domingo, 3 de maio de 2015

Flor de Lótus – Significado.Novas concpcoes simblolicas


Simbologia da flor de lótus
A flor de Lótus é uma espécie de flor aquática, com muitos significados para os países do Oriente, especialmente o Japão, o Egito e a Índia. Ela é considerada sagrada e um dos símbolos mais antigos e mais profundos do nosso planeta. Nos ensinamentos do budismo e hinduísmo, a flor de lótus simboliza o nascimento divino, o crescimento espiritual e a pureza do coração e da mente.

O significado da flor de lótus começa em suas raízes – literalmente! A flor de lótus é um tipo de lírio d’água, cujas raízes estão fundamentadas em meio à lama e ao lodo de lagoas e lagos. O lótus vai subindo à superfície para florescer com notável beleza. O simbolismo está especialmente nesta capacidade de enfrentar a escuridão e florescer tão limpa, tão bonita e tão especial para tantas pessoas.
À noite as pétalas da flor se fecham e a flor mergulha debaixo d’água. Antes de amanhecer, ela levanta-se das profundezas novamente, até ressurgir novamente à superfície, onde abre suas pétalas novamente. Por causa desse ritualismo, os egípcios antigos associavam a flor de lótus com o deus do sol Ra, porque a flor se fecha durante a noite e se abre todas as manhãs com o ressurgimento do sol.
Suas luminosas e imaculadas pétalas, tem o dom de “auto limpar-se”, ou seja, conseguem repelir microrganismos e poeiras. A água lodosa que acolhe a planta é associada ao apego e aos desejos carnais, e a flor imaculada que desabrocha sobre a água em busca de luz é a promessa de pureza e elevação espiritual.

É também a única planta que regula o seu calor interno, mantendo-o por volta dos 35º, isto é, a mesma temperatura do corpo humano. Outra característica peculiar são suas sementes, que podem ficar mais de 5 mil anos sem água, somente esperando a condição ideal de umidade pra germinar.
Nativa do sul e leste da Ásia, bem como a Austrália, as flores de lótus se adaptam a uma ampla variedade de habitats aquáticos – desde lagos de água cristalina até a pântanos sombrios. As flores formam um ciclo interminável e perene – As raízes crescem no Inverno, os brotos florescem durante a primavera, no verão, as belas flores desabrocham e no outono, as flores secam, porém não caem.

Existem cerca de cem espécies e as flores são suavemente perfumadas. Florescem nas cores branca, rosa, vermelho, azul, púrpura ou amarelo. Essas plantas perenes crescem de raízes no solo, em águas profundas, elevando-se através da superfície da água em caules alongados e cilíndricos, que podem chegar a 6 metros acima da água. Geralmente são resistentes à pragas e as flores duram cerca de três meses.
É simbolicamente associada à figura de Buda e aos seus ensinamentos e segundo uma lenda, quando Buda deus seus primeiros passos, em todos os lugares onde pisou, flores de lótus desabrocharam. Não é raro encontrarmos figuras de Buda e outras divindades, sentadas sobre uma flor de lótus durante o ato de meditação.

Na Ioga, a posição de Lótus (Padmásana) é a postura tradicional de meditação, em que a pessoa sentada entrelaça as pernas e pousa as mãos sobre os joelhos. É uma flor muito usada em tatuagens com diferentes significados associados a cada cor da flor. Podem representar sabedoria, conhecimento, pureza, amor e outros sentimentos ligados ao coração.
Para mim, o significado da flor de lótus é de determinação e perseverança apesar da adversidade – um lembrete para sempre acreditar em nós mesmos, não importa os obstáculos e nem o quão escuro e tenebroso as circunstâncias possam parecer. Nós só temos que confiar em nós mesmos, acreditar em nossa própria beleza e bondade, e nós iremos, sem dúvida, florescer para a luz, assim como a flor de Lótus.

Muitas vezes nós só conseguimos enxergar o lado ruim das coisas, sendo pessimistas, reclamando da vida, porém sem fazer nada para mudar o destino. O segredo é seguir o exemplo da Flor de Lótus, que mesmo em meio ao lodo em que vive, não há nada que a impeça de florescer tão bela e formidável. Portanto, devemos deixar as mazelas de lado e se preocupar em produzir algo puro e belo, assim como a Flor de Lótus faz diariamente e com toda a tranquilidade.

Sementes e raízes da Flor de Lótus

A semente de lótus, que na verdade contém folhas perfeitamente formadas que se parecem com a miniatura da própria flor, é representante da perfeição inerente já perfeitamente formado dentro de cada ser vivo. As sementes de lótus também simbolizam longevidade, já que podem germinar mesmo após milênios. São comestíveis e conhecidas por suas propriedades medicinais. A forma mais comum de consumir a semente é em forma de pipoca, chamada de makhanas.

Na Asia, suas pétalas e folhas novas também são consumidas e também utilizadas como enfeites ornamentais e suas largas folhas são utilizadas também para embrulhar alimentos. A planta é consumida também como chá por possuir qualidades terapêuticas que vão desde a cura de doenças renais e pulmonares até o combate do estresse e insônia, segundo a medicina chinesa.
As “raízes” (rizomas), conhecidas como “renkon” (レンコン) que ficam sob o lodo dos lagos onde nascem, são robustas e comestíveis. São consumidos em alguns países da Ásia como China, Paquistão, Índia e Japão. São geralmente colocados junto a outros vegetais em sopas, cozidos, ou até mesmo feito em frituras como tempura.


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A LUA PARA OS CIGANOS

Para os ciganos, a Lua Cheia é o maior elo de ligação com o "sagrado". A celebrações da Lua Cheia, acontecem todos os meses em torno das fogueiras acesas, do vinho e das comidas, com danças e orações. Também para os ciganos tudo na vida é "maktub" (está escrito nas estrelas), por isso são atentos observadores do céu e verdadeiros adoradores dos astros e dos sidéreos. Os ciganos praticam a Astrologia da Mãe Terra respeitando e festejando seus ciclos naturais, através dos quais desenvolvem poderes verdadeiramente mágicos.
ORAÇÕES CIGANAS
Na força da minha Luz eu te guiei nos caminhos de pedras.
Dancei contigo ao som dos violinos, no vento da chuva e silêncio das lágrimas.
Fiz os passarinhos cantarem em teus ouvidos, com o toque de minhas mãos perfumadas de lírios, para que não esquecesses os ruídos das florestas...
Banhei teu espírito com cravos e alecrim do mato, no fogo eu acendi o incenso de aroma erva-doce. Eu limpei tua casa, teu lar, tua vida e te dei descanso levando-te em minhas caravanas de viagem até as tribos russas onde nasci...
Eu cuidei de ti como se cuida de uma criança ferida e agora, eu quero nessa festa bonita que é a vida, brindar contigo o dom da alegria, erguendo a minha taça de prata em celebração à tua vitória. Optchá!.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Simbologias da Flor de Lótus



A flor de lótus simboliza a pureza, a perfeição, a sabedoria, a paz, o sol, a prosperidade, a energia, a fertilidade, o nascimento, o renascimento, a sexualidade e a sensualidade.

Simbologias da Flor de Lótus

Venerado em muitos lugares, desde Índia, China, Japão e Egito, a flor de Lótus durante muito tempo simbolizou a criação, a fertilidade e, sobretudo, a pureza, uma vez que essa bela flor emerge das águas sujas, turvas e estagnadas. Além disso, representa a beleza e o distanciamento pois cresce sem se sujar nas águas que a envolvem (a raiz está na lama, o caule na água e a flor no sol) que na crença hindu, simboliza a beleza interior: "viver no mundo, sem se ligar com aquilo que o rodeia".

No Egito, essa flor atípica simboliza a "origem da manifestação", ou seja, o nascimento e o renascimento visto que ela abre e fecha consoante o movimento solar e, ademais, está relacionada com os deuses Nefertem e Re. Vale lembrar que o lótus azul era venerado pelos faraós do Egito por possuir características sagradas e mágicas associadas ao renascimento.

Não obstante, na Índia, a flor de Lótus simboliza o crescimento espiritual representado por aquela que surge da obscuridade para desabrochar em plena luz. Na mitologia hindu, o lótus dourado aparece na mão esquerda de buda simbolizando a pureza e o esclarecimento.

Além de Buda, muito deuses da mitologia hindu se relacionam com essa flor, por exemplo, Brahma, o criador, que nasce do umbigo de Vishna emergindo num lótus de mil pétalas; ou Surya, o deus do sol retratado com duas flores de Lótus simbolizando o esclarecimento.
Representação da Flor de Lótus

A tradicional flor de lótus é representada com oito pétalas que se relacionam com as oito direções do espaço, sendo, portanto, um símbolo da harmonia cósmica e, por isso, aparece com frequência nas mandalas. Por sua vez, na mitologia hindu, há uma representação do lótus com mil pétalas considerado o trono de buda, o pináculo da perfeição, simbolizando o esclarecimento espiritual e a totalidade. Da mesma maneira, Brahma nasce do umbigo de Vishnu sustentado por uma flor de lótus de mil pétalas.

No tocante às cores dessa flor: a lótus branca simboliza a pureza mental; a lótus vermelha representa o amor e compaixão; o lótus azul significa sabedoria; e, por fim, o lótus rosa simboliza o próprio Buda.

Veja também simbologia de Lírio.
Outros Símbolos
Rosa
Buda
Flor
Beija-flor
Lírio

http://www.dicionariodesimbolos.com.br/flor-lotus/

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Mauricio de Sousa lança ‘Meu pequeno evangelho’, livro da Turma da Mônica sobre espiritismo Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/religiao/mauricio-de-sousa-lanca-meu-pequeno-evangelho-livro-da-turma-da-monica-sobre-espiritismo-14687392#ixzz3YnSZ4OQB © 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

Espírita, primo do pai de Cascão ensina aos personagens a doutrina de Allan Kardec

POR 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

A princesa negra

http://pt.slideshare.net/andreaperez1971/a-princesa-negra?related=1


Meninos de todas as cores..." isabel preto

http://pt.slideshare.net/profa2011/menino-de-todas-as-cores?next_slideshow=1

Visite o site vale a pena!!


As cores do mundo de Lúcia

(Neide Medeiros Santos – Crítica literária – FNLIJ/PB)

Saiba que os poetas como os cegos
podem ver na escuridão.
(Edu Lobo/Chico Buarque de Holanda. Choro Bandido)

A temática dos excluídos na literatura infantil vem crescendo nos últimos anos. No Brasil, encontramos muitos livros de literatura infantil que tratam de aspectos ligados àqueles que vivem isolados da sociedade por algum tipo de deficiência ou discriminação. Nos livros para o público infantojuvenil, encontramos assuntos que transitam da marginalidade à intolerância racial, Os livros “Marginal à esquerda”, de Ângela Lago, “Carvoeirinhos” de Roger Mello, “Sapato Alto” de Lygia Bojunga Nunes abordam temas modernos que antes não apareciam na literatura infantil brasileira.
Daniel Munduruku, com muita propriedade, procura redimir a figura do índio; Rogério Andrade Barbosa valoriza a cultura africana com histórias que remontam aos países africanos. Luciana Savaget, com uma série de livros sobre os árabes, traz uma nova visão a respeito de palestinos e árabes.
Da Editora Paulus, recebemos, recentemente, (outubro de 2010), um bonito livro “As cores do mundo de Lúcia”, de Jorge Fernando dos Santos, com ilustrações de Denise Nascimento. Com sutileza, autor e ilustradora retratam o problema da cegueira.
Jorge Fernando dos Santos é mineiro, escritor de livros infantis e autor de peças teatrais. Denise Nascimento é, também, mineira, já ilustrou vários livros infantojuvenis e participou da Feira do Livro de Bolonha (Itália) e da Bienal de Ilustrações, na Eslováquia.
Na história de Lúcia, Jorge Fernando conta e Denise ilustra. O leitor percorre caminhos com a pequena personagem e vai descobrindo pouco a pouco como a menina celebra a vida e se encanta com as coisas simples que estão ao seu redor.
As associações dos sentidos com as cores é a tônica constante do livro. Cada cor tem um simbolismo distinto e a menina aprende a conviver com o mundo da escuridão através dos aromas, do tato, do som.
O branco lhe lembrava o algodão e o sabor “variava da acidez do sal de cozinha ao aroma adocicado das flores da jabuticabeira do jardim de sua casa”. Na época da floração, vinham abelhas com seus zumbidos e surge outra associação – “o som do branco era um zumbido suave e constante”.
E o verde? Está presente nas folhas da roseira, na folha cheirosa da hortelã, no vestido de aniversário presenteado pela avó, por isso o som do verde se assemelha à melodia “Parabéns pra você”.
A laranja é a cor do amanhecer, do canto do galo é a “cor do céu depois que amadurece”. À tardinha, um pouco antes do pôr do sol, o céu fica todo alaranjado.
O azul é a cor do mar e tem gosto de bala de anis. E o mar reflete tantas cores! Às vezes é de um azul profundo, torna-se prateado nas noites de lua cheia, dourado quando o sol está muito forte. As espumas colorem o mar de branco e aí tem “um forte gosto de sal.”
E o vermelho? Esta cor tem sabores variados. Gosto de batom, de pimenta e de frutas deliciosas, como a cereja e o morango. É a cor do sangue que pulsa nas nossas veias.
O amarelo tem o cheiro de banana madura, o gosto lembra o doce de pêssego em calda. Será que Lúcia já ouviu alguém dizer que esta cor era a preferida do pintor Van Gogh? A história não fala sobre isto, mas é bom acrescentar.
Por fim, vem o negro. Esta era a única cor que a menina podia ver. Mas ao lado do negro, vem uma feliz descoberta – ao receber do jardineiro o presente de uma jabuticaba bem madurinha, vem a delícia de saber que esta cor resulta da mistura de todas as cores.
Não poderia concluir este passeio com Lúcia pelo mundo das cores, sem fazer o registro das ilustrações suaves e sugestivas de Denise Nascimento.
Um fato chama a atenção do leitor. Lúcia, a mãe, a avó e os demais personagens da história aparecem sempre com os olhos fechados, só o jardineiro, encarregado de cuidar das flores do jardim, está com os olhos bem abertos.
Quem cuida de flores deve estar com os olhos abertos para não perder os momentos do desabrochar das pétalas. Quem não pode vê-las, deve ter sensibilidade para senti-las através do tato e dos aromas.

IAB é contra o ensino religioso confessional nas escolas públicas

O Instituto dos Advogados Brasileiros afirmou ser contra o ensino religioso confessional nas escolas públicas, previsto no acordo firmado entre a Presidência da República e a Santa Sé, em 2010. A entidade decidiu participar de audiência pública sobre o tema no Supremo Tribunal Federal, marcada para o dia 15 de junho.
O governo promulgou, por meio do Decreto 7.107/2010, acordo relativo ao Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil --firmado na Cidade do Vaticano em 2008-- que prevê o ensino religioso nos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental.
Em sessão ordinária no início do mês, o IAB decidiu apoiar a Ação Direta de Inconstitucionalidade 4439 ajuizada pela Procuradoria-Geral da República, que propõe ao STF interpretar o decreto à luz da Constituição Federal e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
Em seu artigo 33, a LDB estabeleceu que "o ensino religioso, de matrícula facultativa é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil e vedadas quaisquer formas de proselitismo".
A Procuradoria-Geral da República defende a tese de que a única forma de compatibilizar o caráter laico do Estado com o ensino religioso nas escolas públicas consiste na adoção de modelo não confessional. Para a PGR, a disciplina deve ter se basear na exposição das doutrinas, práticas, história e dimensões sociais das diferentes religiões, incluindo posições não religiosas, sem qualquer tomada de partido por parte dos educadores.
A disciplina deve ser ministrada por professores regulares da rede pública de ensino, e não por "pessoas vinculadas às igrejas ou confissões religiosas", na argumentação apresentada na ADI.
Discussão
A audiência pública foi convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF, relator do processo. Segundo ele, a complexidade do tema "recomenda a convocação de audiência pública para que sejam ouvidos representantes do sistema público de ensino, de grupos religiosos e não religiosos e outras entidades da sociedade civil, bem como especialistas com reconhecida autoridade no tema".
Segundo Barroso, "as questões extrapolam os limites do estritamente jurídico, demandando conhecimento interdisciplinar a respeito de aspectos políticos, religiosos, filosóficos, pedagógicos e administrativos relacionados ao ensino religioso no país".
Entre os pontos a serem discutido estãp as relações entre o princípio da laicidade do Estado e o ensino religioso nas escolas públicas, as posições a respeito dos modelos confessional e não confessional e as diversas confissões religiosas e posições não religiosas. O ministro defende, ainda, a discussão sobre as diferentes experiências dos sistemas estaduais de educação com o ensino religioso. Com informações da Assessoria de Imprensa do IAB.
http://www.conjur.com.br/2015-abr-25/iab-ensino-religioso-confessional-escolas-publicas