segunda-feira, 6 de abril de 2015

Quem é Krishna? Por que Ele é azul? Onde Ele mora? O que Ele gosta de fazer?

Quem é Krishna? Por que Ele é azul? Onde Ele mora? O que Ele gosta de fazer?

-03 I (entrevista - Krishna) Quem É Krishna (705) (ta)1Respondem as Crianças

Para Hari Kirtana, de 4 anos, Krishna é azul simplesmente porque Ele nasceu azul, mas Revati, de 7, argumenta que Sua cor é azul “porque Ele é especial”. Neel Madhava, um ano mais novo do que Revati, adiciona uma informação importante: “Ele pode mudar de cor quando Ele quiser, tá?”. Conheça as respostas das crianças de Krishna às quatro perguntas que intitulam esta matéria divertida.

Abhay, 3 anos, Taubaté, SP
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Abhay, já desde pequeno com o típico semblante sorridente dos devotos de Krishna.
Abhay, quem é Krishna? Krishna fica no coração. É o papai do céu.
Por que Ele é azul? Porque sim.
Onde Ele mora? No coração [responde apontando para a barriga]. No coração de todo mundo, menos no do Hulk porque o Hulk é mau.
O que Ele gosta de fazer? Roubar iogurte e comer. Comer com os amigos dEle.
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Revati, 7 anos, Guarulhos, SP
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Revati, que é apaixonada por gatinhos, com sua mãe, pela qual é ainda mais apaixonada.
Revati, quem é Krishna? Deus e meu amigo.
Por que Ele é azul? Porque Ele é especial.
Onde Ele mora? Em Vrindavana. Eu não sei muito bem. Em Goloka.
O que Ele gosta de fazer? Brincar de várias coisas – de brincar com as vaquinhas, de sair com os amigos. E gosta de roubar manteiga.
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Kalindi, 5 anos, Pindamonhangaba, SP
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Kalindi, de rosa, imita a maneira de Krishna tocar flauta, com sua amiga Hladini.
Kalindi, quem é Krishna? Ele é Deus. Vive lá no céu e cuida da gente.
Por que Ele é azul? Porque Ele gosta de ser amarelo e também verde, de Ramachandra, e amarelo, de Chaitanya. E azul é de Krishna. E Ele também gosta de mudar. Ele também pode ter um monte de braços.
Onde Ele mora? Ele mora em Vrindavana.
O que Ele gosta de fazer? Ele gosta de brincar com os amigos e roubar manteiga.
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Hari Kirtana, 4 anos, Parati, RJ
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Hari Kirtana, um devotinho de Krishna sempre cheio de energia, manda um “joinha” para os leitores da Volta ao Supremo.
Hari Kirtana, quem é Krishna? É Deus.
Por que Ele é azul? Porque Ele nasceu azul.
Onde Ele mora? Na folestaVindavan.
O que Ele gosta de fazer? Ele gosta de roubar manteiga. Ele gosta de brincar com os amigos. Ele gosta de matar os demônios.
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Hladini, 4 anos, Paty do Alferes, RJ        
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Hladini abraça com carinho Krishna, Balarama e Radharani.
Hladini, quem é Krishna? Deus. É o Deus que protege as pessoas.
Por que Krishna é azul? Porque Ele quis nascer assim.
Onde Krishna mora? Numa fazenda. Com a mamãe dEle. Com o papai dEle.
O que Ele gosta de fazer? Comer manteiga. Lutar com demônios. Brincar com os amigos de esconde-esconde, quer dizer, de procurar mel. Eles põem uma cadeira para pegar o mel.
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Neel Madhava, 6 anos, Belo Horizonte, MG
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Com seu sorriso e seu olhar, Neel Madhava nos deixa conhecer o lindo coração que leva no peito.
Neel, quem é Krishna? Deus. Krishna, Ele é Deus porque é Ele que criou tudo, Ele que criou o planeta, Ele que criou os outros deuses, Ele que criou tudo.
Por que Krishna é azul? Essa resposta eu não sei… Porque Ele pode mudar de cor quando Ele quiser, ?
Onde Krishna mora? Belo Horizonte é que não é, ? É na Índia. Em Vrindavana. É tipo assim: todo mundo lá fala inglês. As gopis só fazem manteiga, o tempo todo. Não é tipo BH e nem tem prédio – é só umas cabaninhas de madeira. Tudo é de madeira. E também tem o castelo de Kamsa.
O que Ele gosta de fazer? Lá, Ele cuida da vaca. Quando Ele era bebezinho, Ele quebrou um pote de manteiga. Quando Ele era pequenininho também, Ele tentou pegar todos os potes de manteiga para Ele e os amigos dEle. Ele gosta de ir pra floresta, de pastorear as vacas, de várias coisas. Lá é bem legal, né?
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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Estátua de Oxóssi, Oxún e Logún-Edé!!


Aposto que você nunca viu esta estátua antes. Nem eu, até hoje. É "O Monumento do Renascimento Africano", no Senegal. Bronze, estátua de altura de 60 metros com vista para o Oceano Atlântico desenhado por um arquiteto senegalês.Segundo o arquiteto, ele quis representar o renascimento através de uma imagem em homenagem ao deus da caça, com sua esposa considerada deusa dos rios e o filho deles no braço. Em Senegal, vale lembrar que eles cultuam deuses como Orixás, mas, que não foi trazido ao Brasil porque no tráfico negreiro feito pelos portugueses, só vieram povos da Nigéria, Benim, Congo e Angola.

Uma palavra ...... INCRÍVEL!
 
Ketú eu sou ketú Àláketú Odé

Diálogo inter-religioso: Derrubar muros, construir pontes


Devo muito à formação cristã que recebi desde a adolescência na Igreja Metodista. Muito do que sou e da visão de mundo que construí se deve à leitura da Bíblia à luz da vida, como aprendi. Também à compreensão de que amar a Deus é amar o mundo e tudo o que nele existe. Essa visão se ampliou com o meu engajamento em movimentos ecumênicos, experiência marcante da juventude até o presente. Nele aprendi que ser cristã é ser promotora da paz com justiça, e que nesta pauta estão o respeito, o diálogo e a cooperação entre as religiões.
 
E aí adentrei numa trajetória que tem sido árdua. Somos cercados por mensagens dentro e fora do espaço religioso que estimulam os cristãos a competirem entre si e a condenar aqueles que não o são. Entre estes estão os muçulmanos, representados como ameaça mundial, “terroristas” que desejam o controlar o mundo. Mais do que uma religião, o Islã nos é artificialmente apresentado como uma força política que promoveria guerra e morte para alcançar propósitos de poder. De fato, os projetos de poder existem e estão em todas as religiões. Mas, neste contexto, como ser fiel aos princípios ecumênicos e falar de respeito, de diálogo e de cooperação com o Islã? Para responder, evoco o importante documento do Conselho Mundial de Igrejas “Questões nas relações cristãos-muçulmanos: considerações ecumênicas” (1992).
 
Uma primeira atitude precisa ser garantir a perspectiva da justiça com o outro, o que significa uma revisão do olhar sobre o Islã. Além de ser visto, equivocadamente, como uma religião de natureza violenta, o Islã é tido como um grupo religioso monolítico. Ou seja, em qualquer contexto temos o mesmo e o único Islã. Essa visão ignora a diversidade de teologias, de pensamento filosófico e jurídico e de formas de devoção. Assim como cristãos não são um único grupo, é preciso ter clareza de que muçulmanos também não o são.
 
Mesmo com tanta diversidade, há uma forte convicção que os une: a afirmação que Deus é fonte de toda a vida e de tudo o que existe. Ela leva à compreensão da soberania absoluta de Deus, o que torna impossível honrar como divina qualquer pessoa ou coisa que não seja Deus. Daí o rechaço a toda forma de idolatria e de representação visível do divino. Dela deriva a compreensão de que Deus é justo, o que significa que Ele deseja que o ser humano conheça e pratique a Sua vontade. Por isso, Deus cuida, com misericórdia, e envia vários mensageiros para que todos conheçam Sua vontade. Daí o Islã ensinar que, desde o início da história, Deus tem revelado sua vontade à humanidade. Assim se institui o termo “muçulmano”: aquele que se rende, aceita e leva consigo a vontade de Deus. Isso é mais que entender “muçulmano” como o membro da comunidade islâmica.
 
E há algo muito importante nesse diálogo entre as religiões: a paz está no coração do Islamismo assim como está na espiritualidade cristã e na redação dos textos bíblicos. No Islã “as-salâm” (Paz) é um dos nomes dados a Deus. Muçulmanos, quando se encontram, cumprimentam-se com “as-salâm alaikum” (Paz seja contigo). Como o “shalom” no cristianismo. Aí está uma contribuição importante para o diálogo e a cooperação entre esses grupos religiosos: a paz que dá sentido à sua fé se torna fonte de ações de justiça. Leia-se: relações sociais e raciais igualitárias, defesa dos direitos humanos, promoção e garantia da liberdade de crença, solução de conflitos sociopolíticos e econômicos de forma pacífica.
 
Aqui estão expostos alguns dos meus sonhos e esperanças em meio às tantas manifestações de extrema intolerância da parte de crentes e não crentes expressas nas últimas semanas. Que eles se somem aos tantos outros que buscam, neste tempo, derrubar muros e construir pontes.
 
Por: Magali Cunha
Publicado originalmente em O Globo

domingo, 29 de março de 2015

Não existem culturas superiores e inferiores, só formas de ver o mundo, experimentar, sentir e viver!! Quando aprendamos isso compreendamos uns aos outros que somos parte da natureza e que somos verdadeiramente irmãos!!






Livro espírita da Turma da Mônica vende 10 mil cópias em semana de lançamento TERESA PEROSA

Lançado há uma semana, o livro “Meu Pequeno Evangelho”, que traz a Turma da Mônica em histórias de cunho espírita, já vendeu mais de 10 mil cópias. Publicado pela Editora Boa Nova, a obra é ilustrada por Mauricio de Sousa e escrita pelo designer peruano Luis Hu Rivas e pelo baiano Alã Mitchell.
Ilustração do livro "Meu pequeno evangelho", de Maurício de Sousa, Luis Hu Rivas e Alã Mitchell (Foto: Reprodução)

Livro da Turma da Mônica traz versão espírita do Evangelho

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/felipe-patury/

O cartunista Mauricio de Sousa já contou histórias de sua Turma da Mônica nas mais variadas situações – inclusive religiosas. O que nunca tinha feito é um livro que juntasse Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Anjinho e Penadinho em histórias de cunho espírita. Esse é o tema de Meu pequeno evangelho, livro que ele lançará em São Paulo no próximo dia 13 de dezembro. O livro é ilustrado por Mauricio de Sousa e escrito pelo designer peruano Luis Hu Rivas, um entusiasta do espiritismo, e pelo baiano Alã Mitchell, convertido aos 15 anos.

A Cor do Paraíso - Filme Completo