.
Note-se que, embora tenham como função cuidar das flores e dos fr
utos, ligados à terra, elas se apresentam com asas. Pequenas e ágeis, irradiam luz branca e, em virtude de sua extrema delicadeza, realizam tarefas minuciosas à natureza. S
eu trabalho também compreende a interferência direta na cor e nos matizes de tudo que existe no planeta Terra. Como tarefa espiritual, adoram auxiliar na limpeza
de ambientes de instituições religiosas, templos e casas espíritas. Especializaram-se em emitir determinada substância capaz de manter por tempo indeterminado as formas mentais de ordem superior. Do mesmo modo, auxiliam espíritos superiores na elaboração de ambientes extrafísicos com aparências belas
e paradisíacas. E, ainda, quando espíritos perversos são resgatados de seus antros e bases sombrias, são as fadas, sob a supervisão de seres mais elevados, que auxiliam na reconstrução desses ambientes. Transmutam a matéria astral impregnada d
e fluídos tóxicos e daninhos
em castelos de luz e esplendor."







E os Elfos?...
Elfo é uma criatura mística daMitologia Nórdica, que aparece com frequência na literatura medievaleuropéia.
Nesta mitologia os elfos chamam-seAlfs ou Alfr, também chamados de "elfos da luz" - Ljosalfr. São descritos como seres belos e luminosos, ou ainda seres semi-divinos, mágicos, semelhantes à imagem literária da
fadas ou das ninfas. De fato, a palavra "Sol" na língua nórdica eraAlfrothul, ou seja: o Raio Élfico; dizia-se que por isso seus raios seriam fatais a elfos e anões.
Eram divindades menores da natureza e da fertilidade. Os elfos são geralmente mostrados como jovens de grande beleza vivendo entre as florestas, sob a terra, em fontes e outros lugares naturais. Foram retratados como seres sensíveis, de longa vida ou imortalidade, com poderes mágicos, estreita ligação com a natureza e geralmente acompanhadas de ótimosarqueiros. São por assim dizer, o marido das fadas.


E os Gnomos?
Os gnomos são simpáticos velhinhos de cara enrugada e roupa suja e amassada.
O gnomos têm corpo.
Vivem uns seis
centos anos, mas morrem como os humanos.
Conta-se que foram os primeiros habitantes do mundo.
Vivem debaixo da terra e adoram trabalhar.
Transformam rochas em cristais e dão brilho e cor a todas as pedras preciosas.
Também fertilizam a terra e a deixam macia para que as sementes fiquem bem acomodadas.
O gnomos gostam tanto de certas pedras que, às vezes, vão morar dentro delas.

pessoas afirmam que, de noite, costumam ouvir ronquinhos saindo de seus cristais.
Muitas bruxas usam bola de cristal para ver o futuro.
O que pouca gente sabe é que são os gnomos que
moram dentro das bolas e contam tudo para elas.
Vocês sabem por que é tão difícil de ver os gnomos?
Pois bem.
Houve uma época em que os gnomos viviam entre os seres humanos.
Mas, quando os homens começaram a destruir florestas, eles se ofenderam e desapareceram.
Agora eles nos observam de longe e às vezes escolhem certas crianças especiais para acompanhar durante a vida toda.
O que se sabe é que sua música apresenta uma beleza harmoniosa e eterna que a humanidade não cansa de apreciar.

E os Duendes?
A este grupo de elementais ligados às plantas pertencem os silvestres, os sátiros, as dríades, as hamadríades, os durdalis, os elfos e os "homenzinhos velhos das florestas". Muitos desse elementais são habitantes indígenas das substâncias em que trabalham. Por exemplo, as hamadríadres vivem e morrem nas plantas ou árvores de que são parte. Afirma-se que cada arbusto, planta ou flor tem o seu espírito de natureza, que freqüentemente usa o corpo físico da planta como sua habitação. Os antigos filósofos, reconhecendo o princípio da inteligência que se manifesta analogamente em cada setor da natureza, acreditavam que a qualidade da seleção natural, exibida por criaturas que não possuíam mentalidades organizadas para tanto, expressavam decisões dos próprios espíritos da natureza. Assim, em defesa da planta que habitava, o elemental aceitava ou rejeitava elementos alimentícios, depositava na planta matérias colorantes, preservava e protegia a semente, e realizava muitos outros serviços benéficos. Cada espécie era servida por um tipo diferente, porém apropriado, de espírito da natureza. Aqueles que trabalhavam com cogumelos venenosos, por exemplo, tinham aparência ofensiva. As grandes árvores também têm seus espíritos da natureza, mas estes são muito maiores que os das plantas pequenas.

(Elementais da Terra Vegetais)
Os Duendes são alegres, amam festas, músicas e danças.O comportamento varia em geral baseiam em atitudes humanas por estarem próximos aos homens. Esta aproximação sempre é favorecida quando o ser humano está mais frágil e sensível.
Os Duendes são ligados à Terra e geralmente conseguem controlar imprevistos da natureza
Os Duendes vivem vários anos e chegam a constituir famílias. Adoram comer e fazer brincadeiras tais como esconder objetos. Alguns possuem orelhas grandes e pontudas e grande quantidade de pêlos no corpo. Quando confiam nos homens se tornam fiéis e grandes protetores.
Magnodum: Duende da Magia
Tende: Duende da Sorte
Dunaz: Duende da Natureza
Dulei: Duende da Alegria
Duendo: Duende da União
Os duendes traquinas adoram roubar cavalos e pôneis para cavalgarem loucamente pela chanerca, enrolando e embaraçando suas crinas, fazendo com que esvoacem ao vento. Mesmo em casa, não se está seguro com relação a eles pois gostam de atirar potes e panelas nas cozinheiras.
Embora apreciem muito uma brincadeira, os duendes são trabalhadores e esforçados e são vistos freqüentemente à noite debulhando milho em troca de pão e queijo.
As lendas dizem que são pequenos anões, um gnomo ou duende pode variar de 3 a 30 cm de altura. O comportamento varia em geral baseiam em atitudes humanas por estarem próximos aos homens. Esta aproximação sempre é favorecida quando o ser humano está mais frágil e sensível.
Os Duendes são ligados à Terra e geralmente conseguem controlar imprevistos da natureza. Tanto Gnomos como Duendes vivem vários anos, cerca de cem anos e chegam a constituir famílias. Adoram comer e fazer brincadeiras tais como esconder objetos. Alguns possuem orelhas grandes e pontudas e grande quantidade de pêlos no corpo.
Quando confiam nos homens se tornam fiéis e grandes protetores.

Outros
Existe um grupo de elementais ligados às plantas pertencem os silvestres, os sátiros, as dríades, as hamadríades, os durdalis, os elfos e os "homenzinhos velhos das florestas". Muitos desse elementais são habitantes indígenas das substâncias em que trabalham. Por exemplo, as hamadríadres vivem e morrem nas plantas ou árvores de que são parte. Afirma-se que cada arbusto, planta ou flor tem o seu espírito de natureza, que freqüentemente usa o corpo físico da planta como sua habitação. Os antigos filósofos, reconhecendo o princípio da inteligência que se manifesta analogamente em cada setor da natureza, acreditavam que a qualidade da seleção natural, exibida por criaturas que não possuíam mentalidades organizadas para tanto, expressavam decisões dos próprios espíritos da natureza. Assim, em defesa da planta que habitava, o elemental aceitava ou rejeitava elementos alimentícios, depositava na planta matérias colorantes, preservava e protegia a semente, e realizava muitos outros serviços benéficos. Cada espécie era servida por um tipo diferente, porém apropriado, de espírito da natureza. Aqueles que trabalhavam com cogumelos venenosos, por exemplo, tinham aparência ofensiva. As grandes árvores também têm seus espíritos da natureza, mas estes são muito maiores que os das plantas pequenas.



Fadas na cultura popular

      • Lorelei, a fada alemã, de longos cabelos louros, que canta para atrair os homens e afogá-los.
      • Melusina, a mulher-serpente, fugiu no dia em que o marido, Raymond de Poitou, demasiado curioso, surpreendeu-a no banho em seu aspecto encantado.
      • Morgana Le Fay, a protetora do rei Artur em Avalon.
      • Viviane, a amante de Merlin.
      • Sininho (ou Tinker Bell), fada fiel a Peter Pan que é apaixonada platonicamente pelo companheiro.
      • http://livrodasverdades.blogspot.com.br/2011/04/fadas-duendes-elfos-gnomos-bruxas-e.html

sexta-feira, 15 de maio de 2015

ANIMAIS SAGRADOS DO HINDUISMO

Na Índia e no Tibet os elefantes são venerados e considerados os animais "suporte do mundo" uma vez que para eles, o universo repousa no lombo de um elefante. Por isso, muitas vezes, é considerado um animal cósmico, visto que se assemelha à estrutura do cosmos, ou seja, quatro pilares sustentando uma esfera. 
O elefante também simboliza paciência, sabedoria, longevidade, prosperidade, poder e benevolência. O elefante é considerado o símbolo da boa sorte

Site: http://www.sentidosdooriente.com.br/?op=descProduto&produtoId=266

Por tratar-se de uma religião antiga, é comum encontrarmos a divinização de animais. Na realidade aos animais são emprestadas características humanas. Eis por exemplo o respeito que a religião Hindú tem pela vaca. Na medida em que a considera como o último estagio reencarnação do ser humano.mas além da vaca há outros animais considerados sagrados por serem deuses,como:

AS AVES
Para os antigos indianos, as aves ao voar eram uma fonte de inspiração. Associavam-nas muitas vezes com o sol. Com o desenvolvimento do hinduísmo, o poder do sol foi representado por um ser mitológico meio homem, meio ave, chamado Garuda.
Milhares de anos depois, alguns imperadores muçulmanos da Índia se interessaram tanto por aves que mandavam buscar as variedades incomuns das terras distantes e determinavam aos seus pintores e escultores que as reproduzisssem com realismo.

 
 
OS MACACOS
De acordo com um velho mito hindu, um exército de macacos ajudou um dia o lendário herói Rama a salvar sua mulher do demônio Ravana. Como Rama era um avatar de Vishnu, os macacos foram desde então festejados.
As fábulas em que os macacos pensam e falam para expor uma lição de moral também fazem parte da educação de todo o menino de origem nobre do país. Os macacos eram animais de estimação de muito desses nobres ou era um dos muitos animais pertencentes aos zoológicos do rajás.


Juliana Paes alimenta um macaco no templo Galta Ji


GADO BOVINO
Essa tem sido a espécie mais essencial da Índia. Para o hindu, a veneração da vaca faz parte integrante da vida e tem raízes tradicionais profundas. Entretanto, as vacas não são realmente sagradas, a religião hindu só proíbe a matança desses animais.
Para os hindus os touros é que são os animais sagrados. Símbolo da procriação desde os tempos pré-históricos, os touros eram também associados ao deus Shiva, sendo esculpido em seus templos.



OS ELEFANTES
Segundo a mitologia hindu, os primeiros elefantes do mundo possuíam asas e brincavam com as nuvens. Mas um dia, um grupo de elefantes pousou nos galhos de uma árvore debaixo da qual um santo asceta falava a seus discípulos.
Os galhos se quebraram e os elefantes caíram em cima dos discípulos matando vários deles. O santo homem ficou tão zangado que pediu aos deuses que tirassem as asas dos elefantes.
Os elefantes, mesmo sem asas continuaram a ser amigos das nuvens e a ter o poder de pedir que elas tragam as chuvas, por isso os elefantes são ainda hoje venerados na Índia. Os elefantes brancos, além de tudo, são considerados símbolo de boa sorte.



Fonte :Wikipédia 

MAIS ANIMAIS SAGRADOS DA ÍNDIA 

Na Índia, os ratos são considerados animais sagrados. No Templo Karni Mata, em Rajastão mais conhecido como “Templo dos Ratos”, os ratos sagrados são chamados de kaba e são adorados pelos indianos. 

Há a crença de que os ratos são as casas das almas dos devotos da deusa Karni Mata, e neles permanecem até reencarnarem. Se você estiver visitando o templo e um rato passar por cima de seu pé (devidamente descalço, como em todo templo hindu), você será abençoado. E mais, se você avistar um rato albino (o que é muito difícil!), será duplamente abençoado, o que é considerado uma grande sorte! Também faz parte do ritual do templo dividir a comida sagrada como os numerosos kabas.


Este vídeo explica melhor o assunto.

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM861381-7822-




Pavão Real Indiano

O Pavão Real é considerado uma criatura divina na mitologia da India, especialmente como vahana (veículo) de kartikeya, filho de Shiva e comandante-em-chefe dos exércitos de todos os Deuses. Também se diz que, em uma ocasião, quando os deuses tomaram a forma de diferentes pássaros, Devraj Indra (o deus da chuva) escolheu a forma do mais refinado, o pavão real, e desde então, quando o Senhor Indra envia chuva a terra, todos os pavões reais dançam em júbilo e de felicidade: Uma visão digna de ser contemplada e digna dos deuses.
A relação entre Krishna e o pavão real é, na verdade, legendária: As plumas do pavão real sempre tem adornado seu toucado, conhecido ela gente como o “mormukut” e se diz que Krishna dançava como um pavão real para cortejar a sua amada Radha e que quando tocava sua melodiosa flauta os pavões reais bailavam em uníssono com as gopis(amigas). Inclusive na atualidade os tempos consagrados a Krishna exibem pavões reais nas entradas em lugares de destaque.


No famoso poema épico Ramayana há muitas referências a estas aves. Da mesma forma, um conto folclórico buddhista jataka chamado“Mahamor” (O Grande Pavão real) conta como Gautama Buddha era um pavão real dourado antes de nascer como ser humano. Na Mitologia Buddhista o pavão real é um símbolo de compaixão e vigilância. O folclore e as lendas buddhistas e jainas contém numerosas referências ao papel e à importância do pavão real.

http://honoretmortis.blogspot.com/

Serpentes

É na Índia que a serpente é mais reverenciada. No hinduísmo, existe um grande respeito pelos animais, sobretudo a vaca, o macaco e a serpente. São considerados sagrados porque, preferencialmente, é neles que a divindade costuma se manifestar.


Vishnu, a segunda deidade da trindade hindu, é o responsável pela proteção, manutenção e preservação da criação, além disso, possui relação intrínseca com a serpente. É apresentado deitado em uma serpente de mil cabeças, flutuando num oceano de leite. Neste caso, é chamado de Narayana, “aquele que mora nas águas cósmicas”. De seu umbigo sai um lótus onde está Brahma, o criador. A seus pés, está sua consorte Lakshmi, representando a beleza e a riqueza que devem se curvar diante do Absoluto. Envolvendo o lótus está uma serpente, Shesha, ou Ananta, que simboliza a eternidade. Essa serpente possui mil cabeças voltadas para o Senhor Vishnu, que representa o ego com seus mil desejos e pensamentos que reconhecem o Absoluto.

A serpente também está presente na ioga, por meio da meditação kundalini. 
Os hindus crêem que a serpente e o homem se distinguem de todas as outras espécies animais. Para eles, se o homem se encontra no final de uma escala genética evolutiva, a serpente deve ser colocada no início dessa escala.

Kundalini Sakti, a energia dormente e enroscada, é o potencial vasto da energia psíquica contida em todos nós, segundo os princípios hindus. Normalmente, o símbolo dessa energia é uma serpente enroscada em três voltas e meia, com a calda na boca e espiralando em torno de um eixo central (“sacrum” ou “osso sagrado/’) na base de nossa coluna. O despertar dessa serpente e a manifestação de seus poderes são o objetivo primário da prática kundalini yoga, cujo objetivo é despertar a serpente Sakti que, quando está pronta para se desdobrar, ascende pelos chakras espinhais para se unir com Shiva, a “consciência pura que permeia todo o Universo”.

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Crianças que têm aulas de música ampliam funções cognitivas para sempre Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/criancas-que-tem-aulas-de-musica-ampliam-funcoes-cognitivas-para-sempre-12921667#ixzz3aGMK0XCT © 1996 - 2015.

Estudo mostra de que forma as lições com instrumentos moldam cérebro dos mais jovens

POR 


Jovem da Favela da Maré, no Rio, toca violino: música amplia funções cognitivas
Foto: Laura Marques


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RIO - Uma das características típicas dos seres humanos — dentre aquelas que nos diferenciam dos demais animais — é a nossa capacidade praticamente única na natureza de criar, tocar e apreciar música. Dos esquimós, no Ártico, passando por habitantes dos desertos africanos, até tribos indígenas no meio da floresta Amazônica, homens são capazes de compor, tocar, cantar e dançar (bem, quase todos, pelo menos). Mas, como costuma dizer o neurocientista Oliver Sacks (autor de “Alucinações musicais”), a música não é apenas uma forma pela qual nos conectamos e criamos laços. Ela, literalmente, molda os nossos cérebros. Um novo estudo divulgado ontem não só reforça a máxima de Sacks como constata que a música é também capaz de aprimorar as nossas funções cognitivas.
De acordo com o novo trabalho, crianças que recebem aulas de música regularmente ampliam suas capacidades cerebrais pelo resto de sua vida adulta. A pesquisa publicada na “PLOS One” mostrou que crianças que recebem aulas particulares de música por pelo menos dois anos revelam maior atividade cerebral nas áreas associadas às suas funções executivas — ou seja, os processos cognitivos que permitem aos seres humanos processar e reter informações, resolver problemas e regular comportamentos.
— Como o funcionamento executivo do cérebro é um forte indicador das conquistas acadêmicas que as pessoas podem vir a ter (mais ainda que o tradicional QI), acreditamos que nossas descobertas têm implicações educacionais importantes — afirmou a principal autora do estudo, Nadine Gaab, do Laboratório de Neurociência Cognitiva do Hospital Infantil de Boston (EUA). — Enquanto muitas escolas estão cortando os programas de música e gastando mais tempo e dinheiro em testes preparatórios, nossas descobertas sugerem que o aprendizado musical pode, de fato, ajudar as crianças a alcançarem metas acadêmicas mais ambiciosas.
Atividade cerebral cresce
O novo estudo comparou 15 crianças de 9 a 12 anos que tinham aula de música a um grupo de 12, da mesma idade, sem nenhum treinamento. Além disso, foram estudados dois grupos de adultos, divididos entre músicos e não músicos. Os pesquisadores observaram diversos fatores demográficos, como educação, status profissional e QI e descobriram que as funções cognitivas (medidas por uma bateria de testes) e a atividade cerebral (registrada por meio de imagens de ressonância magnética funcional) eram melhores tanto em adultos quanto em crianças que tocavam algum instrumento.
— O estudo dos efeitos da música no cérebro já tem mais de dez anos, mas poucos grupos se dedicam a ele — constata o neurocientista Jorge Moll, do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, no Rio de Janeiro. — É difícil saber por que os padrões sonoros são tão engajantes, já que não dependemos da música para sobreviver. Mas há várias evidências de que a música modula fortemente o aprendizado, estimulando a capacidade cognitiva e a relação interpessoal. A percepção de um ritmo influencia o sistema de atenção, induz ao movimento e otimiza o metabolismo e a performance física.
A explicação, segundo Oliver Sacks, um dos maiores especialistas mundiais no tema, está no fato de a música ser uma linguagem tão poderosa quanto a da comunicação verbal: “A atividade musical envolve várias funções do cérebro (emocional, motora e cognitiva), muito mais do que as que usamos para o outro grande feito humano, a linguagem. Por isso, a música é uma forma tão eficaz de nos lembrarmos e de aprender. Não é por acaso que ensinamos às crianças pequenas com rimas e músicas.”
A mesma percepção tem a professora e doutora em Educação Andrea Ramal, autora de diversos livros sobre aprendizado.
— Aulas de música ajudam no aprendizado da criança ao longo da vida por diversas razões. Tanto assim que a música se tornou disciplina obrigatória nas escolas — constatou Andrea. — Além disso, a participação num conjunto musical desenvolve a disciplina na criança, a capacidade de trabalhar em grupo e outras competências que serão necessárias até no mercado de trabalho. Também trabalha habilidades motoras e aumenta a concentração, que é essencial para o aprendizado.
Mais música, menos erros
O novo trabalho vem se somar a um grupo cada vez maior de estudos que revelam a importante relação entre música e cérebro. Uma pesquisa divulgada em novembro do ano passado, por exemplo, revelara que os adultos que tocaram instrumentos quando eram crianças (mas não tocavam há décadas) tinha respostas cerebrais mais ágeis. Outro estudo, de setembro de 2013, mostrou que indivíduos que sabiam tocar um instrumento também eram capazes de detectar erros de forma mais rápida e acurada do que os não músicos.
Um dos mais importantes trabalhos sobre o tema foi publicado também na “PLoS ONE”, em fevereiro de 2008. Nele, cientistas da Johns Hopkins revelaram que, quando músicos de jazz tocam de improviso (uma característica frequente desse tipo de música), seus cérebros “desligam” áreas ligadas à autocensura e à inibição e ativam aquelas que deixam fluir a autoexpressão. Ou seja, ao desligarem a inibição, eles davam espaço à criatividade e acabavam conseguindo tocar uma música inédita.
Por todas essas características, especialistas acreditam que a música possa servir também como mecanismo terapêutico. Como cita o próprio Oliver Sacks, “a música penetra tão profundamente em nosso sistema nervoso que, mesmo em pessoas que sofrem de devastadoras doenças neurológicas, ela é, comumente, a última coisa que perdem.”
— Nossos resultados têm implicações também para crianças e adultos que lutam com problemas nessas funções do cérebro, como hiperatividade ou demência — afirmou Nadine. — Novos estudos determinarão se a música pode ser usada como ferramenta de intervenção terapêutica.


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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Palestra sobre´Povos Indígenas no Paraná, para os alunos da Escola Municipal Ana Hella.

Meu trabalho...Palestra sobre´Povos Indígenas no Paraná, para os alunos da Escola Municipal Ana Hella. 
Fazendo o que gosto e ainda ganhei presente!! Indescritível ver aqueles olhinhos brilhando de curiosidade, a participação entusiasmada das crianças e a admiração demonstrada pelo artesanato Guarani e Kaingang. Não tem preço!!
Palavras de Ciomara Amorelli da Equipe da Coordenaçao da Diversidade da Secretaria Municipal de Educacao e SEED Secretaria de Estado da Educação do Paraná