domingo, 10 de março de 2013

Os princípios do Judaísmo de Maimônides


Maimônides elaborou os princípios do Judaísmo:

*Creio plenamente que Deus é o Criador e guia de todos os seres, ou seja, que só Ele fez, faz e fará tudo.
*Creio plenamente que o Criador é um e único; que não existe unidade de qualquer forma igual à d'Ele; e que somente Ele é nosso Deus, foi e será.
*Creio plenamente que o Criador é incorpóreo e que está isento de qualquer propriedade antropomórfica.
*Creio plenamente que o Criador foi o primeiro (nada existiu antes d’Ele) e que será o último (nada existirá depois d'Ele).
*Creio plenamente que o Criador é o único a quem é apropriado rezar, e que é proibido dirigir preces a qualquer outra entidade.
*Creio plenamente que todas as palavras dos profetas são verdadeiras.
Creio plenamente que a profecia de Moshe Rabeinu (Moisés) é verídica, e que ele foi o pai dos profetas, tanto dos que o precederam como dos que o sucederam.
*Creio plenamente que toda a Torá que agora possuímos foi dada pelo Criador a Moshe Rabeinu.
Creio plenamente que esta Torá não será modificada e nem haverá outra outorgada pelo Criador.
*Creio plenamente que o Criador conhece todos os atos e pensamentos dos seres humanos, eis que está escrito: "Ele forma os corações de todos e percebe todas as suas ações" (Tehilim 33:15).
*Creio plenamente que o Criador recompensa aqueles que cumprem os Seus mandamentos, e pune os que transgridem Suas leis.
*Creio plenamente na vinda do Mashiach (Messias) e, embora ele possa demorar, aguardo todos os dias a sua chegada.
*Creio plenamente que haverá a ressurreição dos mortos quando for a vontade do Criador
https://www.facebook.com/Coisasdejudeu

Oraç]ao para AMAR e PERDOAR!!

terça-feira, 5 de março de 2013

Debate sobre o Ensino Religioso no Rio de Janeiro


vídeo:

Ensino Religioso na escola (publicado em 16/07/2011)

http://www.gper.com.br/?sec=videos&id=100

GPER

Religião se aprende com a prática dos pais


LEITURAS - Religião se aprende com a prática dos pais

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O ser humano não nasce com religião, mas sim com o que eu chamo de religiosidade. É gente gostar de gente, unindo as pessoas, formando sociedades e civilização.A religiosidade estabelece dentro da mente de um bebê uma hierarquia sensoperceptiva relacional. O bebê sente que algumas pessoas o acolhem melhor que outras e relaxa e se aquieta numa entrega total. Assim, ele demonstra que estabelece um primeiro critério puramente sensitivo: agradável/desagradável. Quando o bebê consegue, já estica os bracinhos em direção à pessoa que ele prefere. Ele não avalia o caráter, a intenção, a história da pessoa. Ele simplesmente prefere e pronto, sem se incomodar em ferir a sensibilidade de qualquer pessoa. Vive a sua paz.Assim também surge outra hierarquia que é entre as pessoas conhecidas (que ele tem em sua memória também em formação) e desconhecidas. O bebê estica os seus bracinhos também para as pessoas mais conhecidas e chora quando estranhos se aproximam dele, mesmo que sejam parentes.Guardar na memória as pessoas "agradáveis" e os conhecidos dá ao bebê as primeiras noções sobre relacionamentos humanos. Crianças acreditam no que os adultos lhes fazem e falam. Uma criança fica com sua auto-estima abalada se um adulto conhecido e agradável lhe ofende, mas também um agrado promove o contrário. A auto-imagem de uma criança é muito baseada na maneira como ela é tratada pelos adultos, pois ela confia plenamente neles.Quando os pais são praticantes de uma religião, levam seus filhos pequenos juntos às práticas. É natural que os filhos perguntem aos pais sobre as práticas religiosas, como perguntam sobre tudo o que não sabem. Assim, eles acreditam em fadas, príncipes, Papai Noel e em Deus. Para o pensamento concreto das crianças tudo tem que ser forma e comportamento humano que é o que elas conhecem. Estes filhos absorvem o que os pais fazem, inclusive as suas práticas. Eles terão confiança e temores que os pais têm e nisto inclui-se a religião. Assim como os filhos obedecem aos seus pais, pela religião eles aprendem a obedecer ao seu Deus. Criança vê, criança faz.Assim, os pais praticantes têm uma hierarquia de valores que passam naturalmente aos seus filhos, que passam também a praticá-la. Os praticantes de religião incorporam uma hierarquia de valores de respeito às autoridades religiosas e acima de todos está Deus, a entidade maior, mais poderosa, mais presente e mais sábia que todos e tudo no mundo, para a maioria das religiões.A prática tem mostrado o quanto mais que outras uma criança que respeita seus pais tem mais facilidade de respeitar outras autoridades e pessoas, não se deixando levar pelos destemperos emocionais e tiranias tão presentes nos dias de hoje. Se os pais cumprem os mandamentos religiosos, os filhos também tendem a cumpri-los e assim a família e a escola religiosas passam a ter uma força e energia acima das próprias a torná-las mais unidas e encontradas.A religião foi provavelmente elaborada por iluminadas lideranças humanas em tempos de grande sofrimento popular. O povo precisava acreditar em algo maior e melhor do que estavam vivendo. Com esta crença, os sofrimentos eram mais tolerados, pois havia algo superior a quem estavam atendendo. A sensação de estar a serviço de algo superior alivia o sofrimento e enobrece o sacrifício.Na adolescência, o ser humano questiona e rejeita o que não aprova. Da religião, o onipotente juvenil questiona os dogmas, as verdades absolutas e imutáveis, de, para ele, "outros deuses". A religião perdeu muitos praticantes no mundo na proporção do exagero da sua distância ao natural saudável do ser humano, e da atualidade.
style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: normal" class="MsoNormal" align="justify">A maior força da religiosidade se manifesta exatamente na adolescência, quando ele acredita mais na sua paixão do que em qualquer religião ou força familiar impositiva. O espírito Romeu e Julieta existe hoje em qualquer canto do mundo, pois religiosidade é gente gostar de gente.
Içami TibaIçami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Família de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 25 livros. style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/ult6425u26.jhtm

Fonte: UOL

segunda-feira, 4 de março de 2013

Mudança interior - Pe. Fábio de Melo - Programa Direção Espiritual 22/02...

Introdução ao Hinduísmo


Material retirado do Ministério CACP... para estudo e conhecimento de vcs...

Introdução ao Hinduísmo 
Denominação do conjunto de princípios, doutrinas e práticas religiosas que surgiram na India, a partir de 2000 a.C. O termo é ocidental e é conhecido pelos seguidores como Sanatana Dharma, do sânscrito (língua original da India), que significa "a ordem permanente". Está fundamentado nos quatro livros dos Vedas (conhecimento), um conjunto de textos sagrados compostos de hinos e ritos, no Século X, denominados de Rigveda, Samaveda, Yajurveda e Artharvaveda. Estes quatro volumes são divididos em duas partes: a porção do trabalho (rituais politeístas) e a porção do conhecimento (especulações filosóficas), também chamada de Vedanta . A tradição védica surgiu com os primeiros árias, povo de origem indo-européia (os mesmos que desenvolveram a cultura grega) que se estabeleceram nos vales dos rios Indo e Ganges, por volta de 1500 a.C.


História do Hinduísmo 

Segundo ensina o hinduísmo, os Vedas contêm as verdades eternas reveladas pelos deuses e a ordem (dharma) que rege os seres e as coisas, organizando-os em castas. Cada casta possui seus próprios direitos e deveres espirituais e sociais. A posição do homem em determinada casta é definida pelo seu carma (conjunto de suas ações em vidas anteriores). A casta à qual pertence um indivíduo indica o seu status espiritual. O objetivo é superar o ciclo de reencarnações (samsara), atingindo assim, o nirvana, a sabedoria resultante do conhecimento de si mesmo e de todo o Universo. O caminho para o nirvana, segundo ensina o hinduísmo, passa pelo ascetismo (doutrina que desvaloriza os aspectos corpóreos e sensíveis do homem), pelas práticas religiosas, pelas orações e pela ioga. Assim a pessoa alcança a “salvação”, escapando dos ciclos da reencarnação.


Prática de Fé do Hinduísmo 

Nos cultos védicos, os pedidos mais solicitados aos deuses são vida longa, bens materiais e filhos homens. São várias as divindades. Agni é o pai dos homens, deus do fogo e do lar. Indra rege a guerra. Varuna é o deus supremo, rei do universo, dos deuses e dos homens. Ushas é a deusa da aurora; Surya e Vishnu, regentes do sol; Rudra e Shiva, da tempestade. Animais como a vaca, rato, e serpentes, são adorados por serem possivelmente, a reencarnação de alguns dos familiares. Existe três vezes mais ratos que a população do país, os quais destroem um quarto de toda a colheita da nação. O rio Ganges é considerado sagrado, no qual, milhares de pessoas se banham diariamente, afim de se purificar. Muitas mães afogam seus filhos recém-nascidos, como sacrifício aos deuses.


Sacerdócio do Hinduísmo 

Os brâmanes (sacerdotes) criaram o sistema de castas, que se tornou a principal instituição da sociedade indiana. Sem abandonar as divindades registradas nos Vedas, estabeleceram Brahma como o deus principal e o princípio criador. Ele faz parte da Trimurti, a tríade divina completada por Shiva e Vishnu. De acordo com a tradição, Brahma teve quatro filhos que formaram as quatro castas originais: brâmanes (saídos dos lábios de Brahma), são os sacerdotes considerados puros e privilegiados; os xátrias (originários dos braços de Brahma), são os guerreiros; os vaicias (oriundos das pernas de Brahma), são os lavradores, comerciantes e artesãos; e sudras (saídos dos pés de Brahma), são os servos e escravos. Os párias são pessoas que não pertencem a nenhuma casta, por terem desobedecido leis religiosas. Estes não podem viver nas cidades, ler os livros sagrados nem se banharem no Rio Ganges.

As características principais do hinduísmo são o politeísmo, ioga, meditação e a reencarnação. Estima-se que atualmente existam mais de 660 milhões de adeptos em todo o mundo, com um panteão de 33 milhões de deuses e 200 milhões de vacas sagradas. Todo gado existente na India, alimentaria sua população por cinco anos, entretanto, a fome é devastadora no país por causa da idolatria.


Teologia do Hinduísmo

Tudo é deus, deus é tudo:
 o hinduísmo ensina, como no Panteísmo, que o homem está unido com a natureza e com o universo. O universo é deus, e estando unido ao universo, todos são deuses. Ensina também que este mesmo deus, é impessoal. Muitos deuses adorados pelos hindus são amorais e imorais.

O mundo físico é uma ilusão:
 no mundo tridimensional, designada de maya, o homem e sua personalidade não passa de um sonho. Para se ver livre dos sofrimentos (pagamento daquilo que foi feito na encarnação passada), a pessoa deve ficar livre da ilusão da existência pessoal e física. Através da ioga e meditação transcedental, a pessoa pode transceder este mundo de ilusões e atingir a iluminação, a liberação final. O hinduísmo ensina que a ioga é um processo de oito passos, os quais levam a culminação da pessoa transcender ao universo impessoal, no qual o praticante perde o senso de existência individual.

A lei do carma:
 o bem e o mal que a pessoa faz, determinará como ela virá na próxima reencarnação. A maior esperança de um hinduísta é chegar no estágio de se transformar no inexistente. Vir ser parte deste deus impessoal, do universo. 

Este artigo foi enviado por email. Depois avaliado pelo CACP e aprovado para publicação. Lembrando que cada autor é responsável pelo seu artigo. Os artigos não expressam necessariamente a opinião do CACP.


Espero que tenham gostado... porque sempre estudando algo novo aprendemos os conceitos espirituais de outras nações...
Abraç0)
Leorena

fonte:http://www.espiritbook.com.br/

domingo, 3 de março de 2013

Diálogo - Revista de Ensino Religioso


Para quem desejar socializar suas experiências de Ensino Religioso, 

eis algumas dicas para a seção Sua Página da Revista Diálogo — em São Paulo.

sábado, 2 de março de 2013