quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Em honra aos Direitos Humanos

Comunicado de Imprensa —  10 Dezembro 2014

Em honra aos Direitos Humanos

Salt Lake City — 

"É uma grande afirmação a possibilidade de superação de conflitos por meio da razão e boa vontade." - Mary Ann Glendon1
Sessenta e seis anos atrás, um documento agraciou o mundo e estabeleceu novos horizontes para as relações humanas. Chama-se a Declaração Universal dos Direitos Humanos e foi a primeira expressão global de sua espécie.
Líderes de diferentes nações, culturas, religiões e sistemas políticos se reuniram para estabelecer padrões de humanidade que se aplicam a todos, em todos os lugares. As primeiras linhas proclamam que "a dignidade inerente" e "os direitos iguais e inalienáveis de todos os membros da família humana" é o "fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo."2
Construído nas cinzas da Segunda Guerra Mundial e do Holocausto, esta declaração providenciou uma aspiração coletiva para desenvolver "relações amistosas entre as nações"3  e trazer o melhor e mais elevado em nossa civilização comum aqui na terra.


Qual é a grande coisa sobre os direitos humanos?
Todas as pessoas, independentemente de religião, raça, sexo ou nacionalidade, possuem direitos fundamentais simplesmente por serem humanos. Eles incluem o direito à vida, à liberdade, à segurança, proteção igual perante a lei e à liberdade de pensamento, de expressão e de religião.
Estes direitos humanos protegem os fracos contra os abusos da tirania. Eles agem como um amortecedor e árbitro entre o indivíduo solitário e a concentração de poder. Essas normas e princípios desafiam a tendência natural para dominar o outro. Os direitos humanos nos ajudam a ir além da idéia prejudicial que o poder faz o direito.
A força da declaração universal não está tanto em fazer cumprir esses direitos, mas no seu papel de um professor que molda ideais e incentivos para o bem comum. Os direitos humanos reforçam as nossas obrigações para com o outro e dão dignidade a nossa forma de trabalho, adoração, interação com nossas comunidades e educação em nossas famílias. Por conseguinte, os direitos humanos complementam a nossa participação cívica e democrática. Direitos sem relações e responsabilidades não podem ir tão longe.
Mantendo a fé, em particular e em público
O artigo 18 da declaração é breve, mas poderoso: "Todo o homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observâcia, isolada ou coletivamente, em público ou em particular."4
A liberdade de religião não é apenas um conceito abstrato que flutua nas mentes dos advogados e legisladores. Em vez disso, ele se move e cresce no solo comum de nossas vidas cotidianas. Levamos nossas crenças em todos os lugares que vamos. Elas formam o que somos e nos levam a compartilhá-las com outras pessoas. Queremos influenciar as nossas comunidades e o mundo que nos rodeia. Desta forma, as nossas vidas privadas e públicas estão interligadas. É uma liberdade insignificante, porém, o fato que nos permite praticar e expressar a nossa fé na privacidade de nossa própria casa ou na igreja, mas não  em praça pública.
O legado da declaração universal
O estabelecimento dos direitos humanos é uma conquista para nos orgulhar. Eles desempenham um papel vital na gestão dos conflitos e diferenças tão comuns em nosso mundo pluralista. Eles ajudam a manter-nos na mesma página civilizacional. Os objetivos que promovem enobrecer a existência humana, inspiram decência e exortam a prestação de contas.
A jurista Mary Ann Glendon, explicou: "Praticamente todas as constituições do mundo que tem uma declaração de direitos são modeladas ou influenciadas de alguma forma pelo núcleo de princípios que foram considerados fundamentais" na Declaração Universal dos Direitos Humanos5. Marcos legais e normas morais de países ao redor do mundo têm inspiração neste documento. Ele continua a colocar as relações internacionais em uma situação de maior igualdade.
O mundo está longe de ser perfeito em honrar os direitos humanos. Injustiças e atrocidades ainda ocorrem, mas a declaração universal torna possível prevenir, conter ou diminuí-los. Como tudo o que vale a pena manter, os direitos humanos sempre irão requerer a nossa fé e vigilância.

1 Mary Ann Glendon, Facing History and Ourselves, “Mary Ann Glendon and the Universal Declaration of Human Rights,” 04 /Agosto/2008.
2 Declaração Universal dos Direitos Humanos (de 10 de dezembro de 1948, UNGA Res 217 A(III) (UDHR) preâmbulo.
3 Ibid.
4 Declaração Universal dos Direitos Humanos (de 10 de dezembro de 1948, UNGA Res 217 A(III) (UDHR) artigo 18.
5 Mary Ann Glendon, Facing History and Ourselves, “Mary Ann Glendon and the Universal Declaration of Human Rights,” 04 /Agosto/2008.
Observação de Guia de Estilo: Em reportagens sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, favor utilizar o nome completo da Igreja na primeira referência. Para mais informações quanto ao uso do nome da Igreja, procure on-line por nosso Guía de Estilo.
http://www.saladeimprensamormon.org.br/artigo/em-honra-aos-direitos-humanos

KRISHNA KATHA NO INSPIRALUZ! SÁBADO ÀS 15 HRS! NO SÃO LOURENÇO, ENTRADA FRANCA!

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APRESENTAÇÃO SÁBADO AGORA...COM TAMBORES DO PARANÁ.EM TERREIRAPRESENTAÇÃO SÁBADO AGORA...O PAI MANECO

ESPERAMOS TODOS VOCÊS!!!!!
APRESENTAÇÃO SÁBADO AGORA...
Ajudem A divulgar....AXÉ

O Islamismo no Brasil

O Islamismo no Brasil


Em seu episódio de estreia, Retratos de Fé traça um panorama do Islamismo em diferentes regiões do país.
Almoço na casa da família Zatta, recém-convertida ao Islamismo. Foto: Luisina López Ferrari.Almoço na casa da família Zatta, recém-convertida ao Islamismo. Foto: Luisina López Ferrari.Mesquita Brasil, em São Paulo, capital. Foto: Luisina López Ferrari.Mesquita Brasil, em São Paulo, capital. Foto: Luisina López Ferrari.Na Mesquita Brasil, em São Paulo, os seguidores do Islamismo são convocados para mais uma oração através do chamado no minarete. O Sheik iraniano recém formado, Abdul Hamide, conta porque escolheu ser um sheik, como foi seu processo de formação, como está sua adaptação no Brasil e o peso dessa escolha para ele e sua família. O Sheik, que está no país há apenas um ano, apresenta o interior da Mesquita Brasil.
Em Foz do Iguaçu, berço no Islamismo no Brasil, mulheres andam cobertas pelas ruas. O Sheik Abdul Nasser, de origem libanesa, explica os cinco pilares do islão: a Interior da Mesquita Branca, em Foz do Iguaçu (PR). Foto: Luisina López Ferrari.Interior da Mesquita Branca, em Foz do Iguaçu (PR). Foto: Luisina López Ferrari.recitação e a aceitação da crença, orar cinco vezes ao dia, pagar esmola, observar jejum do Ramadão e peregrinar à Meca. Todas os dias, ele lidera as orações na Mesquita Branca.
Em Manaus, o jornalista Anwar Assi nasceu em família islâmica. Divorciado, diz que essa questão não é um problema para a religião islâmica. O jornalista visita a primeira Mesquita de Manaus, que ficou pronta em 2012, apesar da grande comunidade que existe naquela região. Ele conta da sua expectativa para uma futura visita à Meca.
Em Curitiba, um casal de brasileiros se converteu recentemente ao islamismo. Comerciantes, eles não abrem mão de fazer as cinco orações por dia e praticar diariamente todos os ensinamentos do islamismo. Eles contam porque optaram pela conversão e como foi o processo de adaptação aos novos hábitos de vida.
Direção: Alfredo Alves
Produção: Breno Nogueira
Roteiro: Denise Flores, Rafael Diniz, Luisina Lopez Ferrari
Produção: Aldeia Produções
Consultoria em Ciências da Religião: Flávio Senra
http://tvbrasil.ebc.com.br/retratosdefe

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Pensamento de Augusto Cury, em Anjos em Harmonia!!


O que é a intolerância? Veja este filme curta metragem animado e reflita...


Publicado em 16 de set de 2013
http://bit.ly/As-5-Belezas O tema abordado pelo filme é a intolerância entre as pessoas. O curta tem como herói da história um personagem que acorda depois de um longo sono, no final da última era glacial. Seu raciocínio não é algo que deva ser invejado, mas mesmo assim esse personagem é capaz de iniciar e realizar algo grandioso...

O filme curta-metragem animado "Tolerantia", foi inteiramente criado em 2008 por Ivan Ramadan, incluindo: produção, direção, roteiro, edição, animação, som e pós-produção.

Nascido e criado na Bósnia, em meio a um ambiente devastado pela guerra, Ivan encontrou na magia da animação a expressão de todo o seu talento artístico.

Tolerantia foi o primeiro curta-metragem de animação 3D produzido na Bósnia e Herzegovina. O filme foi premiado com o "Heart of Sarajevo", prêmio de melhor curta-metragem no 14º Festival de Cinema de Sarajevo. Ganhou o Prix UIP, prêmio que o indicou automaticamente para European Film Academy Awards 2008. O filme já foi exibido em cerca de 30 festivais ao redor do mundo até o momento, recebendo diversos prêmios.

Para saber mais sobre esse filme curta-metragem animado e seu criador visite: http://en.wikipedia.org/wiki/Tolerantia


"A lei de ouro do comportamento é a Tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos." Mahatma Gandhi

http://bit.ly/As-5-Belezas
http://www.eueocancer.qns.com.br/
http://www.digitalshopcenter.net/

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Hoje o Plural fez Pessoas com Deficiencia, um pouco mais feliz!Veja as fotos.

        Hoje Dia Internacional da Pessoa com Deficiência tivemos a satisfação de receber em nossa escola Linneu a presença do padre Cidinho ,do Pequeno Cotolengo Paranaense ,para a entrega das garrafas de lacres ,referente a Campanha "Lacre Amigo".
        É com alegria que o recebemos, e tivemos a surpresa de doar 113 garrafas, com a participação da Comunidade Escolar da Vila Oficinas-Cajuru ,pois um dia tão importante a ser lembrado não podia ser tão perfeito para uma ação solidaria como a tal .Destas garrafas ,reverterão para a compra de cadeira de rodas, ou outro objetivo dentre inúmeras necessidades que a Instituição merece.
       A escola Municipal Prefeito Linneu do Amaral -Ensino Fundamental ,tem muitas histórias lindas para serem registradas, bem como Atividades Pedagógicas dos inúmeros professores que estão sempre envolvendo nossos alunos para o crescimento humanitário.Vejam algumas fotos que marcaram esta data:

Recreio solidário.Isso ai ,serventes e crianças ainda dando algumas mãozinhas, enchendo mais garrafas antes da entrega!!
Crianças vamos fazer um HEEEEEEE para foto!!!
 
Turmas dos quartos anos ,das professoras :Luciane,Ilda,Marta ,tiveram grande participação
Representantes e multiplicadores da mensagem da Campanha do pré, primeiros, segundos e terceiros anos. Atentos para ouvirem a professora Clara realizando os agradecimentos e a fala do padre .Afinal deveriam retornar e transmitir o resultado da Campanha Lacre Amigo nas suas salas.
Seis caixas cheias equivalentes a 113 garrafas e um pote cheio de um kilo ,resultado de meses com amigos, parentes, pais anônimos ,crianças do período da manha que souberam da campanha .E continuam arrecadando.
2015 promete um segundo ano de Campanha e desta vez "..professora podemos conhecer a instituição ,em casa não bebemos nem Coca ,pois sabemos que não são alimentos saudáveis, mas podemos contribuir com roupas, calçados..."Evidente que está Campanha não teve intuito de estimular o consumo e sim a reciclagem, que o "BEM FAZ BEM" nos tornam melhores, com pensamentos otimistas, criativos...
E para que não tumultuasse as aulas regulares ,foram deixadas garrafas de 2 litros em cada sala. Interessante o envolvimento de todos :professores ,serventes, funcionários ,alunos e Comunidade Local.
Churrasco do Pequeno Cotolengo, no domingo dia 07 de Dezembro. Atrações musicais, edição especial do bazar da amizade, saldão dos produtos sociais, churrasco com gostinho de solidariedade, muita animação . Que tal? UMA DICA PARA QUEM QUEIRA CONHECER,AJUDAR E DIVERTIR!!


O Pequeno Cotolengo Paranaense oferece, há 49 anos, acesso a acolhimento, saúde e educação para mais de 200 pessoas com deficiências múltiplas
http://www.pequenocotolengo.org.br/
 
Professora Clara, padre Cidinho e nossa diretora Elaine .
                                                Um pouco de trabalho que vale a pena.

Uma surpresa agradável para terminar a Hora Atividade desta quarta-feira .
 
Alunos do quarto ano da professora Ilda ensaiando a música A PAZ do Roupa Nova.
Tive grande emoção pela beleza de uma turma que modificou durante o ano através desta professora ,talvez com jeito diferente ,exigente e com amor ,hoje vemos alunos que aprenderam a ouvir, participar, socializar e respeitar as DIFERENÇAS!