sábado, 9 de fevereiro de 2013

Holi ou 'Phagwah' é a mais colorida festa celebrada pelos seguidores da Religião védica



Holi ou 'Phagwah' é a mais colorida festa celebrada pelos seguidores da Religião védica. I É celebrado como colheita festival, assim como boas-vindas-festival para a temporada primavera na Índia.

Porquê Celebrar Holi?
O festival de Holi pode ser considerado como uma celebração das Cores da Unidade entre Irmãos - uma oportunidade de esquecer todas as diferenças em puro divertimento. Ela tem sido, tradicionalmente, comemorado em grande espírito, sem qualquer distinção de elenco, credo, cor, raça, sexo ou estado.. Trata-se de uma ocasião, quando aspersão pó colorido ( 'gulal') ou água colorida sobre si rompe todas as barreiras de discriminação para que todos teham fraternidade universal reafirmada.
Esta é uma razão muito simples para participar desta festa colorida

O que é 'Phagwah'?
«Phagwah" é derivado do nome do hindu mês »Phalgun ', porque é sobre a lua cheia do mês de Phalgun que Holi é comemorado. O mês de Phalgun é na Primavera, quando as sementes brotos e as flores sobem depois de um longo Inverno de sono

Diwali: Festival das Luzes
É a Festa das Luzes (profundidade = luz e avali = isto é uma linha, uma linha de luzes) que é marcada por quatro dias de festa, literalmente, que ilumina o país com seu brilho e deslumbra todos com sua alegria.
. Cada um dos quatro dias do festival de Diwali é separado por uma tradição diferente, mas o que se mantém fiel e constante é a celebração da vida, a sua fruição e bondade.

A Origem do Diwali
origem do Diwali remonta a Índia antiga, quando quando acontecia uma importante colheita .
No entanto, existem várias lendas que apontam para a origem do Diwali.
Alguns acreditam que é a celebração do casamento de Lakshmi com Lord Vishnu.
Considerando que, em Bengala o festival é dedicado ao culto da Mãe Kali, a deusa da força. Lorde Ganesha, o elefante-intitulado Deus, o símbolo da sabedoria e auspiciousidade, também é venerado na maioria das casas hindus neste dia.
. No Jainismo, Deepawali tem um significado acrescentado para o grande evento de Lord Mahavira alcançar a eterna felicidade de nirvana. Diwali também comemora o retorno de Lord Rama com Sita e Lakshman de seus quatorze anos longo exílio e vanquishing o demônio-rei Ravana. Em alegre festa do retorno de seu rei, o povo de Ayodhya, a capital de Rama, iluminado do reino com terra diyas (óleo de lâmpadas) e burst crackers.


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Mensagem:Não tenho sapatos?!!!


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Mensagem:Receita para uma vida feliz


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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

[TED pt_BR] Matthieu Ricard: Habitos da Felicidade (parte 1/3)


BUDISMO FELICIDADE MATTHIEU RICARD Ser realista, ser gentil e meditar: B Alan Wallace simplifica o caminho para superar aflições e sofrimento [VÍDEO] As verdades que a impermanência nos revela, no “Livro Tibetano do Viver e do Morrer” de Sogyal Rinpoche Os 14 treinamentos da Plena Consciência e da Ordem de “Interser”, do monge zen Thich Nhat Hanh



As dez coisas que nós acreditamos que nos farão felizes, porém não fazem, é um texto do famoso monge budista francêsMatthieu Ricard – que, para quem não se lembra, já foi apresentado como “o homem mais feliz do mundo” e já foipalestrante do TED sobre felicidade. Se a gente olhar bem e for sincero, vamos perceber que todos buscamos algo que está nessa lista, estamos perseguindo algo que fatidicamente não nos tornará feliz – e muitos de nós estamos atrás de mais de um dos itens (e é um pouco assombroso pensarmos que podem existir pessoas perseguindo todos esses itens).
Além de monge, Matthieu Ricard é autor de diversos livros sobre Budismo e Fotografia, como “The Monk and the Philosopher” (um diálogo com seu pai, o filósofo Jean-François Revel), “The Quantum and the Lotus” e “Tibet, An Inner Journey“. PhD em Genética Molecular no Instituto Pasteur, Matthieu não se dedica mais à vida acadêmica, é hoje tradutor francês do XIV Dalai Lama, membro do Mind & Life Institute, dedicado a pesquisas para a compreensão científica da mente, e é o principal coordenador daAssociação Karuna-Shechen, dedicada à educação e serviços de cuidado para as pessoas mais velhas.
As dez coisas que nós acreditamos que nos farão felizes, mas que não fazem, segundo Matthieu Ricard, são:
1. Ser rico, poderoso e famoso.
2. Tratar o universo como se fosse um catálogo de pedidos para os nossos caprichos e desejos
3. Desejar a “liberdade” para fazer tudo o que vem à mente. (Isto não é ser livre, mas escravos de nossos pensamentos).
4. Buscar constantemente nossas sensações prazerosas, uma após a outra. (as sensações de prazer rapidamente se desfazem e se tornam até chatas ou desconfortáveis).
5. Querer nos vingar de forma maldosa de qualquer pessoa que tenha nos ferido. (ao fazer isso nós nos tornamos tão ruins quanto eles, e envenenamos nossas mentes).
6. “Se eu tivesse tudo, certamente ficaria feliz”, ou “Se eu tiver isto ou aquilo, eu posso ser feliz.” (tais previsões não são geralmente corretas).
7. Querer sempre ser lisonjeado e nunca enfrentar qualquer tipo de crítica. (o que não nos ajudará a progredir).
8. Eliminar todos os seus inimigos. (A animosidade nunca nos trará a felicidade).
9. Nunca enfrentar as adversidades. (Isto nos faz fracos e vulneráveis).
10. Enfocar os nossos esforços em apenas cuidar de nós mesmos. (o amor altruísta e compaixão são as raízes da verdadeira felicidade).

Compartilhado por Karla Mattos Vaidyaratna.
http://dharmalog.com/2012/06/18/as-10-coisas-que-nos-acreditamos-que-nos-farao-felizes-mas-que-nao-fazem-pelo-monge-frances-matthieu-ricard/
Sobre Matthieu Ricard 

Matthieu Ricard é um monge budista francês, fotógrafo e autor. Vive e trabalha no mosteiro Shechen Tennyi Dargyeling no Nepal, Himalaias, há quarenta anos.
Nascido em França em 1946, filho do conhecido filósofo francês Jean-François Revel, cresceu no seio das ideias e personalidades dos círculos intelectuais franceses. Viajou para a Índia em 1967.

Doutorado em genética molecular no Instituto Pasteur de Paris em 1972, decidiu abandonar a sua carreira científica e concentrar-se na prática do budismo tibetano. Estudou com Kangyur Rinpoche e alguns outros grandes mestres dessa tradição e tornou-se estudante próximo e auxiliar de Dilgo Khyentse Rinpoche, até ao seu falecimento em 1991. Desde então, tem dedicado a sua actividade à realização da visão de Dilgo Khyentse Rinpoche.

As fotografias de Matthieu Ricard de mestres espirituais, das paisagens e das pessoas dos Himalaias têm aparecido em inúmeros livros e revistas. Henri Cartier-Bresson disse do seu trabalho, ”a vida espiritual de Matthieu e a sua câmara são um só, donde brotam estas imagens, fugazes e eternas“.

Ele é o autor e fotógrafo de “Tibet, An Inner Journey” e “Monk Dancers of Tibet” e, em colaboração, os fotolivros “Buddhist Himalayas”, “Journey to Enlightenment” e recentemente “Motionless Journey: From a Hermitage in the Himalayas”. Matthieu Ricard é o tradutor de diversos textos budistas, incluindo “The Life of Shabkar”.

O diálogo com seu pai, Jean-François Revel, em “O Monge e o Filósofo”, foi um best-seller na Europa e foi traduzido para 21 idiomas, e “The Quantum and the Lotus” (em co-autoria com Trinh Xuan Thuan) reflectem o seu interesse de longa data pela Ciência e o Budismo.

No seu livro de 2003 “Plaidoyer pour le Bonheur” (publicado em Inglês em 2006, como “Happiness: A Guide to Developing Life’s Most Important Skill”) explora o significado e plenitude da felicidade e foi um grande best-seller em França.

Matthieu Ricard foi apelidado de “a pessoa mais feliz do mundo” pelos media depois de ser voluntário para um estudo realizado na Universidade de Wisconsin-Madison sobre a felicidade, posicionando-se significativamente acima da média obtida após os testes de centenas de outros voluntários.

Membro do conselho do “Mind and Life Institute”, que é dedicado a encontros e pesquisa em colaboração entre cientistas e estudiosos budistas e praticantes de meditação, as suas contribuições foram publicadas em “Destructive Emotions” (editado por Daniel Goleman) e noutros livros de ensaios. Matthieu Ricard está também profundamente envolvido na investigação sobre o efeito do treino da mente sobre o cérebro, nas Universidades de Wisconsin-Madison, Princeton e Berkeley.

Matthieu Ricard foi condecorado com título de Cavaleiro da “Ordre National du Mérite” pelo presidente francês François Mitterrand pelos seus projectos humanitários e pelos seus esforços para preservar o património cultural dos Himalaias.

Ns últimos anos tem dedicado os seus esforços e doa todos os proventos do seu trabalho em favor de trinta projectos humanitários na Ásia, que incluem a manutenção e construção de clínicas, escolas e orfanatos na região: www.karuna-shechen.org
Desde 1989, actua como intérprete de Francês para S. S. o Dalai Lama.

(N.T.: Karuna significa “compaixão” em sânscrito)

Fundação Kangyur Rinpoche 

Actividades:
Rua Conde Almoster, nº98 - 13ºE |
Tel. 21 390 40 22/ 21 774 25 39 / 934 353 961

Correspondência:
Rua Conde Almoster, nº106 - 12ºD
1500 - 197 Lisboa
www.krfportugal.org


Nota da editora:

Matthieu Ricard, biólogo e monge budista é co-autor de um livro em que discute com o seu pai, o filósofo francês Jean-François Revel, entretanto falecido, sobre as concepções essenciais do mundo, da vida, do pensamento e das paixões do homem.

O livro chama-se "O Monge e o Filósofo" e consta desde a primeira hora na barra lateral deste Blogue como livro recomendado.

Matthieu Ricard foi considerado por recentes estudos da Psicologia como o homem mais feliz do mundo.

Recomendo vivamente esta conferência a quem viva na região do Porto.


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Mensagem sobre amor


Padre Wilson Czaia- O Sacerdote surdo que ouviu o chamado de Deus


Padre Wilson nasceu em Curitiba e veio ao mundo para provar que a voz de Deus e o chamado ao serviço apenas se escutam com o ouvido do coração.

Aos quatro anos de idade a família notou que Wilson tinha problemas de audição, até que se ficou comprovada sua deficiência auditiva. Assim, por recomendação médica, foi encaminhado a uma Escola de Educação Especial Epheta, onde encontrou um ambiente de plena formação católica.

Teve como catequista a Irmã Nydia, fundadora da Instituição, que também era surda. 
Em sua longa caminhada de estudos, ingressou na escola Sagrado Coração de Jesus, tendo recebido a Primeira Eucaristia, nessa convivência com a doutrina religiosa, o chamado para servir a Deus apenas se fortalecia. 

Participava, semanalmente, de convenções, fóruns, de grupos de jovens e de encontros de casais surdos, para aprofundamento de sua fé.
Em 2000 ingressou no seminário, passando a cursar filosofia  e, após, com a ajuda de um intérprete, ingressou nos estudos da teologia.

Em 26 de novembro de 2006 foi foi ordenado padre, no Rio de Janeiro, na Paróquia São Francisco de Pádua, que reuniu surdos do Brasil inteiro.
Após um ano de ordenação recebeu a missão de conduzir a Paróquia Nossa Senhora da Ternura, em Curitiba, voltada a pessoas com deficiência. Atualmente, referida Paróquia está presente na realização de missas e casamentos em libras.

Em sua missão evangelizadora voltada às pessoas com necessidades especiais, o religioso viaja por todo  o País. 

Diante de seu exemplo de caminhada e do trabalho realizado pela pastoral dos surdos, padre Wilson representa uma lição de que Deus fala às pessoas que, de forma peculiar, ouvem o chamado e se motivam com a força da fé.  



                                                     

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Sacerdote-surdo-que-ouviu-o-chamado-de-Deus-b1-p116.htm

Padre Wilson, primeiro sacerdote surdo do Paraná celebra missa em Arapongas



http://portalgualandi.com.br/site/index.php/padre-wilson-primeiro-sacerdote-surdo-do-parana-celebra-missa-em-arapongas/

Pe. Wilson, celebrou missa hoje (27.12.09) na Igreja Azul, como é conhecida pelos surdos em Arapongas. Vários surdos das cidades vizinhas participaram da missa, como você poderá conferir nas fotos abaixo: